segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Zika Vírus - Saiba tudo sobre essa nova ameaça!

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domingo, 30 de agosto de 2015

Papel de |Parede 4K


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sábado, 29 de agosto de 2015

Humor


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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Design Gráfico


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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

PT


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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Aluminium VI Portable Charger for iPhone

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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Artigo de Arnaldo Jabor

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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Dica do Dia: Mashable

Mashable

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domingo, 23 de agosto de 2015

Adidas

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sábado, 22 de agosto de 2015

Hoje na História: 70 Anos do Fim da Conferência de Podstam - 22.Ago.1945

A conferência de Potsdam foi uma reunião realizada em Potsdam, Alemanha (próximo a Berlim) entre 17 de julho e 22 de agosto de 1945. Os participantes foram a União Soviética, o Reino Unido e os Estados Unidos, os mais poderosos dentre os aliados que derrotaram as potências do Eixo na Segunda Guerra Mundial.
Os chefes de governo destas três nações eram o secretário geral do Partido Comunista, Iósif Stalin, o primeiro ministro Clement Attlee e o presidente Harry S. Truman, respectivamente. Decidiu-se que as quatro potências que ocupavam a Alemanha, receberiam as reparações de guerra das que lhes foram destinadas; no entanto, acordou-se que a URSS obteria compensações adicionais por ser a potência que tinha sofrido mais perdas.
Adotaram-se as seguintes medidas de controle para evitar que a Alemanha voltasse a se tornar uma ameaça para a paz mundial: desarmar o país e impedir sua re-militarização, declarar ilegal a principal organização do nacional socialismo alemão (o partido nazista ou Partido Nacional Socialista Alemão do Trabalho) desenvolvendo um processo contrário ao nazismo pelo qual se criava um tribunal internacional encarregado de levar a cabo uma série de julgamentos por crimes de guerra e alentar os processos estabelecidos contra milhares de antigos membros do partido nazista; descentralizar a economia e reorganizá-la, favorecendo o desenvolvimento da agricultura e limitando a produção industrial; e promover as práticas democráticas em aspectos como a educação ou o sistema judicial.

Embora a Conferência de Potsdam tenha sido considerada um sucesso, muitos dos acordos obtidos se descumpriram no prazo de um ano por causa da crescente tensão e afastamento entre os governos da Europa Ocidental e da URSS que pressagiaram o começo da chamada Guerra Fria.

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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Wallpaper 4K


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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Papel de Parede 4K


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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Motorhead - Live In Toronto Full Concert (12-05-1982)

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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Wallpaper


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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Fim da Papelada

  1. Habilite no seu banco (através do Internet Banking ou no caixa eletrônico) o recebimento dos recibos de débito no seu celular (via SMS) e nunca mais peça a segunda via.
  2. Cancele assinaturas de revistas impressas e deixe somente as assinaturas para ler via celular ou tablet.
  3. Para digitalizar a papelada, você pode usar um scanner, um tablet, um celular ou sua câmera digital.
  4. Digitalize seus folhetos de serviços delivery, coloque no Evernote (sugestão de tag: “Delivery”) e recicle.
  5. Para textos e documentos que precisam ser revisados por outras pessoas, use serviços como o Google Drive ou o Editorially.
  6. Em vez de usar papel para secar as mãos no trabalho, habitue-se a levar sua própria toalhinha.
  7. Baixe livros no Kindle (ou, se não tiver o aparelho, no aplicativo que pode ser usado em computadores, tablets e celulares) e doe os similares que você tem em papel.
  8. Digitalize suas matérias preferidas das revistas e recicle o resto. Coloque no Evernote (sugestão de tag: palavra-chave de acordo com o tema da matéria ou “Clipping” para todas).
  9. Escaneie fotos antigas e doe-as para familiares e amigos.
  10. Quando comprar algum aparelho eletrônico ou eletrodoméstico, digitalize o manual e coloque no Evernote (sugestão de tag: “Manuais”). Depois, recicle.
  11. Em vez de anotar coisas que viu e que ficou com vontade de comprar (livros, roupas), tire uma foto com o celular e envie para o Evernote (sugestão de tag: “Wishlist”).
  12. Digitalize seus cartões de visita e os recicle na sequência. Coloque no Evernote (sugestão de tag: “Cartões de visita”).
  13. Digitalize os desenhos e trabalhos de escola do seu filho e recicle-os. Se tiver apego material, pode deixar o mais recente na geladeira, por exemplo, e reciclar o restante. Coloque no Evernote (sugestão de tag: “Nome da criança” ou “Desenhos – Nome da criança”).
  14. Tire fotos do quadro negro ou das apresentações em salas de aula em vez de tomar notas. Você também pode gravar suas aulas em um arquivo de áudio (com autorização do professor) e colocar no Evernote.
  15. Guarde suas receitas preferidas de forma digitalizada no Evernote, em vez de guardar pastas, fichários, livros e cadernos, que ocupam muito espaço.
  16. Digitalize contas pagas para tê-las sempre que precisar comprovar algum pagamento. Se não quiser jogar fora depois de digitalizar, guarde por cinco anos.
  • Digitalize documentos antigos.
  • Digitalize antigos trabalhos da faculdade, assim como provas e anotações e recicle todos os papéis e cadernos.
  • Digitalize cartas antigas e envie-as de volta aos seus amigos, como recordação.
  • Digitalize um pouco todos os dias. Recebemos uma quantidade muito grande de papel e, se deixarmos acumular, deixaremos formar uma pilha gigantesca.
  • Faça suas listas de compras no mercado, farmácia etc no Evernote em vez de levar escritas no papel (e perder ou esquecer).
  • Digitalize apostilas, notas de aulas, resumos, mapas mentais etc e envie para o Evernote para poder ter acesso ao seu material em qualquer lugar.
  • Pague suas contas pelo Internet banking e não imprima o comprovante. Salve-o no Evernote. Se algum dia precisar, imprima-o.
  • Crie uma nota no Evernote com todos os seus contatos e livre-se da agenda telefônica de papel.
  • Crie notas para pautas de reunião no Evernote e, depois, digitalize suas anotações e arquive junto com a ata.
  • Digitalize atestados, exames médicos e receitas de medicamentos.
  • Digitalize seus diários antigos e recicle-os. Tenha o hábito de fazer um diário hoje em dia, com uma nota por dia no Evernote (sugestão de tag: “Diário”). Você pode mesclar diversas notas em uma só, por exemplo, e isso pode ser muito útil caso você tenha enviado fotos ou outros documentos relacionados ao dia em questão. E também pode ser legal compartilhar a nota com amigos ou pessoas que estiveram com você naquele dia e pedem as fotos.
  • Tire fotos dos folhetos de supermercados em vez de pegá-los. Você pode colocar todos em uma mesma nota no Evernote e comparar os preços.
  • Digitalize seus exames e outros papéis da época da gravidez e recicle.
  • Digitalize seus certificados de conclusão de cursos diversos, para ter sempre à mão quando precisar enviar para empregos novos ou matrículas em outras instituições.
  • Mantenha seu currículo atualizado em uma nota no Evernote e, quando precisar enviar por e-mail, basta compartilhar a nota.
  • Digitalize a carteira de vacinação e os exames dos seus filhos para tê-los sempre com você quando estiver em uma consulta médica e o pediatra solicitar.


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    domingo, 16 de agosto de 2015

    Entrevista de Olavo de Carvalho para Leandro Ruschel - A Revolução Brasi...

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    sábado, 15 de agosto de 2015

    Dica

    Confira o @Outlook, o novo aplicativo móvel de email que combina email super rápido, calendário e arquivos. Baixe aqui: taps.io/outlookmobile

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    sexta-feira, 14 de agosto de 2015

    Entrevista: Marcos Lisboa

    Folha - As medidas de ajuste propostas pelo governo Dilma são suficientes para tirar o país da crise?
    Marcos Lisboa - Essas medidas foram uma imensa frustração. Minha impressão é que não se entendeu a origem das dificuldades por que passa o país. O problema do Brasil é muito mais grave do que fazer um superavit primário de 0,7% em 2016.
    Temos uma trajetória de crescimento da dívida pública acima do PIB. Devemos terminar este governo em 2018 como o país emergente mais endividado do mundo. É uma tendência explosiva. E o ajuste proposto não afeta em nada essa trajetória.
    O que precisaria ser feito?
    As despesas no Brasil crescem por dois motivos principais. Primeiro, por causa das regras de vinculação da despesa pública. À medida que o país cresce, aumentam as despesas com educação, saúde e vários outros programas.
    Quando o país para de crescer, não é possível reduzir essa despesa. Na média, portanto, essas despesas crescem acima do PIB.
    Segundo, por causa do envelhecimento do Brasil. Hoje a população em idade para se aposentar cresce quatro vezes mais rápido que a população em idade para trabalhar.
    Isso é agravado pelas regras que permitem que pessoas jovens se aposentem. É bom enfatizar: a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição é 53 anos para mulheres e 54 para os homens. Outros países elevaram essa idade mínima para 60, 65 anos e até mais.
    É factível para uma presidente com popularidade baixa fazer essas reformas em um Congresso hostil?
    Ou nós atacamos os problemas ou os problemas vão nos atacar. O Brasil está pagando o preço de uma crise grave e profunda por não ter feito esse ajuste.
    O ajuste proposto é modesto, mas o governo vem sofrendo pressão para abandoná-lo. O que pode ocorrer se o governo ceder?
    As medidas adotadas até agora são de má qualidade e algumas chegam a prejudicar a eficiência da economia. Se até isso for abandonado, a crise vai se agravar.
    Vale lembrar que a crise do Brasil não começa em 2015. O ritmo de crescimento do emprego está diminuindo desde 2011. Mas, na campanha e no início da gestão, o diagnóstico do governo não era de um problema estrutural.
    As medidas até agora tentam aumentar a receita e cortar algum investimento. É o equivalente a tomar morfina quando você está com uma doença crônica. Tira um pouco da dor, mas, quando passa o efeito da droga, a doença volta mais grave.
    É possível hoje evitar um aumento de carga tributária?
    Se aumentar impostos neste ano, terá que elevar em 2016 e 2017. O problema não para. Com o agravante de que a carga tributária no Brasil já é maior que na maioria dos países emergentes.
    Hoje não há segurança para investir no país em projetos de cinco ou dez anos. Aqui temos esse oportunismo político de mudar as regras e isso acaba com a credibilidade.
    Nos últimos seis anos, começando após a crise de 2008, a política econômica populista contribuiu enormemente com a crise.
    Mascararam números, elevaram gastos, aumentaram subsídios. Deu errado. Crescemos menos que o resto do mundo e os ganhos sociais estão retrocedendo.
    Economistas ligados ao PT continuam defendendo que é preciso reduzir juros para estimular os investimentos e aumentar o crescimento.
    A Dilma começou seu primeiro mandato prometendo juro real de 2% e gastando mais. O que estão propondo agora é o mesmo que levou o país à grave crise que atravessamos.
    Crédito subsidiado melhora os resultados das empresas, mas não eleva os investimentos.
    A empresa só troca um financiamento privado caro por um empréstimo público mais barato.
    Política industrial pode ser eficaz e todo mundo faz, mas tem que selecionar direito e criar contrapartidas.
    Não pode dar incentivos e proteções a roldão.
    A indústria, que se beneficiou dessa proteção, agora critica muito o governo.
    É profundamente injusto dizer que a culpa é só do governo. Essa agenda foi defendida durante anos por interesses empresariais. Foi aplaudida em praça pública no começo de 2009, dizendo que levaria a um aumento do investimento e tiraria o país da crise internacional.
    O setor financeiro tem sido mais cauteloso nas críticas. Por quê?
    Não posso falar por setores específicos. Mas ninguém gosta de enfrentar o fracasso.
    É verdade que o governo é incompetente, mas não agiu sozinho. Muitos dos que hoje criticam apoiaram as medidas que levaram a economia à situação em que está. Mas também é claro que existe uma preocupação legítima com a solidez do país.
    Qual é a responsabilidade do Congresso na crise?
    Outras pessoas podem falar melhor de política, mas a única coisa que decepciona tanto quanto o governo é a oposição. Na campanha, a oposição também se eximiu de enfrentar os problemas.
    Qual é a dificuldade de debater a governança das estatais? É muito ruim mesmo. Também precisamos discutir o funcionalismo, que ganha muito mais do que o setor privado.
    E qual é o problema de falar de privatização? Na minha geração, telefone era presente de casamento declarado no Imposto de Renda. O país melhorou muito depois da privatização.
    O Brasil ainda tem chance de evitar a perda do grau de investimento de outra agência?
    A crise é grave e o rebaixamento é um sintoma.
    Essa crise vai ser longa, mas hoje estou menos pessimista do que há um ano, quando os problemas já eram visíveis, mas havia um autoengano e o país se recusava a enfrentá-los. Pelo menos hoje estamos discutindo.
    Só ainda não chegamos ao fundo do poço. As previsões no Insper apontam para uma recessão de 3% neste ano e 2% no ano que vem.
    O sr. projeta alguma recuperação da economia em 2017?
    É difícil a economia se recuperar enquanto os problemas não forem enfrentados. A crise vai piorar. Haverá impacto nos resultados das empresas, repercussão no emprego e na qualidade de vida.
    A conta do populismo sempre chega. No Brasil, essa conta chegou

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    quinta-feira, 13 de agosto de 2015

    Tio Patinhas

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    quarta-feira, 12 de agosto de 2015

    TV Tarobá

    http://www.tvtaroba.com.br/cascavel

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    terça-feira, 11 de agosto de 2015

    Top Char 100 Billboard - 1970

    Top 100 Songs of 1970




    1LaylaDerek & The Dominos
    2Bridge Over Troubled WaterSimon & Garfunkel
    3Let It BeBeatles
    4Your SongElton John
    5Sex MachineJames Brown
    6LolaKinks
    7Who'll Stop The RainCreedence Clearwater Revival
    8Fire And RainJames Taylor
    9ParanoidBlack Sabbath
    10All Right NowFree
    11My Sweet LordGeorge Harrison
    12Black Magic WomanSantana
    13Maybe I'm AmazedPaul McCartney
    14WarEdwin Starr
    15Band of GoldFreda Payne
    16Instant KarmaJohn Lennon
    17American WomanGuess Who
    18The Long And Winding RoadBeatles
    19Have You Ever Seen the RainCreedence Clearwater Revival
    20Joy to The WorldThree Dog Night
    21Spirit In The SkyNorman Greenbaum
    22Oye Como vaSantana
    23Child In TimeDeep Purple
    24MoondanceVan Morrison
    25OhioCrosby, Stills, Nash & Young
    26Pressure DropToots & The Maytals
    27I'll be ThereJackson 5
    28Ball of ConfusionTemptations
    2925 or 6 to 4Chicago
    30O-o-h ChildFive Stairsteps
    31Truckin'Grateful Dead
    32Roadhouse BluesDoors
    33QuestionMoody Blues
    34Up Around The BendCreedence Clearwater Revival
    35Close to YouCarpenters
    36We've Only Just BegunCarpenters
    37Proud MaryIke & Tuna Turner
    38Mama Told me (Not to Come)Three Dog Night
    39Ain't no Mountain High EnoughDiana Ross
    40WoodstockCrosby, Stills, Nash & Young
    41Iron ManBlack Sabbath
    42If You Could Read my MindGordon Lightfoot
    43Lookin' Out my Back DoorCreedence Clearwater Revival
    44Signed, Sealed, Delivered I'm YoursStevie Wonder
    45Cracklin' RosieNeil Diamond
    46Across the UniverseBeatles
    47In the SummertimeMungo Jerry
    48The Wonder of YouElvis Presley
    49ABCJackson 5
    50PatchesClarence Carter
    51DominoVan Morrison
    52The Love You SaveJackson 5
    53Kentucky RainElvis Presley
    54Spill the WineEric Burdon and War
    55Don't Play That SongAretha Franklin
    56Sweet JaneVelvet Underground
    57Rose GardenLynn Anderson
    58It's a ShameSpinners
    59I'm Your Captain/Closer to HomeGrand Funk Railroad
    60Immigrant SongLed Zeppelin
    61Move on upCurtis Mayfield
    62Uncle John's BandGrateful Dead
    63Lucky ManEmerson, Lake and Palmer
    64No Matter WhatBadfinger
    65Wild WorldCat Stevens
    66Make It With YouBread
    67Big Yellow TaxiJoni Mitchell
    68Love on a Two-Way StreetMoments
    69Colour my WorldChicago
    70Coal Miner's DaughterLoretta Lynn
    71VehicleIdes of March
    72I Hear You KnockingDave Edmunds
    73What is LifeGeorge Harrison
    74After MidnightEric Clapton
    75Southern ManNeil Young
    76Green-Eyed LadySugarloaf
    77Make me SmileChicago
    78Teach Your ChildrenCrosby, Stills, Nash & Young
    79Turn Back The Hands of TimeTyrone Davis
    80Everything Is BeautifulRay Stevens
    81Express YourselfCharles Wright & Watts 103rd St. Rhythm Band
    82Mr. BojanglesNitty Gritty Dirt Band
    83If I Were Your WomanGladys Knight & The Pips
    84Mississippi QueenMountain
    85Where my Rosemary GoesEdison Lighthouse
    86Groove meKing Floyd
    87Travelin' BandCreedence Clearwater Revival
    88Call Me Super BadJames Brown
    89Carry onCrosby, Stills, Nash & Young
    90Knock Three TimesDawn
    91CeciliaSimon & Garfunkel
    92Stoned LoveSupremes
    93Help me Make It Through The NightSammi Smith
    94Into The MysticVan Morrison
    95Funk # 49James Gang
    96Samba Pa TiSantana
    97Love The One You're WithStephen Stills
    98For The Good TimesRay Price
    99Run Through The JungleCreedence Clearwater Revival
    100I Think I Love YouPartridge Family

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    segunda-feira, 10 de agosto de 2015

    Dica

    Amazing App InstaPlace! get it from http://getinstaplace.com/

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    domingo, 9 de agosto de 2015

    Dica de Repositório

    https://docs.com/documentado

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    sábado, 8 de agosto de 2015

    Entrevista da Semana: Delfin Netto

    Como o sr. vê a situação hoje?
    Com muita preocupação. As pessoas sabem que a presidente é uma mulher com espírito muito forte, com vontades muito duras, e ela nunca explicou porque ela deu aquela conversão na estrada de Damasco. Ela deveria ter ido à televisão, já no primeiro momento, e dizer: “Errei. Achei que o modelo que nós tínhamos ia dar certo e não deu”. Mas, não. Ela mudou sem avisar e sem explicar nada para ninguém. Como confiar?
    Como define a conversão na estrada de Damasco?
    Ela mudou um programa econômico extremamente defeituoso, que foi usado para se reeleger. Em 2011, a Dilma fez um ajuste importante, aprovou a previdência do funcionalismo público, o PIB cresceu praticamente no nível do Lula. Mas o vento que era de cauda e que ajudou muito o Lula tinha mudado e virado um vento de frente.
    Os ventos internacionais?
    Sim. Então, ela foi confrontada em 2012 com essa mudança e com a expectativa de que a inflação ia aumentar e o crescimento ia diminuir e ela alterou tudo. Passou para uma política voluntarista, intervencionista, foi pondo a mão numa coisa, noutra, noutra, noutra... Aquilo tudo foi minando a confiança do mundo empresarial e, de 2012 a 2014, o crescimento vai diminuindo, murchando. 
    E o uso na reeleição?
    A tragédia, na verdade, foi 2014, porque ela usou um axioma da política, que diz que ‘o primeiro dever do poder é continuar poder’. No momento em que ela assumiu isso, ela passou a insistir nos seus equívocos. Aliás, contra o seu ministro da Fazenda, o Guido Mantega, que tinha preparado a mudança, tanto que as primeiras medidas anunciadas pelo Joaquim Levy já estavam prontas, tinham sido feitas pelo Guido.
    Então, o sr. discorda da versão corrente de que a culpa foi do Mantega?
    O Guido não tem culpa nenhuma. E, para falar a verdade, nenhum ministro da Fazenda da Dilma tem culpa nenhuma, porque o ministro da Fazenda é a Dilma, é ela. E o custo da eleição é o grande desequilíbrio de 2014. 
    Qual o papel do Levy?
    Como a credibilidade do governo é muito baixa, o ajuste que ele fez encontrou muitas dificuldades, não teve sucesso porque não foi possível dizer que o ajuste era simplesmente uma ponte.
    A presidente não vive dizendo que é só uma travessia?
    Travessia sem ponte? 
    E o pacote fiscal?
    O primeiro equívoco mortal foi encaminhar para o Congresso uma proposta de Orçamento com déficit. Foi a maior barbeiragem política e econômica da história recente do Brasil. A interpretação do mercado foi a seguinte: o governo jogou a toalha, abriu mão de sua responsabilidade, é impotente, então, seja o que Deus quiser, o Congresso que se vire aí. 
    A briga interna do governo não é um complicador?
    A briga interna ocorre em qualquer governo, mas o presidente tem de ter uma coisa muito clara: ele opta por um e manda o outro embora. Um governo não pode ter dentro de si essas contradições, senão vira um Frankenstein.
    Quem tem de sair, o Levy, o Nelson Barbosa ou o Aloizio Mercadante?
    Quem tem de sair é problema da Dilma, mas quem assessorou isso do Orçamento com déficit levou o governo a uma decisão extremamente perigosa e desmoralizadora e isso produziu um efeito devastador. 
    De tudo o que o sr. diz, conclui-se que o ponto central da crise é que Dilma é uma presidente fraca?
    Ela tem uma visão do Brasil que não coincide com o Brasil.
    Por que o sr. defendia o aumento da Cide, não a recriação da CPMF?
    O aumento da Cide seria infinitamente melhor. CPMF é um imposto cumulativo, regressivo, inflacionário, tem efeito negativo sobre o crescimento e quem paga é o pobre mesmo. Ele está sendo usado porque o programa do governo é uma fraude, um truque, uma decepção – não tem corte nenhum, só substituição de uma despesa por outra e o que parece corte é verba cortada do outro. Dizem que vão usar a verba do sistema S. Ora, meu Deus do céu! R$ 1 do sistema S produz infinitamente mais do que R$ 1 na mão do governo. Alguém duvida de que o governo é ineficiente? 
    A presidente Dilma...
    Acho que não, nem ela. Ela sabe disso, só não tira proveito.
    E a Cide?
    A CPMF é coisa do século 19, a Cide é do século 21, porque você corta consumo de combustível fóssil, reduz emissão de CO2 e vai salvar um setor que você destruiu, o sucroalcooleiro. Tem 80 empresas quebrando por conta dos erros da política econômica. Na hora que você fizer isso, toda essa indústria renasce. 
    Quais as chances de o pacote passar?
    Eles vão ter de negociar com a CUT e com o PT, que é o verdadeiro sindicato do funcionalismo público. Então, é quase inconcebível e vai ter uma greve geral que vai reduzir ainda mais a receita. É uma cobra que mordeu o rabo. O aumento de imposto é 55% do programa; o corte, se você acreditar que há corte, é de 19%; e a substituição interna representa 26%. Ou seja, para cada real que o governo finge que vai economizar com salários, ele quer receber R$ 3 com as transferências e o aumento de imposto. No fundo, o esforço é nulo.
    O sr. diz que os grandes problemas começam em 2014, mas muitos analistas respeitados dizem que começam antes. Qual a responsabilidade do governo Lula?
    Até 2011, o vento de cauda era de tal ordem, a entrada da China foi de tal ordem, que dava a sensação de que você tinha entrado no paraíso e o Lula aproveitou bem para um crescimento mais inclusivo, mais equânime. Depois, eu estou convencido de que foi a intervenção extravagante, extraordinária, exagerada no sistema econômico que gerou tudo isso. Mexeu na eletricidade, mexeu nos portos, foi criando um estado de confusão que matou o “espírito animal” dos empresários, com uma queda dramática do nível de investimento e do nível de crescimento. 
    A diferença é que o Lula nunca fez questão de ser de esquerda, mas a Dilma, que vem do velho PDT brizolista, nacionalista e estatizante, tem esse compromisso?
    O Lula é um pragmático, uma inteligência extraordinária. Já a Dilma tem, sim, o velho problema do engenheiro, o engenheiro Brizola, que por onde passou destruiu tudo, destruiu de tal jeito o Rio Grande do Sul que ninguém mais salva. Ela tem uma ideia intervencionista, realmente não acredita no sistema de preços. Veja essa escolha dela no pré-sal, é inteiramente arbitrária. Foi dar para a Petrobrás uma tarefa muito acima do que ela é capaz. Nada mais infantil no Brasil do que a sua esquerda, facilmente manobrável.
    Quem é a esquerda no Brasil hoje?
    No Brasil de hoje, esquerda e direita são sinais de trânsito. O fato é que a Dilma é uma intervencionista e foi a crença de que ela não mudou, e de que a escolha do Joaquim foi simplesmente um expediente para superar uma dificuldade, que não deu credibilidade ao plano de ajuste.
    Além de perder credibilidade junto aos empresários, a presidente também está perdendo apoios na base social do PT.
    Como ela não explicou que errou e por que iria mudar a política econômica, o 1/3 que votou nela se sentiu traído de verdade e o 1/3 que votou contra ela disse: ‘Viu? Eu não disse?”. Sobraram para ela só 8%.
    Em quem o sr. votou?
    Na Dilma. Mas acho que o Aécio era perfeitamente “servível”. Teria as mesmas dificuldades que a Dilma enfrenta, porque consertar esse negócio que está aí não é uma coisa simples para ninguém, mas ele entraria com uma outra concepção de mundo, faria um ajuste com muito menos custo e a recuperação do crescimento teria sido muito mais rápida.
    Se a presidente está com 8% de popularidade, pior até que o Collor, o impeachment seria uma solução?
    Se houver algum desvio de conduta materialmente provado, o impeachment é um recurso natural dentro da Constituição. Então, não há nenhuma quebra de institucionalidade, não tem nenhum problema. Agora, o Brasil não é nenhuma pastelaria e não é nenhuma passeata cívica de verde e amarelo nem panelaço que decide se vai ter ou não impeachment. Não há recall de presidentes. A sociedade votou, que pague os seus erros para aprender e volte em 2018. Está em segunda época, volte em 2018 para fazer nova prova.
    Então, o sr. não votaria na Dilma novamente em 2018, se ela pudesse ser candidata?
    Não, primeiro porque ela não pode ser candidata. É preciso dizer que eu acho a Dilma absolutamente honesta, com absoluta honestidade de propósito, e que ela é simplesmente uma trapalhona.
    Numa eventualidade, o vice Temer seria adequado para a Presidência como foi o Itamar Franco?
    Acho que sim. Nós somos muito amigos. O Temer tem qualidades, é uma pessoa extraordinária, um gentleman e um sujeito ponderado, tem tudo, mas eu refugo essa hipótese enquanto não houver provas, e vou te dizer: ele também.

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    sexta-feira, 7 de agosto de 2015

    Dica de App

    Try this great free Chess game! http://market.android.com/details?id=uk.co.aifactory.chessfree&referrer=utm_source%3Dchessfree%26utm_medium%3Drecommend

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    quinta-feira, 6 de agosto de 2015

    Dica do Semestre

    Jovem Pan AM - Os Pingos nos is https://player.fm/series/jovem-pan-am-os-pingos-nos-is

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    quarta-feira, 5 de agosto de 2015

    Speedtest

    Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest. Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/1438355263

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    terça-feira, 4 de agosto de 2015

    Entrevista do Ano: Pamela Rutledge

    BBC Brasil - Estamos mostrando o nosso 'lado negativo' nas redes sociais?

    Pamela Rutledge -
    As pessoas são as mesmas, online ou offline. Mas a internet tem a ver com respostas rápidas. As pessoas falam sem pensar. É diferente da experiência social offline, em que você se policia por conta da proximidade física do interlocutor. Nós já estamos acostumados com a ideia de que nosso comportamento obedece a regras sociais, mas ainda não percebemos que o mesmo vale na internet.

    BBC Brasil - No Brasil, a polarização política tem levado pessoas com visões distintas a se ofenderem e ameaçarem, tanto em comentários em sites de notícias quanto nas redes sociais. A internet estimularia o radicalismo?

    Rutledge -
    As redes sociais encorajam pessoas com posições extremas a se sentirem mais confiantes para expressá-las. Pessoas que se sentem impotentes ou frustradas se comportam desta maneira para se apresentarem como se tivessem mais poder. E as pessoas costumam se sentir mais poderosas tentando diminuir ou ofender alguém.

    BBC Brasil - Os comentários na internet são um índice confiável do que as pessoas realmente acreditam?
    Rutledge - Depende do tópico. Mas as pessoas que tendem a responder de maneira agressiva não representam o sentimento geral.

    BBC Brasil - As pessoas com opiniões menos radicais têm menos disposição para comentar do que as demais?

    Rutledge -
    Sim. Porque os comentários agressivos têm mais a ver com a raiva das pessoas do que com uma argumentação para mudar a mente das outras. Quem parte para a agressividade, não está dando informações para trazer alguém para seu lado, estas pessoas querem apenas agredir.

    BBC Brasil - A "trollagem", gíria de internet para piadas ou comentários maldosos sobre anônimos e famosos, muitas vezes feitos repetidamente, é vista por muita gente como diversão. Há perigos por trás das piadas?

    Rutledge -
    No caso das celebridades que são alvo da ''trollagem'', os fãs vêm defendê-las, então, elas não costumam precisar tomar qualquer iniciativa. No caso dos anônimos, a recomendação é usar ferramentas para solução de conflitos, como encorajar seus amigos e conhecidos a não serem espectadores, mas a tomarem atitudes em defesa do ofendido. Isso não significa discutir com os autores das ofensas, porque isso alimenta os ''trolls'' e é isso que eles querem.


    BBC Brasil - Os procedimentos de segurança do Facebook e do Twitter são suficientes para proteger os alvos de bullying?

    Rutledge -
    Seria ingênuo esperar que qualquer companhia, mesmo do tamanho do Facebook e do Twitter, seja capaz de monitorar e ajudar neste tipo de situação. E não dá para deixar só para as empresas aquilo que devemos ser responsáveis, nós mesmos. É importante que as pessoas entendam como funcionam as ferramentas e seus mecanismos para privacidade. Se a conclusão for que o Facebook não oferece o suficiente, que as pessoas se posicionem e reclamem: ''Não é suficiente''.

    BBC Brasil - Que tipo de doenças são ligadas ao uso da internet ou das redes sociais?

    Rutledge -
    A resposta simples é não, não há doenças causadas pela internet. Há preocupações recorrentes com o vício em internet ou em redes socais. Mas vícios são doenças bastante sérias e a internet não cria personalidades com vícios. As pessoas usam as redes da mesma forma que usam álcool, jogos, chocolate, ou qualquer outra coisa que mascare problemas maiores.

    BBC Brasil - Problemas como...?

    Rutledge -
    Falta de autoestima, depressão. É importante chegar à real causa do vício, apenas cortar a internet não muda nada.

    BBC Brasil - Temas como diversidade sexual, racismo e machismo, vistos como tabus até recentemente, são hoje bastante populares online. Como vê estes tópicos ganhando atenção?

    Rutledge
    - É sempre positivo que as pessoas debatam e desenvolvam seu conhecimento sobre temas. Mesmo que a conversa termine de forma negativa, isso ainda vale para que se perceba o que está acontecendo a seu redor. Afinal, tudo isso já acontecia, mas não tínhamos conhecimento - e isso significa que estamos nos aproximando da possibilidade de transformá-las.

    BBC Brasil - Quais são os conselhos para os pais ajudarem seus filhos a não embarcarem nas ondas de ódio das redes sociais?

    Rutledge -
    A primeira coisa é conversar com as crianças desde muito cedo sobre tecnologia. Muitos evitam porque não entendem bem a tecnologia. Mas a tecnologia é apenas o "lugar" onde as coisas estão acontecendo; o principal ainda são os valores. Então, se algo está acontecendo em qualquer plataforma que os pais não conheçam bem, a sugestão é que chamem as crianças e peçam que elas deem seu ponto de vista. Aí sim eles poderão entender como as crianças estão lidando com a questão e, a partir daí, decidir quais devem ser as preocupações. A responsabilidade pode ser compartilhada. É importante ensinar os filhos a pensarem criticamente.


    BBC Brasil - Muitos acham que ler históricos de conversas dos filhos ou usar apps para controlá-los é a melhor forma de ajudar as crianças. O controle é uma boa saída?

    Rutledge -
    Os pais precisam entender que devem escutar seus filhos. Claro que cada situação tem suas características, mas geralmente controlar significa que você não conversou com eles e não lhes deu oportunidades para tomar decisões.

    O problema é que, em algum momento, eles vão precisar tomar decisões por si mesmos e você não vai estar ali, nem o seu "app de controle". Então, é muito melhor dialogar, e isso costuma ser muito difícil para os pais, que tendem dizer o que os filhos devem fazer, sem conversa.

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