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Mostrando postagens de 2015

Dica: Roupas Masculinas

aixos
Aposte:
– linhas verticais, que alongam a silhueta
– camisas com a manga dobrada para fora
– tons médios e claros para ternos e costumes
– paletós e blazer com, no máximo, três botões 
– peças com tons semelhantes. Se usar uma camisa branca e calça preta, seu corpo fica cortado ao meio, criando a impressão de que você é menor do que é. O mesmo vale para cores de sapatos em relação às calças

Evite:
– linhas horizontais
– calças xadrez
– casacos ou bermudas com comprimento abaixo da linha do joelho >>Por dentro do guarda-roupa de executivos de sucesso
>>Dicas de estilo:o que usar em ocasiões específicas
>>Fotos: quem já “escorregou” na composição do look
Magros e altos
Aposte:
– peças com linhas e recortes horizontais
– contraste de cores entre camisa, cinto, calça e sapato
– estampas de tamanhos médio e grande
Gordos
Aposte:
– linhas verticais, como as riscas de giz
– casacos, blazers, jaquetas e paletós abertos
– tecidos finos e fluidos, como algodão e oxfordine, que não marcam o co…

Laços frágeis

Não pretendo conseguir escapar a essas duas armadilhas que confortam o "ego" do filósofo, um ego já bastante fragilizado, diga-se de passagem. Tento contorná-las por uma pergunta mais modesta: por que os laços antigos entre atividade filosófica e consolação se tornaram tão frágeis, talvez até tenham se rompido, na filosofia contemporânea? Quais são as razões históricas desse rasgo?
Algumas pistas para uma resposta. A primeira pista orienta a filosofia de Adorno e, de maneira mais ampla, de boa parte da reflexão (filosófica, política, estética) depois de Auschwitz. Se o exercício da filosofia, a askesis, podia me consolar da minha própria morte, me ajudar a enfrentar a finitude, talvez mesmo me ajudar a fazer o trabalho de luto pela morte de um ser próximo, essa bela meditação se revela impotente diante da organização "racional" do massacre, diante da "morte em massa" (Jorge Semprún). Não se trata mais aqui de concluir uma paz (mesmo provisória) com a mort…

Papel de Parede 4K

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Esplanada Dos Ministérios

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Bye Bye Brazil

Vai passar um tempo trabalhando no exterior? Pensa em tentar a vida em outro país? Tudo bem, mas a Receita precisa saber. Se o afastamento superar 12 meses, aos olhos do fisco você passa a ser não residente fiscal, sujeito a regras distintas das aplicáveis aos brasileiros residentes. Conversei com a advogada Luciana Navarro Pantaroto, do escritório Dian & Pantaroto, especialista no assunto. VOU EMBORA DE VEZ Para encerrar sua residência fiscal no Brasil, duas providências: entregar a Comunicação e a Declaração de Saída Definitiva do País. Parecem a mesma coisa, mas não são. A Comunicação de Saída Definitiva do País é feita pelo site da Receita a partir da data de saída até o fim de fevereiro do ano seguinte. A Declaração de Saída Definitiva do País deve ser entregue entre março e abril do ano seguinte usando o mesmo programa anualmente colocado à disposição para as declarações do IR. A partir desse momento cessa sua obrigação de entregar declaração de ajuste anual à Receita Federa…

Entrevista do ano: Jorge Castanheda

Folha - O que deu errado na América Latina? Jorge Castañeda - Primeiro, o fim do "boom" das commodities, que permitia que vários países gastassem muito dinheiro. Era sorte, e muitos esquerdistas foram eleitos. Por que a esquerda ascendeu ao mesmo tempo na região? Tem a ver com as promessas não cumpridas no período neoliberal [nos anos 90]. E a estabilidade financeira nos disse que as pessoas teriam uma vida um pouco mais confortável para assumir riscos. Com a consolidação da democracia onde há desigualdade, se as eleições são respeitadas, ao longo do tempo você terá partidos de esquerda vencendo por causa das características sociais. O sr. escreveu no jornal "New York Times", "A Morte da Esquerda Latino-Americana"... Não escolhi o título. Ninguém morre de perda de poder. Você volta, um dia. Enquanto ela não volta, acha que está disposta a aprender com seus próprios erros? Para o Brasil é diferente, pois as exportações de commodities são uma porcentagem muito …

Into The Universe

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Humor do Semestre

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Papel de Parede

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Dica de Terror

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Twitter

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Sampa

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Universo

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Melhor Idade

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Literatura Espírita

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Reflexão do Bimestre

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Entrevista do Trimestre: Luiz C. Fernandes

O Financista: Ao me receber, o senhor disse que, se eu enxergasse uma saída para o Brasil, mereceria parabéns. O senhor está pessimista?
Luiz Cezar Fernandes: (risos) Estamos em um beco quase sem saída. Destruímos praticamente todos os nossos instrumentos, inclusive por excesso de regulamentação, após 2008. Em grandes crises, os bancos sempre se defenderam comprando ativos reais, fossem ações ou imóveis. O ativo financeiro não é segurável na mão e está virando pó. Os bancos cumprem todos os índices de liquidez, mas o que seguram é uma pedra de gelo. Aí, vem a ideia de aumentar o tamanho das instituições financeiras. Só resolve aparentemente. Se você pensar em 2008, os quatro maiores bancos de investimento dos Estados Unidos eram monstruosos. Resolveu a crise? Não, muito pelo contrário: tornou-a mais rápida e aguda. Numa crise sistêmica, o Brasil tem apenas cinco bancos.

O Financista: Teria que flexibilizar as regras?
Fernandes: Sim. Deixar que cada um descubra uma defesa porque isso tamb…

Dica de Filme

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Power Point Show (PPS)

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Conspiração, A - DVD

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01 Lindo Dia

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EUA reconhecem que será difícil implementar cessar-fogo na Síria

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Dica de Filme em DVD

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Reflexão do Mês

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Entrevista da Semana: Zygmunt Bauman

ÉPOCA –  De acordo com sua análise, as pessoas vivem um senso de desorientação. Perdemos a fé em nós mesmos?
Zygmunt Bauman –
Ainda que a proclamação do “fim da história” de Francis Fukuyama não faça sentido (a história terminará com a espécie humana, e não num momento anterior), podemos falar legitimamente do “fim do futuro”. Vivemos o fim do futuro. Durante toda a era moderna, nossos ancestrais agiram e viveram voltados para a direção do futuro. Eles avaliaram a virtude de suas realizações pela crescente (genuína ou suposta) proximidade de uma linha final, o modelo da sociedade que queriam estabelecer. A visão do futuro guiava o presente. Nossos contemporâneos vivem sem esse futuro. Fomos repelidos pelos atalhos do dia de hoje. Estamos mais descuidados, ignorantes e negligentes quanto ao que virá.
ÉPOCA –  Segundo o senhor, a decadência da política acontece desde o século passado. A situação piorou agora?  
Bauman –
A decadência da política é causada e reforçada pela crise…

Dica DVD

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Space Today TV ep.143 - Notícias: Caronte, Hawking no Espaço e ISS Sobre...

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Entrevista: Marilena de S. Chaui

CULT: Como a senhora vê a situação política vivida pelo Brasil hoje?
Marilena Chaui: É uma situação gravíssima. É gravíssima não por causa daquilo que a mídia apresenta como falência do governo, mas pelo movimento conservador, reacionário, de extrema direita e protofascista que está tomando conta da pauta política. Quando examinamos os pontos da pauta política discutidos de outubro de 2015 até agora, vemos o poder dos grupos dos “3B”: o boi, a bala e a Bíblia. É uma regressão sociopolítica fora do comum. É uma pauta regressiva, antidemocrática, de violação de todos os direitos que foram conquistados ao longo dos últimos quinze anos. Todo o fundo reacionário protofascista que existe no Brasil e que é alimentado pela classe média urbana brasileira veio à tona e pegou as esquerdas completamente desprevenidas. As esquerdas tinham pautas como o antineoliberalismo, os direitos, a questão da Palestina e do Oriente Médio, do surgimento do Estado Islâmico, enfim, pautas voltadas ao…