quinta-feira, 31 de julho de 2014

estou recomendando!

Estou ouvindo Jovempan 620 AM pelo APP RadiosNet e Download: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.radios.radiosmobile.radiosnet

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

4Shared App



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terça-feira, 29 de julho de 2014

DIÁRIO POPULAR



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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.

 Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/908689153

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domingo, 27 de julho de 2014

Cinema ao ar Livre

Mesmo com o frio, sessões de cinema ao ar livre a…: http://youtu.be/zxsPvvSAl5U

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sábado, 26 de julho de 2014

Qual é a sua velocidade?

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.  http://www.speedtest.net/my-result/a/906281029

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Zen

Eu estou ouvindo Canção Nova com o TuneIn. #RealRadio http://tun.in/seVJF

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

BBC Brasil

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/07/140723_uber_teste_rb.shtml

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Lava Roupas



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terça-feira, 22 de julho de 2014

Music

Confira Sound Of Madness de Shinedown! Acabei de encontrar usando o TrackID da Sony. http://www.trackid.info/track/dmllZGtDcHcxU3lsR1ZsMFdCOVZMcUFCMS1n

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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Twitter!

Confira Eliane Brum (@brumelianebrum): https://twitter.com/brumelianebrum

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domingo, 20 de julho de 2014

BBC

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/07/140713_wc2014_copa_balanco_ms.shtml

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sábado, 19 de julho de 2014

Verificada

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest. Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/846871742

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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Apps

WWWhat's new Brasil: Novo GoodBarber, plataforma para criar apps móveis sem programar. http://google.com/newsstand/s/CBIw6tGuvho

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quinta-feira, 17 de julho de 2014

dica!

Confira LA Galaxy vs New England Revolution no Yahoo Esportes http://br.esporteinterativo.yahoo.com/futebol/mls/la-galaxy-new-england-revolution-11493

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Ceticismo

 Cepticismo ou ceticismo é qualquer atitude de questionamento para o conhecimento, fatos, opiniões ou crenças estabelecidas como fatos. Filosoficamente, é a doutrina da qual o espírito humano não pode atingir nenhuma certeza a respeito da verdade. O ceticismo filosófico é uma abordagem global que requer todas as informações suportadas pela evidência. O ceticismo filosófico clássico deriva da Skeptikoi, uma escola que nada afirma. Adeptos de Pirronismo, por exemplo, suspenderam o julgamento em investigações. Os céticos podem até duvidar da confiabilidade de seus próprios sentidos. O ceticismo religioso, por outro lado é a dúvida sobre princípios religiosos básicos (como a imortalidade, a providência e a revelação). Índice 1 História 1.1 Antiguidade 1.2 Idade Média 2 Ceticismo científico 3 Desenganadores 4 Pseudo-ceticismo 5 Ceticismo como inércia História Antiguidade Ver artigos principais: Ceticismo filosófico e Pirro O ceticismo filosófico se manifestou na Grécia clássica, aparentemente um de seus primeiros proponentes foi Pirro de Elis (360-275 a.C.) que estudou na Índia e defendia a adoção de um ceticismo prático. Carneades discutiu o tema de maneira mais minuciosa e contrariando os estoicos, dizia que a certeza no conhecimento, seria impossível. Sexto Empírico (200 a.C.) é tido como a autoridade maior do ceticismo grego. Mesmo atualmente o ceticismo filosófico costuma ser confundido com o ceticismo vulgar e com aquilo que a tradição cética denominou de dogmatismo negativo. Nada mais está tão em desacordo com o espírito do ceticismo do que a reivindicação de quaisquer certezas, seja as positivas ou as negativas. Na Filosofia islâmica, o ceticismo foi estabelecido por Al-Ghazali (1058–1111), conhecido no Ocidente como Algazel, era parte da Ash'ari, a escola de teologia islâmica, cujo método de ceticismo compartilha muitas semelhanças com o método de René Descartes. Idade Média Os principais textos do ceticismo clássico disponíveis hoje, não foram conhecidos no período medieval, mas por volta de 1430 apareceu uma edição latina das Vidas do Filósofos de Diógenes Laércio, feita por Ambrogio Traversari, este texto teve ampla circulação e pode ter despertado o interesse pelo ceticismo, é aparentemente a partir deste momento que o próprio termo scepticus se difunde. Ceticismo científico Ceticismo científico Um cientista cético (ou empírico) questiona crenças com base na compreensão científica. A maioria dos cientistas, sendo cientistas céticos, testam a confiabilidade de certos tipos de afirmações, submetendo-as a uma investigação sistemática usando alguma forma de método científico. O ceticismo científico é uma defesa do público crédulo contra o charlatanismo e explicações sobrenaturais para fenômenos naturais. Apesar de o ceticismo envolver o uso do método científico e do pensamento crítico, isto não necessariamente significa que os céticos usem estas ferramentas constantemente. Os céticos são freqüentemente confundidos com, ou até mesmo apontados como, cínicos. Porém, o criticismo cético válido (em oposição a dúvidas arbitrárias ou subjetivas sobre uma ideia) origina-se de um exame objetivo e metodológico que geralmente é consenso entre os céticos. Note também que o cinismo é geralmente tido como um ponto de vista que mantém uma atitude negativa desnecessária acerca dos motivos humanos e da sinceridade. Apesar de as duas posições não serem mutuamente exclusivas, céticos também podem ser cínicos, cada um deles representa uma afirmação fundamentalmente diferente sobre a natureza do mundo. Os céticos científicos constantemente recebem também, acusações de terem a mente fechada ou de inibirem o progresso científico devido às suas exigências de evidências cientificamente válidas. Os céticos, por sua vez, argumentam que tais críticas são, em sua maioria, provenientes de adeptos de disciplinas pseudocientíficas, tais como homeopatia, reiki, paranormalidade e espiritualismo, cujas visões não são adotadas ou suportadas pela ciência convencional. Segundo Carl Sagan, cético e astrônomo, você deve manter sua mente aberta, mas não tão aberta que o cérebro caia. A necessidade de evidências cientificamente adequadas como suporte a teorias é mais evidente na área da saúde, onde utilizar uma técnica sem a avaliação científica dos seus riscos e benefícios pode levar a piora da doença, gastos financeiros desnecessários e abandono de técnicas comprovadamente eficazes. Por esse motivo, no Brasil é vedado aos médicos a utilização de práticas terapêuticas não reconhecidas pela comunidade científica. Desenganadores desenganador Um desenganador (em inglês: debunker) é um cético engajado no combate a charlatões e idéias que, na sua visão, são falsas e não-científicas. Alguns dos mais famosos são: James Randi, Basava Premanand, Penn e Teller e Harry Houdini. Religiosos contrários aos grupos de céticos desenganadores dizem que suas conclusões estão cheias de interesse próprio e que nada mais são que novos movimentos de cruzadas de crentes com a necessidade de assim se afirmarem. Entretanto, quando esses mesmos críticos são chamados a comprovar cientificamente suas teorias e alegações, a maioria dos religiosos refugam à qualquer tipo de discussão preferindo partir para ataques pessoais contra os céticos (segundo randi.org, um portal auto-denominado cético). Pseudo-ceticismo O termo pseudo-ceticismo ou ceticismo patológico é usado para denotar as formas de ceticismo que se desviam da objetividade. A análise mais conhecida do termo foi conduzida por Marcello Truzzi que, em 1987, elaborou a seguinte conceituação: Uma vez que o ceticismo adequadamente se refere à dúvida ao invés da negação - descrédito ao invés de crença - críticos que assumem uma posição negativa ao invés de uma posição agnóstica ou neutra, mas ainda assim se auto-intitulam céticos são, na verdade, pseudo-céticos. Em sua análise, Marcello Truzzi argumentou que os pseudo-céticos apresentam a seguinte conduta: A tendência de negar, ao invés de duvidar. A realização de julgamentos sem uma investigação completa e conclusiva. Uso de ataques pessoais. A apresentação de evidências insuficientes. A tentativa de desqualificar proponentes de novas idéias taxando-os pejorativamente de 'pseudo-cientistas', 'promotores' ou 'praticantes de ciência patológica'. A apresentação de contra-provas não fundamentadas ou baseadas apenas em plausibilidade, ao invés de se basearem em evidências. A sugestão de que evidências inconvincentes são suficientes para se assumir que uma teoria é falsa. A tendência de desqualificar 'toda e qualquer' evidência. O termo pseudo-ceticismo parece ter suas origens na filosofia, na segunda metade do século 19. Ceticismo como inércia A ciência moderna é baseada no ceticismo. Por um lado, a ciência deve estar sempre aberta a novas ideias (por mais estranhas que pareçam), desde que apoiadas em evidências científicas, mas deve fazê-lo de forma que sejam sempre devidamente escrutinadas, de modo a assegurar a veracidade de suas implicações e resultados. Sempre que uma nova hipótese é formulada ou uma nova alegação é realizada, toda a comunidade científica se mobiliza de modo a comprovar sua viabilidade teórica e prática. Como em qualquer outro plano, quanto mais incomuns forem as novas ideias e invenções, mais resistência tendem a enfrentar durante seu escrutínio por meio do método científico. Uma consequência disso é que vários cientistas através da história, ao apresentarem suas idéias, foram inicialmente recebidos com alegações de fraude por colegas que não desejavam ou não eram capazes de aceitar algo que requereria uma mudança em seus pontos de vista estabelecidos. Por exemplo, Michael Faraday foi chamado de charlatão por seus contemporâneos quando disse que podia gerar uma corrente elétrica simplesmente movendo um ímã por uma bobina de fio. Em Janeiro de 1905, mais de um ano após Wilbur e Orville Wright terem feito o seu histórico primeiro vôo em Kitty Hawk (em 17 de Dezembro de 1903), a revista Scientific American publicou um artigo ridicularizando o vôo dos Wright. Com assombrosa autoridade, a revista citou como principal razão para questionar os Wright o fato de a imprensa americana ter falhado em cobrir o vôo. Outros a se juntarem ao movimento cético foram o New York Herald, o Exército Americano e inúmeros cientistas americanos. Somente quando o presidente Theodore Roosevelt ordenou tentativas públicas no Forte Mayers, em 1908, após o voo do 14-bis de Alberto Santos Dumont, numa aeronave aprimorada, os irmãos Wright comprovaram suas afirmações e compeliram até os céticos mais zelosos a aceitarem a realidade das máquinas voadoras mais pesadas que o ar. Na verdade, os irmãos Wright foram bem sucedidos em demonstrações públicas do voo de sua máquina cinco anos antes do voo histórico . Nesse contexto, embora o voo dos irmãos Wright, mesmo não calando os céticos, tenha sido talvez o primeiro onde uma nave mais pesada do que o ar alçou voo, o primeiro voo de uma máquina capaz de alçar voo totalmente por conta própria, sem ajuda de catapultas, é contudo corretamente creditado a Santos Dumont, esse devidamente registrado e documentado. A maioria das invenções revolucionárias modernas, como o microscópio de corrente de tunelamento, que foi inventado em 1981, ainda encontram intenso ceticismo e até mesmo ridículo quando são anunciados pela primeira vez. Como físico, Max Planck observou em seu livro The Philosophy of Physics , de 1936: uma importante inovação científica raramente faz seu caminho vencendo gradualmente e convertendo seus oponentes: raramente acontece que 'Saulo' se torne 'Paulo'. O que realmente acontece é que os seus oponentes morrem gradualmente e a geração que cresce está familiarizada com a ideia desde o início.

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terça-feira, 15 de julho de 2014

Jornal



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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Morgana

Marque como visto: Morgana (2012) http://imdb.com/rg/an_share/title/title/tt2318360/

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domingo, 13 de julho de 2014

Qual é a sua velocidade?

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.  http://www.speedtest.net/my-result/a/891121429

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sábado, 12 de julho de 2014

Informática

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest. Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/890041662

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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Materialismo

 Em filosofia, materialismo é o tipo de fisicalismo que sustenta que a única coisa da qual se pode afirmar a existência é a matéria; que, fundamentalmente, todas as coisas são compostas de matéria e todos os fenômenos são o resultado de interações materiais; que a matéria é a única substância. Como teoria, o materialismo pertence à classe da ontologia monista. Assim, é diferente de teorias ontológicas baseadas no dualismo ou pluralismo. Em termos de explicações da realidade dos fenômenos, o materialismo está em franca oposição ao idealismo e ao metaficismo, deixando bem claro que o materialismo pode sim se co-relacionar com o idealismo e vice-versa em alguns casos, mas o real oposto da materialidade é mesmo o sentido da metafisicidade. Índice 1 História 2 Teses 3 Impressões 3.1 Outras teses História O termo foi inventado em 1702 por Gottfried Leibniz , e reivindicado pela primeira vez em 1748 por La Mettrie. Entretanto, em termos da origem das ideias, pode-se considerar que os primeiros filósofos materialistas, são alguns filósofos pré-socráticos: Demócrito, Leucipo, Epicuro, Lucrécio, os estóicos, que se opunham na questão da continuidade da matéria: os átomos evoluiriam no vácuo? O atomismo de Demócrito influenciou Platão em sua teoria (idealista) dos elementos (fogo, ar, água, terra, éter, identificados em sua forma atômica aos polígonos regulares, respectivamente : tetraedro, octaedro, icosaedro, cubo, dodecaedro). Para o materialismo científico, o pensamento se relaciona a fatos puramente materiais (essencialmente mecânicos) ou constituem epifenômeno. Na filosofia marxista, o materialismo dialético (ou materialismo marxista) é uma forma desta doutrina estabelecida por Karl Marx e Friedrich Engels que, introduzindo o processo dialético na matéria, admite, ao fim dos processos quantitativos, mudanças qualitativas ou de natureza, e daí a existência de uma consciência, que é produto da matéria, mas realmente distinta dos fenômenos de ordem material. O materialismo histórico é uma tese do marxismo, segundo a qual o modo de produção da vida material determina, em última instância, o conjunto da vida social, política e espiritual. É um método de compreensão e análise da história, das lutas e das evoluções econômicas e políticas. Essa tese foi definida e utilizada por Karl Marx (em O 18 do brumário de Luis Bonaparte, O capital), Friedrich Engels (Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico), Rosa Luxemburgo e Lênin. O termo materialismo é também utilizado para designar a atitude ou o comportamento daqueles que se apegam aos bens, valores e prazeres materiais . No campo artístico, o materialismo constitui uma tendência a dar às coisas uma representação realista e sensual. Teses  Karl Marx. Os limites do materialismo provêm essencialmente dos conceitos que são forjados inicialmente e que provocam bloqueios quando se cristalizam por uma razão ou outra (crenças diversas). Mas para avançar no conhecimento, é necessário imaginar noções que vão necessariamente preceder a busca, dirigi-la até fazer com que sejam abandonadas as demais hipóteses. Para evitar esses bloqueios é necessário raciocinar ponderando as hipóteses, cujo valor é sempre inferior a 100%%, enquanto que o valor de uma crença é sempre de 100%% sem demonstração. O pensamento funciona seguindo o princípio do dicionário, isto é, todas as definições necessitam ser expressas em palavras que, por sua vez, possuem outras definições que são expressas por meio de outras palavras, e assim por diante. Se o usuário não tivesse uma referência externa, ele não poderia compreender nenhuma definição do dicionário. Deste modo, cada ser humano utiliza seu sistema nervoso para definir o mundo, que, por sua vez, deve ser percebido anteriormente por aquele mesmo ser humano, o que lhe possibilitará definir os outros elementos que ele percebe. A única maneira que o ser humano tem de acreditar que ele pode sair desse círculo vicioso é o consenso que ele tem com os outros seres humanos. Quando se pretende explicar um fenômeno (o universo, o pensamento, o automóvel) é inútil de acrescentar um elemento (os deuses, a alma, a feitiçaria) que só complicaria a explicação final. Entretanto, a supressão de elementos inúteis não é um método propriamente materialista: William de Ockham, por exemplo, o utiliza já no século XIV. É uma maneira racional de iniciar um exercício começando as explicações com os elementos observados, ao invés de trazer outros elementos externos. Os mesmos elementos podem ser úteis a diversas teorias que se opõem em sua finalidade, mas para a compreensão da demonstração, devem ser colocadas. É necessário evocar esta clausula qualquer que seja a teoria empregada. Impressões A impressão de que o pensamento é um fenômeno não corporal (espírito) provem da disjunção entre o mecanismo (matéria) e a sensação codificada por esse mecanismo. Entretanto, a disjunção entre o mecanismo (a matéria) e a sensação introduz um dualismo no centro do materialismo. Mas a sensação é resultado do processo mecânico e se revela através do eu, que é matéria. Depende essencialmente da origem da percepção e coloca em jogo captadores, assim como as redes neurais, até o sistema motor. (i.e. É preciso tentar resolver os problemas com aquilo que temos à mão antes de colocar em jogo um fenômeno mais complexo. Navalha de Occam.) A localização do pensamento não é uma tese propriamente materialista, é uma questão que já havia sido levantada pelo platonismo, por exemplo. Se o pensamento necessita de mecanismos, estes não são necessariamente materiais. É necessário lembrar das necessidades da tese. Os mecanismos são produzidos pelo material e se «mostram» com a ajuda do material, e são portanto materiais. Seria a matéria humana tão desprezível (matéria fecal, sangue, ...) a ponto de a recusarmos como mecanismo do pensamento? O pensamento necessita ao mesmo tempo de estabilidade e instabilidade para que haja memória e aprendizagem. Isto tampouco é uma tese propriamente materialista. É necessário evocar tanto a estabilidade quanto a instabilidade, a memória e a aprendizagem, em todos os casos, com materialismo ou não, para compreender o encaminhamento desta tese. Navalha de Occam: É melhor partir do mais simples antes de fazer postulados que aumentam a dificuldade de compreensão. E, sobretudo, os postulados deveriam ser apenas postulados, para não serem pretextos para guerras ideológicas. Esta tese não é uma prova, mas apenas uma tentavia de descrição para iniciar a discussão e facultar àqueles que desejem ir além nas pesquisas, a possibilidade de realizar um algoritmo do pensamento sobre bases materiais. Como poderiam pesquisar se se lhes nega a pesquisa ao supor uma extrapolação sem provas. Senão, como é que os informatas poderiam fazer pesquisas em intelligência artificial? Outras teses Para convidar a possibilidade como causas, deve reconhecer que uma não sabe foi carregado o pensamento. A possibilidade é um mecanismo dado mas demasiado complexo de modo que um possa o descrever exatamente (exp.: tempo). Se um não souber a origem na época de um fenômeno que não signifique que um não pode saber os mecanismos usados. Para saber o tempo perfeitamente seria necessário saber a posição de todas as partículas interessadas no fenômeno, e especial pode reproduzi-lo adiantado em toda sua complexidade. Um mecanismo complexo (computador) pode resolver problemas sem reque o sentimento. O pensamento, é baseado nos sentimentos (coloridos, som, etc.). Se o pensamento necessitar o sentimento, não está reduzido a um mecanismo similar a um cálculo de processo de dados. Um cálculo de processo de dados usa a matéria, porém uma fala sobre o software ou o software inglês para o opôr ao material ou à ferragem. Como descrever o processo de cálculo de processo de dados? O sentimento que é um processo resultando da matéria, lá é possibilidades fortes de modo que uma possa reproduzir os sentimentos que partem dos mecanismos à excepção de biológico. Mas há um ponto em que é necessário insistir, ele está que nós nunca saberemos se um mecanismo testar sentimentos. Nós teremos nunca mas a palavra dos seres biológicos ou mecânicos para reivindicar que têm sentimentos. Com menos naturalmente do que um mostra a prova com a sustentação do que são os mecanismos dos sentimentos. Para o momento nós admitimos somente em uma maneira consensual que nós temos sentimentos, e é ainda uma suposição de dizer que nossos sentimentos (coloridos, som, etc..) seja idêntico entre indivíduos. O sentimento é um processo difícil de conceive uma vez, mas não o pensamento que um extraiu os sentimentos deles. O pensamento controla os sentimentos. É necessário naturalmente diferenciar o pensamento dos sentimentos, se.não um não pode incluir/entender. Os sentimentos são de estática, estes são os processos que provavelmente todos os animais que têm um sistema nervoso sabem. O pensamento é um não mecanismo ativo, mas um mecanismo resultante. O pensamento, inteligência, conscience, atenção, sentimento, percepção são mecanismos inextricavelmente dependentes. Estas palavras velhas pertencem ao corredor da língua, um não pode fazer a confiança do começo em suas definições, nem em seus mecanismos supostos. É necessário esperar a prova dos modelos válidos. Estes mecanismos são inextricavelmente dependentes porque são mal analisados. O reanalisador é necessário para desatar os nós feitos por nossos predecessores. Para progredir no conhecimento deve melhorar faz suposições, suposições. As suposições precedem sempre a pesquisa e assim os resultados, podem assim ser somente prematuros. O ponto da vista deste thesis é que o pensamento não está em um mais baixo nivelado do que aquele das redes neural. Assim é útil recordar que os princípios da evolução intervêm ao mesmo tempo no nível macroscópico e no nível microscópico (celulares), mas que o pensamento era instalação durante o tempo e suportava o corpo em sua totalidade, e para suportar não precisamente a sobrevivência ou a longevidade de cada tipo de pilhas. Algumas de nossas pilhas vivem algumas horas, outras diversos meses, e mesmo diversos anos. O pensamento é um mecanismo total, que ajustado uma vez acima, feito lhe possível resolver problemas macroscópicos. Forneceu assim às pilhas do conjunto (o corpo) dos meios de preservar a condição corrosiva. O pensamento feito exame neste sentido difere mal da inteligência. A fim resolver um problema que vem da parte externa que eu necessito a perceber (sensores apropriados) e reagir adequadamente (sistema muscular). É bastante a um mecanismo da conexão entre os dois, isto é um sistema dirigindo-se, sofisticado mais ou mais menos de acordo com a resposta para trazer, conseqüentemente a percepção para o alvo muscular. Este sophistication transformar-se-á o que nós nos chamamos o pensamento de acordo com a complexidade dos sistemas nervosos durante a evolução. Não há nenhuma razão supôr que o pensamento está ficado situado em um detalhe dos internos do corpo, melhor que no sistema nervoso em sua totalidade que pode ser feita exame como um corpo noneself. As explanações válidas para uma seriam ele para diferente, mas deve ser cliente prendido devido ao fato que a inteligência era instalação para ajudar à unidade e não para somente uma pilha. É mim total que pensa, e não um corpo interno. Se a inteligência poderia existir em uma pilha porque não seria expressada desde 3 bilhão anos em um monocellulaire ser? Se fosse praticável a probabilidade jogaria fortemente neste favor. Mais um sistema é complexo mais que tem possibilidades: Eu sou um conjunto das pilhas mais complexas do que somente uma pilha. O problema é a instabilidade dos sistemas complexos. Especifica-se que o corpo inteiro (o sistema nervoso) está considerado como um corpo... O pensamento não é um corpo que é o resultado de um trabalho dos neurônios, percepções e sistema muscular. O pensamento não faz qualquer coisa, ele não está agindo, ele é o resultado dos mecanismos. O pensamento é uma palavra para indicar o todo dos mecanismos que a constitui. Quando um descreve cada mecanismo separada, um terá descrito o pensamento. (esta tese é completamente o materialista, c.a.d. não suponha que a existência de uma vontade livre que faça esse o pensamento está agindo através da vontade (sempre de acordo com o princípio da simplicidade ou o razor de Occam).). O mecanismo do pensamento deve resultar das conexões entre pilhas desde que o corpo humano é um todo de pilhas associadas. Não pode ser dentro das pilhas, mesmo se o mecanismo limpo das pilhas intervem nos riscos do pensamento, c.a.d. no tratamento das conexões. Se o mecanismo do pensamento dever resultar das conexões entre pilhas desde que o corpo humano é um todo de pilhas associadas, não é reduzido à única matéria, e se reintroduz um dualismo do formulário tradicional forma/matéria, que não está nem no espiritualista nem no materialista. O formulário sem a ação não é usado para nada. É necessário assim que o impulso de nervo circula, e que os neurotransmissores cruzam os synapses. O que é bom a operação do material, como o elétron em um excitador. A disposição de uma rede dos neurônios é a memória, e tão por muito tempo como o impulso não circula não faz sem somente a vida limpa as pilhas. E onde a possibilidade de um pensamento intervem, é quando uma pilha se começa o impulso de nervo sem outras causas que sua própria operação ou uma operação diferida, que causem para o exemplo um tic, um acouphene, uma alucinação, uma evocação, etc.. O pensamento é um mecanismo resultante das conexões entre as pilhas nervosas, mais particularmente conexões na base da percepção, passando pelos neurônios, para conduzir ao motricidade. Como mais altamente, é uma pergunta de especificar neste thesis que o pensamento não é o resultado de um trabalho que ocorre em um nível mais baixo, mas bem no nível das redes neural. Isto é nesta escala particular. O pensamento é o resultado de um trabalho de dirigir-se somente. Nenhuma informação de mental o tipo dos objetos circula no sistema nervoso. Os objetos mentais são começados quando os circuitos são ativos. Um não deve confundir o pensamento e sua sustentação. A sustentação pode existir sem pensamento, mas o pensamento não pode existir sem sustentação e movimento. O pensamento é um processo resultando dos mecanismos totais. Isto é concernindo ao mesmo tempo a percepção, o sistema dirigindo e a conexão pelas redes neural. Um não pode provar a existência de um inexistence; além disso, desde que se soube como que o pensamento é mais um mecanismo que uma matéria, a possibilidade desta existência imaterial, embora não provado, não tem qualquer coisa absurdity. Razor de Occam: É não absurd mas para o momento inútil, tão por muito tempo como um não era até o fim deste materialist da pesquisa (terre.à.terre), e obviamente o mais simples mostrar se for certamente demonstrable. Mas seria bom que os povos interessados por uma suposição spiritualistic do pensamento, desenvolvem conjuntamente seu thesis com este materialist do thesis. Se os cientistas que fazem a pesquisa nesta maneira poderiam se expressar... (veja o artigo Spiritualismo). O pensamento carregado é uma inclusão no pensamento auditivo. O sentido das palavras vem somente dos treinamentos. Quando você aprende o sentido da árvore da palavra, você aprende-a por todos os tipos de percepções. As conexões estão estabelecidas entre percepções quando são ativadas simultaneamente ou consecutivamente. São assim as conexões estabelecidas entre percepções de soar do telefone, a imagem do telefone, o sentido tátil, a palavra telephones, e tudo que se relacionam ao telefone e que você aprende gradualmente. Quando você se ouve a conexão de telefones da palavra com os outros elementos de que é dependente está realizada se você estiver na presença do telefone. Se você ouvir soar isolado, a conexão estará estabelecida em seu sistema nervoso, e você saberá o que age, a palavra indubitavelmente evoked em seu formulário verbal. O sistema muscular próprio que está sendo correlacionado, você agirá no sentido que será apropriado a você de acordo com o momento e suas necessidades. Quando você ouvir a árvore da palavra, conforme o que você mais ou as menos atendidas as árvores, você sabem alguns mais ou menos sobre a pergunta. O sentido total da palavra, é o todo de seus treinamentos. (se o telefone soar em uma gaveta em uma árvore, é que uma tabela surrealista se está tornando animada!). Mas nós nunca temos o todo do presente do sentido no espírito, porque todas as conexões não são estabelecidas necessariamente. Não há nenhuma caixa com os significances padrão em todos os humanos com o nascimento. Estes significances são aprendidos, são induzidos gradualmente. Os significados são provavelmente nunca mesmos de um momento a outro. É bastante para fazer um thesis para realizar, e a assim vê-o sua evolução a tempo. Eu penso em francês porque eu me pretendo falar em francês desde muito pequeno. O pensamento carregado é ajustado também acima nesta maneira retroactive simplesmente. Não há nenhuma razão supôr que os outros formulários do pensamento não eram instalação na maneira mecanicamente tal simples explicar. Na mesma maneira: Eu falo em francês desde muito pequeno, mas I esta língua includes/understands: entretanto, como esta compreensão pode ser reduzida à matéria. Você não compreende nenhuma língua se você não a aprender. A compreensão é realizada gradualmente. Se você ouvir uma palavra sem ela que está sendo relacionada a um contexto unspecified, esta palavra não é o EC é somente um ruído, e mesmo menos de um ruído desde que tudo tem necessariamente um contexto. O som é matéria. Os rendimentos da língua do som. Não há nenhuma razão de modo que um som que afetem os sensores de suas orelhas seja traduzido apreciàvel na mesma maneira somente os alcances da luz seus retinas e que as imagens sejam trabalhadas em seu sistema nervoso. Compreensão, é como uma emoção, que seja quando não é ativa? Nada, se não for um mémoriel do diagrama de redes neural. E que compreensão ativa if.not uma resposta por um estado físico particular do indivíduo que inclui/entende. A compreensão é um treinamento subjetivo, lento, contínuo, que não deixa um traço preciso por causa da lentidão e da continuidade. Um não está ciente de todos os mecanismos que aparecem durante esta impressão da compreensão, mas existem. As conexões múltiplas são estabelecidas, o chemistry é ativo, e o corpo sente algum, homeostase é mantido apreciàvel. O materialismo levanta assim muitas perguntas, ainda hoje em dia sem respostas. O mais significativo é indubitavelmente isso para saber o pensamento, o sentido, etc., poderiam ser trazer visto para trás de modo que nós pensemos da matéria. A matéria em nosso tempo (2004) não é incluída/entendida porque era ele anteriormente, somente cem anos atrás. O materialism deve fazer exame do cliente deste conhecimento novo. Mas nós ainda não sabemos o que é a matéria na base, que é as funções usadas pelas partículas a ser dirigidas, para ligar, e para separar, e assim que uniforme há umas partículas desde que todo nosso conhecimento é baseado no interactivity. Este materialist do thesis nos mecanismos do pensamento deixa assim ao menos um fator desconhecido. E prende o cliente dele, testa ao menos. Seu postulado básico é que o pensamento resulta dos mecanismos em uma escala mais altamente do que microscópica, e que é assim inútil conhecer mecânicos do quantum para tentar a resolver pelo processo de dados.

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Google Play

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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.

 Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/886704579

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terça-feira, 8 de julho de 2014

Bio

Confira Brasil vs Holanda no Yahoo Esportes http://br.esporteinterativo.yahoo.com/futebol/copa-2014/brasil-holanda-7431

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

Cláudia



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domingo, 6 de julho de 2014

Get the app

Pele says his heart 'hurts' over Neymar injury via Yahoo News Digest   and the day's need-to-know news. https://yho.com/newsdigestall

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sábado, 5 de julho de 2014

Pragmatismo

 O Pragmatismo constitui uma escola de filosofia estabelecida no final do século XIX, com origem no Metaphysical Club, um grupo de especulação filosófica liderado pelo lógico Charles Sanders Peirce, pelo psicólogo William James e pelo jurista Oliver Wendell Holmes, Jr., congregando em seguida acadêmicos importantes dos Estados Unidos. Segundo essa doutrina metafísica, o sentido de uma ideia corresponde ao conjunto dos seus desdobramentos práticos. O primeiro registro do termo pragmatismo ocorreu em 1898, tendo sido usado por William James. Este creditou a autoria do termo a Charles Sanders Peirce, que o teria criado no início dos anos 1870. A partir de 1905 Peirce passou a usar o termo pragmaticismo para designar sua filosofia, rejeitando o nome original, pragmatismo, que estaria sendo usado por jornais literários, de uma maneira que Peirce não aprovava. A questão que distingue o pragmatismo do pragmaticismo reside principalmente no entendimento dado a esta locução - desdobramentos práticos. Segundo a máxima pragmática de Peirce, o sentido de todo símbolo ou conceito depende da totalidade das possibilidades de formação de condutas deliberadas a partir da crença na verdade deste conceito ou símbolo. Neste leque, incluem-se desde os efeitos mais prosaicos até as condutas mentais mais remotas. Neste aspecto, porque o pragmatismo daria relevância apenas às evidências empíricas e às práticas mais vantajosas para o sujeito individual, pode ser considerado uma doutrina filosófica menos exigente que o pragmaticismo. O pragmatismo se aproxima do sentido popular, segundo o qual um sujeito pragmático é aquele que tem o hábito mental de reduzir o sentido dos fenômenos à avaliação de seus aspectos úteis, necessários, limitando a especulação aos efeitos práticos, de valor utilitário, do pensamento. Peirce, aliás, justifica a invenção do desajeitado termo pragmaticismo justamente como meio de tornar a sua concepção de pragmatismo feia demais para seus sequestradores, ou seja, para evitar que também este conceito tivesse seu sentido psicologizado. Segundo ele, foi o que, lamentavelmente, aconteceu com o pragmatismo depois que saiu do Metaphysical Club. A Filosofia do Processo (ou Filosofia do Organismo), desenvolvida nos anos 1930 e 1940 por Alfred North Whitehead, mesmo sem contato direto com os Collected Papers peirceanos, mostra-se convergente com a cosmologia do pragmaticismo. Em ambos os casos, o universo é concebido como um agregado emergente de eventos e não mais, como na perspectiva filosófica moderna (inclusive a implícita à filosofia da linguagem iniciada por Wittgenstein), como uma coleção de fatos. Recentemente, esta convergência entre a filosofia do processo e o pragmaticismo foi explorada pelo filósofo neerlandês Guy Debrock. A partir delas, Debrock sintetiza o que ele chama de pragmatismo processual. Também recentemente, o projeto realista do pragmatismo foi reformulado por Richard Rorty. Nas palavras de William James: O método pragmatista é, antes de tudo, um método de terminar discussões metafísicas que, de outro modo, seriam intermináveis. O mundo é um ou muitos? Livre ou fadado? Material ou espiritual? Essas noções podem ou não trazer bem para o mundo; e as disputas sobre elas são intermináveis. O método pragmático nesse caso é tentar interpretar cada noção identificando as suas respectivas consequências práticas (...) Se nenhuma diferença prática puder ser identificada, então as alternativas significam praticamente a mesma coisa, e a disputa é inútil. Índice 1 História 2 Filosofia 2.1 Critério de verdade 2.2 Epistemologia 3 Instrumentalismo 4 Críticas História Para William James, Sócrates era um adepto do pragmatismo, Aristóteles usava-o metodicamente e Locke, Berkeley e Hume fizeram contribuições para a verdade por esse meio. O pragmatismo foi a primeira filosofia estadunidense elaborada autonomamente. Inspirada em Ralph Waldo Emerson, seus fundadores foram Charles Sanders Peirce, com seu artigo How to make our ideas clear, e William James, que retomou as ideias de Peirce, popularizando-as em sua coletânea O Pragmatismo. Durante o início do século XX, o pragmatismo espalhou-se rapidamente pela cultura estadunidense, e foi além até outras culturas e povos. O pragmatismo se impôs nos EUA como corrente dominante antes da Segunda Guerra Mundial, sofrendo posteriormente um longo eclipse, dada a predominância da filosofia analítica. Seu ressurgimento deveu-se sobretudo à obra de Richard Rorty. Egresso da corrente analítica mas extremamente original, Rorty foi criticado por suas ideias acerca do fim da filosofia e por seu pretenso relativismo. Considerava-se principalmente um discípulo de Dewey, mas também fortemente inspirado pelos grandes nomes da filosofia continental - Hegel, Nietzsche, Heidegger, Foucault e Derrida. Até hoje o pragmatismo é bastante popular e difundido nos EUA e tem um forte impacto sobre sua cultura. Filosofia Para Peirce o significado de qualquer conceito é a soma de suas todas consequências possíveis. Para William James a utilidade da filosofia deveria ser investigar apenas o que realmente faz diferença na nossa vida prática. Assim, ele vai contra as reflexões filosóficas abstratas e insuficientes, princípios fixos e absolutos, sistemas fechados e teorias sobre origens. James defende que teorias são instrumentos e não respostas para enigmas, pois respostas nos permitem descansar tranquilos enquanto instrumentos somente são úteis quando utilizados com finalidades práticas. Critério de verdade Nas palavras de William James e Francis Schaeffer, o pragmatismo defende que o sentido de tudo está na utilidade - ou efeito prático - que qualquer ato, objeto ou proposição possa ser capaz de gerar. Uma pessoa pragmatista vive pela lógica de que as ideias e atos de qualquer pessoa somente são verdadeiros se servem à solução imediata de seus problemas. Nesse caso, define-se como verdade o conjunto de todas as suas consequências práticas relativas a determinado contexto. Por exemplo: uma religião só é boa quando tiver como consequência indivíduos mais generosos, pacíficos e felizes. O que torna verdadeira a afirmação de que ela é boa são suas consequências. E a filosofia deve estudar o que faz gerar essas consequências e como usá-las para tornar a sociedade um lugar melhor. O pragmatismo refuta a perspectiva de que o intelecto e os conceitos humanos podem, só por si, representar adequadamente a realidade. Dessa forma, opõe-se tanto às correntes formalistas quanto às correntes racionalistas da filosofia. Antes, defende que as teorias e o conhecimento só adquirem significado através da luta de organismos inteligentes com o seu meio. Não defende, no entanto, que seja verdade meramente aquilo que é prático ou útil ou o que nos ajude a sobreviver a curto prazo. Os pragmatistas argumentam que se deve considerar como verdadeiro aquilo que mais contribui para o bem estar da humanidade em geral, no mais longo prazo possível. Epistemologia O pragmatismo original é contra a ciência pela própria ciência. Para ele um estudo só se justifica caso tenha alguma utilidade social, mesmo que a longo prazo, mas dando preferência ao que tiver utilidade imediata. E, ao mesmo tempo, defende que uma teoria só pode ser comprovada pelas suas evidências práticas, tendo assim semelhanças com o empirismo. Também existem muitas semelhanças entre a filosofia pragmática de William James e a análise do comportamento fundada pelo psicólogos Skinner. É importante lembrar que William James foi um dos fundadores da psicologia moderna portanto provavelmente influenciou Skinner diretamente na fundação do comportamentalismo. Instrumentalismo A concepção de pragmatismo de William James e uma releitura de Emerson serviram como base para uma vertente do pragmatismo. Seu criador, o filósofo e pedagogo John Dewey, chamou-a instrumentalismo. Em Dewey, o pragmatismo se aproxima da filosofia social ou mesmo de uma prática da pesquisa política. Na sua obra Reconstrução em filosofia, Dewey sugere, por exemplo, que a filosofia deva reproduzir, na área sócio-política, o que a ciência moderna realiza na área tecnológica. Críticas O filósofo e Prêmio Nobel de Literatura Bertrand Russell criticou especialmente o critério de Verdade do pragmatismo. Segundo Russell, para os pragmatistas uma crença deve ser julgada verdadeira na medida em que as consequências práticas da adoção dessa crença sejam boas. Então, diz Russell, 'verdade' seria qualquer coisa na qual compensasse acreditar. A noção de que é muito fácil saber quando as consequências de uma crença são boas - fácil a ponto de uma teoria do conhecimento não precisar levar em conta uma coisa tão simples - tal noção, devo dizer, parece-me uma das mais estranhas assunções que uma teoria do conhecimento possa fazer. Para Russell, é óbvio que existe uma transição entre considerar uma crença útil e assumi-la como verdadeira - uma diferença que a definição pragmatista de 'verdade' ignora, sem no entanto destruir o significado comumente dado à palavra 'verdade', o que resultaria, na sua opinião, em uma irremediável inadequação entre critério de verdade e significado da palavra verdade - entre os 'fato' e as 'verdade'. 'Fatos', dizem eles , não são verdadeiros nem falsos, ou seja, a verdade não tem nada a ver com os fatos. Russell aponta inconsistências lógicas na filosofia pragmatista, tais como jogos de palavras e afirmações tautológicas. O pragmatismo não apresenta nenhuma razão para que a verdade e a utilidade andem sempre juntas. Além disso, adotar utilidade como critério de verdade nem mesmo é útil, segundo Russell, porque geralmente é mais difícil descobrir se uma crença é útil do que descobrir se ela é verdadeira. Finalmente, não sendo apresentada nenhuma razão pela qual a verdade e a utilidade devam andar juntas. Max Horkheimer, em Eclipse da Razão, faz uma crítica semelhante e acrescenta que, ao definir todo meio apenas pelo fim que ele almeja atingir, o pragmatismo fomenta uma sociedade que não dá valor para a reflexão e a meditação - e por isso mesmo é que foi fundado e se tornou tão popular nos Estados Unidos. Dewey revidou as críticas, defendendo que o objetivo do pragmatismo não é chegar a um objetivo último supersantificado - isso é absolutismo. Ao contrário, o objetivo é justamente levar à reflexão sobre o que é o melhor para a humanidade, refletindo sobre as mudanças necessárias para se adequar ao contexto dinâmico das nossas sociedades.

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sexta-feira, 4 de julho de 2014

Época Negovios



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quinta-feira, 3 de julho de 2014

Racionalismo

 O racionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio como uma operação mental, discursiva e lógica que usa uma ou mais proposições para extrair conclusões - se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. Essa era a ideia central comum ao conjunto de doutrinas conhecidas tradicionalmente como racionalismo. O racionalismo é a corrente central no pensamento liberal que se ocupa em procurar, estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins . Tais fins são postulados em nome do interesse coletivo (commonwealth), base do próprio liberalismo e que se torna assim, a base também do racionalismo. O racionalismo, por sua vez, fica na base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social. O postulado do interesse coletivo elimina os conflitos de interesses (entre classes, dentro de uma determinada classe ou entre simples grupos de interesse) existentes em uma sociedade, seja em nome do princípio de funcionamento do mercado, seja como princípio orientador da ação do Estado. Abre espaço para soluções racionais para os problemas econômicos (de alocação de recursos) ou urbanos (de infraestrutura, da habitação, ou do meio ambiente) com base em soluções técnicas e eficazes. O racionalismo afirma que tudo o que existe tem uma causa inteligível, mesmo que essa causa não possa ser demonstrada empiricamente - tal como a causa da origem do Universo. Privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento. Considera a dedução como o método superior de investigação filosófica. René Descartes, Baruch Spinoza e Gottfried Wilhelm Leibniz introduzem o racionalismo na filosofia moderna. Georg Wilhelm Friedrich Hegel, por sua vez, identifica o racional com o real, supondo a total inteligibilidade deste último. O racionalismo é baseado nos princípios da busca da certeza e da demonstração, sustentados, segundo Kant, pelo conhecimento a priori, ou seja o conhecimento que não é inato nem decorre da experiência sensível mas é produzido somente pela razão. A matemática racionalista O racionalismo como doutrina surgiu no século I a.C., enfatizando que tudo que existe tem uma causa. Séculos mais tarde, os filósofos racionalistas modernos utilizaram a matemática como instrumento da razão para explicar a realidade. Com esse objetivo, Descartes elaborou um método baseado na geometria e baseado em quatro regras - as regras do método científico: O primeiro método era o de jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente como tal; isto é, de evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção, e de nada incluir em meus juízos que não se apresente tão clara e tão distintamente a meu espírito, que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida. O segundo método era o de dividir cada uma das dificuldades que eu examinasse em tantas parcelas quantas possíveis e quantas necessárias fossem para melhor resolvê-las. O terceiro método era o de conduzir por ordem meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o conhecimento dos mais compostos, e supondo mesmo uma ordem entre os que não se precedem naturalmente uns aos outros. O quarto método era o de fazer em toda parte enumerações tão completas e revisões tão gerais, que eu tivesse a certeza de nada omitir. As ideias de René Descartes influenciaram diversos pensadores, entre os quais se destacam o holandês Spinoza e o alemão Leibniz. Leibniz era filósofo, matemático e político. Desenvolveu o cálculo infinitesimal, utilizado até os dias de hoje. Defendeu o racionalismo, afirmando - tal como Descartes - que algumas ideias e princípios existem em nós e são percebidos pelos sentidos, mas não provêm deles. Como exemplos de conhecimentos inatos, ele citava os conceitos da geometria, da lógica e da aritmética.

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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Qual é a sua velocidade?

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest. http://www.speedtest.net/my-result/a/883905040

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terça-feira, 1 de julho de 2014

Bio

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