quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

“Além das aptidões e das qualidades herdadas, é a tradição que faz de nós aquilo que somos.” - Albert Einstein

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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Android Audio



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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Apps Android



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domingo, 28 de dezembro de 2014

Buscas por avião desaparecido na Indonésia são suspensas http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/12/141228_airasia_semcontato_lk.shtml

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sábado, 27 de dezembro de 2014

Revista Claudia



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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Nuno Mindelis



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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Ceia Natalina 2014



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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Eu estou ouvindo Peaches and Herb - - Shake Your Groove Thing na GotRadio Studio 54 & More com o TuneIn. #RealRadio http://tun.in/sev1m

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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Tunein App

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest. Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/1091450381

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Encontro Vlog18rodas em Belo Horizonte: http://youtu.be/L3CxtN5iYUQ

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sábado, 20 de dezembro de 2014

Em jogada de marketing, montanha russa 'vende' casa na Holanda http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/12/141211_montanha_fd.shtml

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

1, 2. 3



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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Aeroporto Usiminas



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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

FHC não quebrou o Brasil, mas o PT quebrou a Petrobras. Ou: Perda de valor de mercado corresponde a mais de 25 anos de Bolsa Família. Dilma, no entanto, brinca com Graça de Clube das Luluzinhas Enfezadas http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/fhc-nao-quebrou-o-brasil-mas-o-pt-quebrou-a-petrobras-ou-perda-de-valor-de-mercado-corresponde-a-mais-de-25-anos-de-bolsa-familia-dilma-no-entanto-brinca-com-graca-de-clube-das-luluzinhas-enfeza/

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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Santana do Paraíso MG



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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Aplicativo de chamadas internacionais.

Olá. Acabei de baixar gratuitamente uma app da Vonage que permite fazer ligações nacionais e internacionais do meu telefone Android com as mesmas tarifas do meu plano Vonage Residencial. Agora posso fazer chamadas para qualquer lugar. Confira no Google Play.

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domingo, 14 de dezembro de 2014

Correio Braziliense



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sábado, 13 de dezembro de 2014

Assassino



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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

The Voice IT | Serie 2 | Blind 2 | Suor Cristina Scuccia

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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Saiba quanto ganham as 10 atrizes pornôs mais famosas do mundo http://www.megacurioso.com.br/sexo/45659-saiba-quanto-ganham-as-10-atrizes-pornos-mais-famosas-do-mundo.htm

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Hora do Rush



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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Funcionária de laboratório do Texas tem resultado negativo para Ebola http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/funcionaria-de-laboratorio-do-texas-tem-resultado-negativo-para-ebola

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Android KitKat 4.4.4



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domingo, 7 de dezembro de 2014

16 imagens que provam porque as mulheres vivem mais do que os homens http://www.megacurioso.com.br/humor/46922-16-imagens-que-provam-porque-as-mulheres-vivem-mais-do-que-os-homens.htm

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sábado, 6 de dezembro de 2014

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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

News

Encomendas à indústria na Alemanha crescem, mas banco central corta previsão de crescimento http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2014/12/05/encomendas-a-industria-na-alemanha-crescem-mas-banco-central-corta-previsao-de-crescimento.htm

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

LG A8600

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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

eBooks



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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

All Lovers Are Denraged

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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

MSF

Médicos Sem Fronteiras critica ajuda alemã na luta contra o ebola http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/deutschewelle/2014/12/01/medicos-sem-fronteiras-critica-ajuda-alema-na-luta-contra-o-ebola.htm

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domingo, 30 de novembro de 2014

Solipsismo

Solipsismo
Solipsismo (do latim solu-, «só» +ipse, «mesmo» +-ismo.) é a concepção filosófica de que, além de nós, só existem as nossas experiências. O solipsismo é a consequência extrema de se acreditar que o conhecimento deve estar fundado em estados de experiência interiores e pessoais, não se conseguindo estabelecer uma relação direta entre esses estados e o conhecimento objetivo de algo para além deles. O solipsismo do momento presente estende este ceticismo aos nossos próprios estados passados, de tal modo que tudo o que resta é o eu presente.
A neoescolástica define solipsismo uma forma de idealismo, que incorreria no egoísmo pragmático, que insurge pós proposição cartesiana cogito, ergo sum; solipsismo é atribuída por Max Stirner como uma reação contra Hegel e sua acentuação do universal; o solipsismo somente tem por certo, inconteste, o ato de pensar e o próprio eu. Assim, tudo o mais pode ser contestado ou posto em dúvida.

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sábado, 29 de novembro de 2014

Correio do Povo



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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

TrackID

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

ZH



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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Veja 5 coisas que o sexo pode fazer pela sua carreira http://www.megacurioso.com.br/sexo/54485-veja-5-coisas-que-o-sexo-pode-fazer-pela-sua-carreira.htm

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

O Mundo é Uma Roda...



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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Link

http://aol.it/1Dd80kI

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domingo, 23 de novembro de 2014

“O homem que acha a própria vida sem sentido não é só um infeliz é quase um indigno de viver.” - Albert Einstein

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sábado, 22 de novembro de 2014

Por que o Estado Islâmico utiliza técnicas tão brutais?

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/09/140914_eibrutal_ebc.shtml

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Letras do Disco

1 SAMBA DO INFERNO
(Carlos Melo e Cassiano Roda)

Um belo dia depois do expediente Quando eu botava no cabide o meu terno
Tive um mal súbito, morri de repente. Indo parar nas profundezas do inferno
Passei no céu mas resolveram me barrar, Burocracia lá no céu é o que há
É que eu morri sem preencher regulamento que dá direito a residir no firmamento.

Levei cartão, ganhei status de banido, pois me levaram direto pro purgatório
E um anjo disse: faça um último pedido! Lhe perguntei: onde é que fica o mictório?
Fui sem escalas lá pros quintos dos infernos onde satã me fez assinar um caderno
E disse: nego tudo aqui é organizado, teve um rebu, agora tudo é estatizado.

Lá no inferno todo mundo come alcatra, só da ministro e presidente nação
Tá entupido de fãs de Frank Sinatra e de apresentadores de televisão.
Tem ruas largas onde até um jato pousa, a maior delas chama Anastácio Somoza
E adivinhem quem por lá comanda a plebe: é o Adolfinho com o Xá Reza Palevhi.

Lá no inferno as mulheres andam nuas, mostrando tudo até o fruto proibido
Mas seu satã ferra com a gente, senta a pua É que no inferno nenhum homem tem libido.
Ontem eu fugi pro paraíso com um sujeito que fez o mapa do inferno pelo jeito
Diz que é poeta e cheio dos guéri-guéri, seu nome acho que é Dante Alighieri...


 2 MARCINHA LIGOU
(De Ayrton Mugnaini e Laert Sarrumor)


Que felicidade, grande novidade
Marcinha ligou as trompas
Agora pode transar à vontade

Marcinha aprendeu a lição
Pelo caminho mais duro
Deixou um filho com a mãe
E resolveu pensar no futuro
Deu um toque para as amigas
Não basta discutir o aborto
É preciso já desde antes
A gente não bancar o afoito

Tabelas, Dius e o diabo
Ou mesmo a mancha no lençol
Sempre deram mais resultado
Do que a clínica do espanhol
Para Marcinha, no entanto
O amor não tem hora ou lugar
E pra fazer o que ela gosta tanto
É que resolveu mesmo é ligar


   
3 INTERROMPER
(Laert Sarrumor)
Pergunte ao céu
Ele há de lhe explicar
Há momentos em que é preciso,
é preciso, é preciso errar
Momentos rápidos, súbitos, mágicos
De extrema precisão
Momentos mórbidos, sórdidos,
tétricos, trágicos
Sua vida em minhas mãos
E no entanto ela se esvai
Escorrendo se desfaz
O momento é preciso,
é preciso, é preciso
O instrumento é inciso,
é inciso, é inciso
Meu filho eu preciso,
eu preciso, eu preciso
Meu filho eu preciso lhe matar
Entenda, esse mundo
Não pode lhe abrigar
Talvez assim você possa
então me amar
Por não sofrer,
por não viver,
por não viver,
por não viver jamais
Não, não, não, não há lugar
 4 BALADA CIBERNÉTICA
(Carlos Melo e Cassiano Roda)
Você jogou fora o que era seu
Cuspiu no prato em que comeu
Seu proceder não foi sério
Me trocou por alguém eficiente
até mesmo mais potente
perpetrou-se o adultério
E eu fiz vista grossa, meu amor
mas bem sei que você me trai
com um microcomputador
Vi você com ele em
nossa cama
disputando videogame
e fliperama
mas previna a este fruto
da Ciência deturpada
que amanhã vou
arranca-lo da tomada
De tudo ao meu computador serei atenta
Antes, e com tal zelo, e sempre e de modo tão terno
Que mesmo diante de um modelo mais moderno
Dele serei sempre a tiete mais sedenta
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de pagar as contas da Light
Que alimenta os seus megabytes
Sem nenhum pesar ou descontentamento
E assim, quando mais tarde, num outro dia
Quem sabe a assistência técnica,
Angústia de quem vive,
Pedir pelo seu concerto uns 800 paus
Eu possa dizer do computador (que tive)
Que não seja imortal posto que é fabricado em Manaus
Mas que seja infinito enquanto dure a garantia.

   
5 O HOMEM DA MINHA VIDA
(Ayrton Mugnaini)
Como é bom ser livre pra voar
E conhecer o amor e seus mistérios
Mas você não tinha que casar
Teu único jeito agora é o adultério
Não fui assistir teu casamento
Porque o centro de atenção ia mudar
Não quis estragar esse momento
Não fui pra ninguém me ver chorar
Hoje no meu título de eleitor
Está escrito lá que eu sou solteiro
Mas isso é mentira, meu amor
Só penso em você o tempo inteiro
A paixão e o desejo me consomem
Você também se sente consumida
Mulher de amigo meu pra mim é homem
Por isso você é o homem da minha vida
Você mudou seu título de eleitor
Ganhou o sobrenome do marido
Porém está me confessando agora
Que tem um segredo escondido
Foi tudo um fracasso na verdade
Porque você com ele não encaixa
Ele exige alta fidelidade
Porém a impedância dele é baixa
Por isso eu fiquei maravilhado
Quando você nessa vida
Deu um basta
Seguindo o velho ditado
"Burro amarrado também pasta"
 6 A RAINHA DO KARAOKÊ
(Carlos Melo e João Lucas)
De segunda a sexta-feira
é aquela trabalheira mortal
pra pagar as minhas contas
segurar todas as pontas e o escambau
Mas quando chega o domingo
podem crer que eu me vingo
na mesma dose
No cabelo eu ponho um gliter
um vestido das lojas Piter
e aí vem a metamorfose
Subo no palco trajando um soirée
e todos gritam "chegou a rainha do karaokê"
Então meu coração voa
fico feito Kracatoa, me esguelo
Disse uma vez um bookmaker
"tu pões Josephine Baker no chinelo"
Depois do aplauso meio afônica
bebo mais um gin tônica
estou tão contente
que quase esqueço de uma vez
que já são 15 para as 3
e amanhã tenho batente.


   
7 USE
(Laert Sarrumor)
Use,use
Sua massa cinzenta
Use mais, mais e mais

Pense,pense
Não faz mal
Seja menos
Débil mental


 8 EU AMO ESSE HOMEM
(Ayrton Mugnaini Jr. e Wilson Rocha)
Eu amo esse homem
Deus sabe como o quê
Me deu casa e comida
E uma estrela do PT
Eu gostei tanto dele
Ter me dado a estrelinha
Não sei pra quê que serve
Mas achei tão bonitinha
Cedinho vai pra escola
Estuda engenharia
Mas quando chega à tarde
A roupa tá passadinha
O assoalho está brilhando
E a comida está na mesa
Eu amo esse homem
Disso eu tenho certeza
Eu amo ele tanto
Nem posso acreditar
Ele me quer tanto bem
Nem me deixa trabalhar
Me dá tantos perfumes
E roupa decotada
Que eu só posso usar
Dentro da casa fechada

   
9 GRITO
(Laert Sarrumor)
Nós somos uma geração sufocada
Nós somos uma geração revoltada
Nós não nos conformamos com os mandos
E desmandos do governo

O governo quer poder
O governo quer poder
O governo quer poder, o governo quer foder
Com todos nós ao mesmo tempo

 10 OU NÃO
(Laert Sarrumor)
Fumar ou não, essa não é a questão
O assunto não se resume apenas em que não se fume
Mas em se poder ou não
Poder ou não, poder ou não
O poder é a questão

A canção assim já dizia, em meio a tanta gritaria
Que é proibido proibir
Proféticas palavras, de quem na época clamava
Sabendo que se o mal existe
Todo ele em si consiste
Justo na proibição (fumar ou não)

   
11 No "&tgrmfhz232pixh", prrRZT
(Ayrton Mugnaini Jr.)

Como é que é o negócio?
  HITLER - Foi tudo exagero da Imprensa
(Carlos Melo e Cassiano Roda)
Hitler, Hitler vem a público se explicar
Já que a Segunda Guerra acabou
Ele pretende se explicar:
"Tenho complexo de rejeição
e nunca fui muito bem dotado
fiz tudo pra chamar atenção
até conseguir ser notado
Quando era criança apanhei
e com barba e bigode depois
foi por isso que em Londres joguei
quinze mil e seiscentos V2"
Hitler, Hitler, Hitler sempre foi um sujeito batuta.
Pena que com a Europa ele foi tão indiferente
"Nosso Reich ia pela janela
se existisse o Roberto Marinho
todo mundo ia ver a novela
em vez de dedurar o vizinho
Mas nem tudo foram desenganos
ajudamos a tecnologia
transformando um milhão de ciganos
em desentupidores de pia"
Hitler, Hitler, Hitler não queria ser detestável
"Acontece que eu descobri que judeu era inflamável"
Hitler, Hitler, Hitler não queria ser tão horrível
"acontece que eu descobri
que hebreu era bom combustível
Vou contar um segredo a você
Nunca tive espírito de equipe
na verdade eu sempre quis ser
um bom ator de vídeoclip
Mas agora moro no Brasil
meu emprego você nem imagina
eu sou sócio desde que abriu
do Crematório da Vila Alpina."
Reagan, Reagan, Reagan...

   
  Ficha Técnica

Gravado em 24 canais no estúdio SIGLA, em abril e maio de 1986. Capa e encarte: Criação e produção Cassiano Roda. Arte final: Fátima Rossini. Fotos: Vânia Toledo.
Produção das fotos: Cida Ayres. Modelo da Contracapa: Shirley Costa
PRODUÇÃO: MARIOZINHO MENESCAU MAZZOLA ( Liminha )
Direção artística: Helio Eduardo Costa Manso – Direção de estúdio: Serginho Leite e Luiz Henrique Romagnoli – Engenheiro de gravação e mixagem: Carlos “Cacá Lima” – Auxiliares de estúdio: Paulo João e Herliton – Arregimentação de músicos: Grimaldi – Assistência geral: Cida Ayres – Edição: Paulo João.
PARTICIPAÇÕES:
ABREU – bateria eletrônica ( em “USE” )
MARCOS A PONTES (CAIXOTE) – teclado ( em “MARCINHA LIGOU”)
ALEX AMBACK – DX7( em “DAS PROFUNDEZAS”, “BALADA CIBERNÉTICA”, “A RAINHA DO KARAOKÊ”); piano Yamaha
( em “DAS PROFUNDEZAS” )
JOÃO DA PARAÍBA – percussão ( em “DAS PROFUNDEZAS”, A RAINHA DO KARAOKÊ”, e “USE” )
METAIS – ( em “DAS PROFUNDEZAS” ):
AZEVEDO – trombone
TENISSON – piston
GIL – piston
MANOEL – piston
CARLOS ALBERTO - sax tenor
CACÁ – sax tenor
PROVETA – sax alto
MAURÍCIO – sax alto
UBALDO – sax barítono
CORDAS ( em “INTERROMPER” )
GERMANO – violino
ELIAS SLON – violino ( spalla )
MICHEL – viola
PAULO TACCETTI – cello
MÁRIO SÉRGIO – trompa ( em “MARCINHA LIGOU” )
JÔ FERRAZ - recitativo do soneto da eletricidade ( “BALADA CIBERNÉTICA )
LUIZ H. ROMAGNOLI – locução ( em “DAS PROFUNDEZAS” )
SERGINHO LEITE – o “Nersão” da “BALADA CIBERNÉTICA” o
“Sírvio” DAS PROFUNDEZAS e coro em “HITLER” e “MARCINHA LIGOU”
OS PAULISTAS – conjunto vocal em “DAS PROFUNDEZAS”
( Maria e João )
TONINHO CARRASQUEIRA – flauta ( em “OU NÃO” )
VINHETAS:
VINHETA “como é que é o negócio?” – órgão: Wagner AMOROSINI ( Batata ); violão, baixo, bateria: AYRTON; voz: ZÉ ANTONIO CONSTANTINO.
VINHETA INCIDENTAL – “TOQUINHO” ( em “BALADA CIBERNÉTICA ) – voz: S. Leite e João; na timba: João da Paraíba; na tumba: Vinícius de Moraes.
Criação e produção da capa e encarte: Cassiano Roda.



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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Now & Zen Mobile

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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ivan Lins



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terça-feira, 18 de novembro de 2014

“O segredo da criatividade é saber como esconder as fontes.” - Albert Einstein

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Eu estou ouvindo

 Rez Radio 91.3 com o TuneIn. #RealRadio http://tun.in/seRLp

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domingo, 16 de novembro de 2014

Revista Claudia



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sábado, 15 de novembro de 2014

I am listening to Love Classics Radio with my mobile device, listen now on http://www.1.fm/station/loveclassics

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Temer retira urgência de projeto que muda meta fiscal http://veja.abril.com.br/noticia/economia/michel-temer-retira-urgencia-de-projeto-que-muda-meta-fiscal

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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

ACDC - Live



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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Abba - Gold



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terça-feira, 11 de novembro de 2014

Estão Voltando as Flores...



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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

http://www.deezer.com/track/1124266

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domingo, 9 de novembro de 2014

4 passos para se tornar uma pessoa emocionalmente forte

http://www.megacurioso.com.br/comportamento/45263-4-passos-para-se-tornar-uma-pessoa-emocionalmente-forte.htm

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sábado, 8 de novembro de 2014

Diário Catarinense



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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

João Nogueira



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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Vonage App



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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Xbox + Vídeo K7



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terça-feira, 4 de novembro de 2014

Aplicativo de chamadas internacionais.

Olá. Acabei de baixar gratuitamente uma app da Vonage que permite fazer ligações nacionais e internacionais do meu telefone Android com as mesmas tarifas do meu plano Vonage Residencial. Agora posso fazer chamadas para qualquer lugar. Confira no Google Play.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Yahoo News Digest

Gamers 'hear explosions, screams and music' long after they stop playing via Get the app and the day's need-to-know news. https://yho.com/newsdigestall

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domingo, 2 de novembro de 2014

Tin Man



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sábado, 1 de novembro de 2014

Reflexão da Semana

“Nem tudo o que pode ser contado conta, e nem tudo o que conta pode ser contado.” - Albert Einstein

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

#OsPingosNosis



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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Moto X Screenshot



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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Valor Econômico



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terça-feira, 28 de outubro de 2014

#FSP



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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest

. Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/948192363

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domingo, 26 de outubro de 2014

Teto



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sábado, 25 de outubro de 2014

Revista Caras



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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Michel Foucault Por Ele Mesmo - (Michel Foucault Par Lui Même)

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Dor de garganta: conheça as principais causas

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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Jornal do Commercio



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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Desenho ‘My Little Pony’ vai ganhar filme em 2017 http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/desenho-my-little-pony-vai-ganhar-filme-em-2017

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segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Fime: Golpe do Destino

TC Touch

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domingo, 19 de outubro de 2014

Bio

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sábado, 18 de outubro de 2014

O discurso confuso de Dilma.

Ou: Fala tumultuada, governo atrapalhada http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-discurso-confuso-de-dilma-ou-fala-tumultuada-governo-atrapalhada/

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Love Classics Radio Station On 1.FM http://www.1.fm/



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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

1.FM



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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Depósito



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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Qual é a sua velocidade?

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.  http://www.speedtest.net/my-result/a/941002261

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Racionalismo

O racionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio como uma operação mental, discursiva e lógica que usa uma ou mais proposições para extrair conclusões - se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. Essa era a ideia central comum ao conjunto de doutrinas conhecidas tradicionalmente como racionalismo. O racionalismo é a corrente central no pensamento liberal que se ocupa em procurar, estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins . Tais fins são postulados em nome do interesse coletivo (commonwealth), base do próprio liberalismo e que se torna assim, a base também do racionalismo. O racionalismo, por sua vez, fica na base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social. O postulado do interesse coletivo elimina os conflitos de interesses (entre classes, dentro de uma determinada classe ou entre simples grupos de interesse) existentes em uma sociedade, seja em nome do princípio de funcionamento do mercado, seja como princípio orientador da ação do Estado. Abre espaço para soluções racionais para os problemas econômicos (de alocação de recursos) ou urbanos (de infraestrutura, da habitação, ou do meio ambiente) com base em soluções técnicas e eficazes. O racionalismo afirma que tudo o que existe tem uma causa inteligível, mesmo que essa causa não possa ser demonstrada empiricamente - tal como a causa da origem do Universo. Privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento. Considera a dedução como o método superior de investigação filosófica. René Descartes, Baruch Spinoza e Gottfried Wilhelm Leibniz introduzem o racionalismo na filosofia moderna. Georg Wilhelm Friedrich Hegel, por sua vez, identifica o racional com o real, supondo a total inteligibilidade deste último. O racionalismo é baseado nos princípios da busca da certeza e da demonstração, sustentados, segundo Kant, pelo conhecimento a priori, ou seja o conhecimento que não é inato nem decorre da experiência sensível mas é produzido somente pela razão. A matemática racionalista O racionalismo como doutrina surgiu no século I a.C., enfatizando que tudo que existe tem uma causa. Séculos mais tarde, os filósofos racionalistas modernos utilizaram a matemática como instrumento da razão para explicar a realidade. Com esse objetivo, Descartes elaborou um método baseado na geometria e baseado em quatro regras - as regras do método científico: O primeiro método era o de jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente como tal; isto é, de evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção, e de nada incluir em meus juízos que não se apresente tão clara e tão distintamente a meu espírito, que eu não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida. O segundo método era o de dividir cada uma das dificuldades que eu examinasse em tantas parcelas quantas possíveis e quantas necessárias fossem para melhor resolvê-las. O terceiro método era o de conduzir por ordem meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o conhecimento dos mais compostos, e supondo mesmo uma ordem entre os que não se precedem naturalmente uns aos outros. O quarto método era o de fazer em toda parte enumerações tão completas e revisões tão gerais, que eu tivesse a certeza de nada omitir. As ideias de René Descartes influenciaram diversos pensadores, entre os quais se destacam o holandês Spinoza e o alemão Leibniz. Leibniz era filósofo, matemático e político. Desenvolveu o cálculo infinitesimal, utilizado até os dias de hoje. Defendeu o racionalismo, afirmando - tal como Descartes - que algumas ideias e princípios existem em nós e são percebidos pelos sentidos, mas não provêm deles. Como exemplos de conhecimentos inatos, ele citava os conceitos da geometria, da lógica e da aritmética.

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domingo, 12 de outubro de 2014

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sábado, 11 de outubro de 2014

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Artigo

Estadão: ‘O Brasil tem duas tradições: o esquecimento e a impunidade’ http://google.com/newsstand/s/CBIw-cf7sh8

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Empirismo

 Na filosofia, empirismo é uma teoria do conhecimento que afirma que o conhecimento vem apenas ou principalmente, a partir da experiência sensorial. Um dos vários pontos de vista da epistemologia, o estudo do conhecimento humano, juntamente com o racionalismo, o idealismo e historicismo, o empirismo enfatiza o papel da experiência e da evidência, experiência sensorial, especialmente, na formação de ideias, sobre a noção de idéias inatas ou tradições; empiristas podem argumentar, porém, que as tradições (ou costumes) surgem devido às relações de experiências sensoriais anteriores. Empirismo na filosofia da ciência enfatiza a evidência, especialmente porque foi descoberta em experiências. É uma parte fundamental do método científico que todas as hipóteses e teorias devem ser testadas contra observações do mundo natural, em vez de descansar apenas em um raciocínio a priori, a intuição ou revelação. Filósofos associados com o empirismo incluem Aristóteles, Alhazen, Avicena, Ibn Tufail, Robert Grosseteste, Guilherme de Ockham, Francis Bacon, Thomas Hobbes, Robert Boyle, John Locke, George Berkeley, Hermann von Helmholtz, David Hume, Leopold von Ranke, e John Stuart Mill. Índice 1 Empirismo na ciência 2 Empirismo na filosofia 2.1 Antiguidade 2.2 Idade Média 2.3 Idade Moderna 2.4 Empirismo britânico 2.5 Século XIX 2.6 Empirismo lógico Empirismo na ciência Um conceito capital na ciência no método científico é que toda evidência deve ser empírica, isto é, depende da comprovação feita pelos sentidos. Geralmente, são empregados termos que o diferenciam do empirismo filosófico, como o adjetivo empírico, que aparece em termos como método empírico ou pesquisa empírica, usado nas ciências sociais e humanas para denominar métodos de pesquisa que são realizadas através da observação e da experiência (por exemplo, o funcionalismo). Em outro sentido, a palavra pode ser usada nas ciências como sinônimo de experimental. Nesse sentido, um resultado empírico é uma observação experimental. O termo semi-empírico é usado em situações parecidas, já que designa métodos teóricos que empregam leis científicas pré-estabelecidas e só depois se utilizam da experiência. Através disso, o corpo teórico se reforça. No século XVII, foi sendo o entorno das contradições dos experimentos binomais, discordando das idéias de vários nomes da época, sendo assim o fato que mais marcou em todos os tempos. Empirismo na filosofia A doutrina do empirismo foi definida explicitamente pela primeira vez pelo filósofo inglês John Locke no século XVII. Locke argumentou que a mente seria, originalmente, um quadro em branco (tabula rasa), sobre o qual é gravado o conhecimento, cuja base é a sensação. Ou seja, todas as pessoas, ao nascer, o fazem sem saber de absolutamente nada, sem impressão nenhuma, sem conhecimento algum. Todo o processo do conhecer, do saber e do agir é aprendido pela experiência, pela tentativa e erro. Historicamente, o empirismo se opõe a escola conhecida como racionalismo, segundo a qual o homem nasceria com certas idéias inatas, as quais iriam aflorando à consciência e constituiriam as verdades acerca do Universo. A partir dessas idéias, o homem poderia entender os fenômenos particulares apresentados pelos sentidos. O conhecimento da verdade, portanto, independeria dos sentidos físicos. Alguns filósofos normalmente associados com o empirismo são: Aristóteles, Tomás de Aquino, Francis Bacon, Thomas Hobbes, John Locke, George Berkeley, David Hume e John Stuart Mill. Embora no geral seja relacionado com a teoria do conhecimento, o empirismo, ao longo da história da filosofia, teve implicações na lógica, filosofia da linguagem, filosofia política, teologia, ética, dentre outros ramos. Antiguidade  Aristóteles deu grande importância à indução baseada na experiência sensível A ideia de que todos os conhecimentos são provenientes das experiências aparece pela primeira vez, embora muito pouco definida, nos filósofos sofistas, que acreditavam na visão relativa do mundo, sintetizada na frase de Protágoras: O homem é a medida de todas as coisas. Essa máxima mostra que o mundo é conhecido de uma forma particular e muito pessoal por cada indivíduo, sendo a experiência, certamente, fator importante para esse conhecimento. A filosofia socrática provocou o declínio do empirismo, ao combater o relativismo dos sofistas. Sócrates e Platão viam os sentidos como incapazes de apreender a realidade como verdadeiramente era e tentaram captar os conceitos absolutos de cada coisa, processo que desembocará na teoria platônica do mundo das ideias. Aristóteles retomará o empirismo, ao considerar a observação do mundo como base para a indução; ou seja, a partir da obtenção de dados particulares, no caso, a observação empírica, se poderia tirar conclusões (ou conhecimentos) de verdades mais absolutas. Após Aristóteles, os filósofos estóicos e epicuristas formularam teorias empiristas mais explícitas acerca da formação das idéias e dos conceitos. Os estóicos, antecipando Locke em centenas de anos, acreditavam que a mente humana era uma tabula rasa que seria marcada pelas ideias advindas da experiência sensível. Entretanto, admitiram a existência de ideias a-priori, ou seja, ideias inatas, na mente humana. Os epicuristas tiveram uma visão empirista mais forte, afirmando que a verdade provinha apenas da sensação. Para eles, as coisas são conhecidas através de imagens em miniatura, os chamados fantasmas, que se desprendem do ser e chegam até nós indo diretamente à alma, ou indiretamente, através dos sentidos. Dessa forma, explicaram a origem das noções comuns, cuja procedência seria pretensamente um conhecimento apriorístico. A última grande escola empirista da Antigüidade foi o ceticismo, cujo maior representante foi Sexto, conhecido como O Empírico. Esse filósofo via a epistemologia como integralmente fundamentada nos sentidos. Desse modo, as verdades a respeito do Universo seriam inacessíveis ao ser humano. Ele também acreditava que, embora a base do conhecimento fosse os sentidos, estes possuíam limitações, que distorciam a imagem do mundo real que chega até nós, apresentando-nos ilusões. Idade Média Durante quase toda a Idade Média, o pensamento cristão subordinava a filosofia à religião, fazendo as preocupações com a experiência sensível darem lugar a ideias como Deus e a Trindade, que não poderiam ser comprovadas, nem refutadas, experimentalmente. Reflexo disso foi o pensamento de Santo Agostinho, que acreditava ser a existência de Deus comprovada por intuição. Opondo-se à doutrina agostiniana, a escolástica acreditava que fé e empirismo não eram excludentes, e sim complementares. O maior filósofo escolástico, Tomás de Aquino, vê o conhecimento em duas fases: sensível e intelectual, sendo que a segunda depende da primeira, mas ultrapassa-a: o intelecto vê a natureza das coisas (intus legit) mais profundamente do que os sentidos, sobre os quais exerce a sua atividade. Através da observação, o conhecimento intelecual abstrai de cada objeto individual a sua essência, a forma universal das coisas. Portanto, Deus é cogniscível através da experiência sensível e racional. Baseado nisso, Aquino propõe as chamadas cinco provas da existência de Deus (quinquae viae), das quais procedem demonstrações igualmente racionais. O nominalismo, corrente proveniente da Escolástica, foi outra notável escola empirista medieval. Argumentava que os termos que designavam idéias abstratas ou universais não teriam correspondência no mundo real, sendo conceitos que só existiriam no papel. Só nomes que designam indivíduos e coisas que a experiência pode provar corresponderiam à verdade filosófica. No século XIV, essas ideias foram desenvolvidas e levadas ao extremo por William de Ockham, filósofo inglês que separou filosofia e religião, chegando a admitir que a filosofia ocupa-se apenas dos dados obtidos pela experiência. Idade Moderna  A partir de Francis Bacon, foi sendo elaborado um método que sistematizasse as impressões dos sentidos Na Idade Moderna, graças aos trabalhos do filósofo inglês Francis Bacon, o empirismo começou a se delimitar tal como o conhecemos hoje. Bacon criticava tanto o conhecimento que não fosse proveniente dos sentidos quanto os próprios empiristas de épocas anteriores. Para ele, o método utilizado por empiristas anteriores não era sistemático: embora recolhessem dados da experiência, essas informações eram capturadas ao acaso, sem o auxílio de um método rigoroso e sem constituir um todo coerente. Era necessário, portanto, um método que classificasse e sistematizasse as várias experiências e as orientasse no sentido de dar ao homem uma ciência útil, em oposição ao conhecimento científico medieval. A partir das sensações, a inteligência, seguindo o método da indução, elaboraria o conhecimento científico. Dessa maneira, se relacionaria o conhecimento sensível, que forneceria material para a inteligência, e a racionalidade, que manipularia e daria sentido aos dados dos sentidos. Partindo desses princípios, Francis Bacon traçou as bases de uma ciência sistemática em sua obra mais famosa, Novum Organum, publicada em 1620. Apropriando-se das idéias de Bacon, Thomas Hobbes, outro filósofo inglês, aplicou-as ao estudo da sociedade e da política. Dessa forma, se distanciava de Francis Bacon, que se preocupou basicamente das ciências que estudam o mundo físico. Para Hobbes, o homem só poderia atingir a verdade através de raciocínios corretos, fundamentados pelas sensações. Assim, em seus estudos, ele começa definindo os termos e noções que vai usar, preocupando-se em estabelecer um método rigoroso segundo o qual manipulará as deduções lógicas provenientes da experiência, representada pelos acontecimentos passados na história. Processo semelhante de análise da História e da situação política do momento pode ser encontrado em outros pensadores anteriores a Thomas Hobbes, como Nicolau Maquiavel. Empirismo britânico  John Locke é considerado o fundador do empirismo britânico O método empírico de Francis Bacon e de Thomas Hobbes influenciou toda uma geração de filósofos no Reino Unido a partir do século XVII. John Locke é considerado o fundador dessa tradição, que ficou conhecida como empirismo britânico, em oposição ao racionalismo que predominava na maior parte da Europa continental. Em seu livro Ensaio Sobre o Entendimento Humano, Locke descreve a mente humana como uma tabula rasa (literalmente, uma ardósia em branco), onde, por meio da experiência, vão sendo gravadas as ideias . A partir dessa análise empirista da epistemologia, Locke diferencia dois tipos de ideias: as ideias simples, sobre as quais não se poderia estabelecer distinções, como a de amarelo, duro, etc., e as ideias complexas, que seriam associações de ideias simples (por exemplo ouro — que é uma substância dura e de cor amarelada). Com isso, formaria-se um conceito abstrato da substância material. No século XVIII, George Berkeley desenvolve o empirismo de John Locke, mas não admite a passagem dos conhecimentos fornecidos pelos dados da experiência para o conceito abstrato de substância material. Por isso, Berkeley afirma que uma substância material não pode ser conhecida em si mesma. O que se conhece, na verdade, resume-se às qualidades reveladas durante o processo perceptivo. Assim, o que existe realmente nada mais é que um feixe de sensações. Daí sua famosa frase: ser é ser percebido . Entretanto, para fugir do subjetivismo individualista (pois tudo que existe somente existiria para a mente individual de cada observador), Berkeley postula a existência de uma mente cósmica, que seria universal e superior à mente dos homens individuais. Deus é essa mente e tudo o mais seria percebido por Ele, de modo que a existência do mundo exterior à mente individual estaria garantida. No entanto, apesar de existir, o mundo seria impossível de ser conhecido verdadeiramente pelo homem, pois esse conhecimento só é acessível a Deus. Ao assumir esse empirismo radical, George Berkeley cria a corrente conhecida como idealismo subjetivo.  Ao afirmar que só podemos conhecer aquilo que percebemos imediatamente, David Hume rejeitou a ideia de causalidade Levando ainda mais adiante o pensamento de Berkeley, o escocês David Hume identifica dois tipos de conhecimento: matérias de fato e relação de ideias. O primeiro está relacionado com a percepção imediata e seria a única forma verdadeira de conhecimento. A relação de ideias é uma inferência de outras ideias, ou seja ao relacionar duas ideias que temos na nossa mente provenientes da experiência concluímos outra ideia. Esta nova ideia, é logicamente verdadeira e necessária, pois é inferida através de um raciocínio demonstrativo (regras da lógica formal). Mas este conhecimento é tautológico, pois não acrescenta nada de novo, é apenas uma relação de ideias que já possuíamos. Baseado nisso, Hume refuta a própria causalidade, a noção de causa e efeito, fundamental para a ciência. Ao observarmos, por exemplo, um pedaço de metal, podemos chegar a um conceito de metal, que corresponde à realidade concreta, perceptível. Se aproximamos nossas mãos do fogo, temos uma ideia de calor, que também corresponde à realidade. Mas quando aproximamos um metal do fogo e observamos que ele se dilata com o calor, não podemos concluir que o corpo se dilata porque esquenta. As ideias o corpo esquenta e o corpo se dilata teriam como origem duas impressões dos sentidos, provenientes, respectivamente, do tato e da visão. O problema está na expressão por que. Que impressão sensível origina a ideia de porquê? Como concluímos que um fenômeno é a causa de outro? Para Hume, o simples motivo de um fenômeno ser sempre seguido de outro faz com que eles se relacionem entre si de tal forma que um é encarado como causa do outro. Causa e efeito, enquanto impressões sensíveis, não seriam mais do que um evento seguido de outro. A noção de causalidade-necessária a partir da simples observação, sem aplicação dos raciocínios demonstrativos (nesse caso, a matemática. Ou, nos dias atuais, podemos aplicar esse conceito de Hume como sendo a área que concerne atualmente à Física, à Química, ou a toda ciência que use de cálculos para provar realidades empíricas). Para ele, portanto, sem o uso desses raciocínios demonstrativos para comprovar a existência de causas necessárias (leis gerais), tudo o que se baseia apenas na simples experiência para a conclusão dessas causas é somente uma dedução humana, que de forma alguma constitui um conhecimento verdadeiro, é apenas um costume, hábito. Exemplo que Hume nos dá dessa sua tese é o nascimento do Sol: O Sol nascerá amanhã! nada mais é que uma crença que nos temos a partir da observação dos dias que se passaram. Mas só a experiência de ver o Sol sempre nascer todos os dias não prova, necessariamente, que ele nascerá amanhã; o que nos faz acreditar que ele nascerá é meramente nosso hábito, nosso costume de vê-lo nascer todos os dias. Século XIX No século XIX, várias escolas filosóficas foram influenciadas pelo empirismo, destacando-se principalmente o positivismo e o fenomenalismo. Igualmente numerosas foram as tentativas de relacionar empirismo e racionalismo (ver tópico abaixo: Integração do empirismo com o racionalismo). Empirismo lógico Positivismo lógico Entre as correntes contemporâneas de empirismo destaca-se o empirismo lógico (também conhecido como positivismo ou neopositivismo lógico, embora alguns não concordem com essa sinonímia), uma tentativa de sintetizar as idéias essenciais do empirismo britânico (por exemplo, a forte ênfase na experiência sensorial como base para o conhecimento) com determinadas idéias da lógica matemática, conforme foi desenvolvida por Gottlob Frege e Ludwig Wittgenstein. Algumas das figuras chaves neste movimento foram os ingleses Bertrand Russell e George Moore, os alemães Moritz Schlick e Rudolf Carnap e os norte-americanos Willard Van Orman Quine, John Austin e A. J. Ayer. Para os empiristas lógicos, a filosofia seria o esclarecimento conceitual dos métodos, ideias e descobertas da Ciência. Portanto, poder-se-ia analisar os dados das diversas disciplinas científicas em busca de uma síntese do conhecimento, de um modo de adequar a lógica do raciocínio abstrato à lógica das experiências práticas e de um discurso logicamente perfeito, livre de ambigüidades provocadas especialmente pela metafísica

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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Eu estou ouvindo

 Rádio Jovem Pan AM (São Paulo) com o TuneIn. #RealRadio http://tun.in/sekVJ

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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Qual foi o primeiro celular com tela colorida do mundo? http://www.tecmundo.com.br/celular/64071-primeiro-celular-tela-colorida-mundo.htm

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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Você está convidado

 para meu novo grupo "Ipatinga - MG" em GroupMe. https://groupme.com/join_group/9044800/Lj3Rrz

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domingo, 5 de outubro de 2014

Governo pode enviar tropas para garantir eleição em Santa Catarina http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/10/141001_cardozo_santa_catarina_jp.shtml

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sábado, 4 de outubro de 2014

Reflexão Anual

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeito ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.” - Albert Einstein

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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Diário Gaúcho



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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

LG 39 Polegadas



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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Warm Wet Circles



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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Qual é a sua velocidade?

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.  http://www.speedtest.net/my-result/a/929856342

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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Acabei de usar o Shazam

 para descobrir a Rudie Can't Fail de The Clash. http://shz.am/t225244

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domingo, 28 de setembro de 2014

Reflexão do Semestre

“Tudo deveria se tornar o mais simples possível, mas não simplificado.” - Albert Einstein

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sábado, 27 de setembro de 2014

I'm using "4shared Music", Download it from attachment; or from https://play.google.com/store/apps/details?id=com.forshared.music (via @Share Apps https://play.google.com/store/apps/details?id=com.fw.appshare )

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sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Google lança mais 4 vídeos de divulgação para o seu Android Wear

 http://api.tecmundo.com.br/android-wear/60567-google-lanca-4-videos-divulgacao-android-wear.htm

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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Central de Telecomunicações



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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Globo News Painel - 15/09/2014 21h http://goo.gl/Dlk2sE

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

LG LA8600



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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

GVT Freedom



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domingo, 21 de setembro de 2014

Dispositivo no queixo gera eletricidade com mastigação de chiclete http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/09/140917_aparelho_mastigadas_eletricidade_rb.shtml

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sábado, 20 de setembro de 2014

Dispositivo no queixo gera eletricidade com mastigação de chiclete

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/09/140917_aparelho_mastigadas_eletricidade_rb.shtml

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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Verificar o meu resultado do Ookla Speedtest.

 Qual é a sua velocidade? http://www.speedtest.net/my-result/a/970927280

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Eu estou ouvindo

 Rádio Jovem Pan AM (São Paulo) com o TuneIn. #RealRadio http://tun.in/sekVJ

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

17/09/2014 :

24℃ em Ipatinga, Minas Gerais. Alguma nebulosidade. #climatempo

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Saúde!

boca

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

OLX



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domingo, 14 de setembro de 2014

MixCloud

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sábado, 13 de setembro de 2014

Vania Bastos - Cantando Caetano (1992)



1 Grafitti (Caetano Veloso)
2 Peter Gast (Caetano Veloso)
3 Trem das cores (Caetano Veloso)
4 Muitos carnavais (Caetano Veloso)
5 Louco por você (Caetano Veloso)
6 No dia que eu vim-me embora (Caetano Veloso)
7 Super bacana (Caetano Veloso)
8 Este amor (Caetano Veloso)
9 Love, love, love (Caetano Veloso)
10 Eu te amo (Caetano Veloso)
11 Um dia (Caetano Veloso)

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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

12/09/2014 :

21℃ em Ipatinga, Minas Gerais. Poucas nuvens. #climatempo

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

TuneIn

Eu estou ouvindo The Who - Baba O'Riley - Rock na My70sRadio com o. #RealRadio http://tun.in/seL1h

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

10/09/2014 :

28℃ em Ipatinga, Minas Gerais. Alguma nebulosidade. #climatempo

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

DICA

O BoaLista é a mais completa ferramenta de comparação de preços, consulta de ofertas e gerenciamento de listas: www.boalista.com.br

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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Conhecimento

“A imaginação é mais importante que o conhecimento.” - Albert Einstein

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domingo, 7 de setembro de 2014

Hermenêutica

 Hermenêutica é um ramo da filosofia que estuda a teoria da interpretação, que pode referir-se tanto à arte da interpretação, ou a teoria e treino de interpretação. A hermenêutica tradicional - que inclui hermenêutica Bíblica - se refere ao estudo da interpretação de textos escritos, especialmente nas áreas de literatura, religião e direito. A hermenêutica moderna, ou contemporânea, engloba não somente textos escritos, mas também tudo que há no processo interpretativo. Isso inclui formas verbais e não-verbais de comunicação, assim como aspectos que afetam a comunicação, como proposições, pressupostos, o significado e a filosofia da linguagem, e a semiótica. A hermenêutica filosófica refere-se principalmente à teoria do conhecimento de Hans-Georg Gadamer como desenvolvida em sua obra Verdade e Método (Wahrheit und Methode), e algumas vezes a Paul Ricoeur. Consistência hermenêutica refere-se à análise de textos para explicação coerente. Uma hermenêutica (singular) refere-se a um método ou vertente de interpretação. Índice 1 Origem do termo 2 Conceito 3 Estruturas básicas da compreensão 4 Explicação e compreensão Origem do termo O termo hermenêutica provém do verbo grego hermēneuein e significa declarar, anunciar, interpretar, esclarecer e, por último, traduzir. Significa que alguma coisa é tornada compreensível ou levada à compreensão. Alguns defendem que o termo deriva do nome do deus da mitologia grega Hermes, o mensageiro dos deuses, a quem os gregos atribuíam a origem da linguagem e da escrita e considerado o patrono da comunicação e do entendimento humano. O certo é que este termo originalmente exprimia a compreensão e a exposição de uma sentença dos deuses, a qual precisa de uma interpretação para ser apreendida corretamente. Encontra-se desde os séculos XVII e XVIII o uso do termo no sentido de uma interpretação correta e objetiva da Bíblia. Spinoza é um dos precursores da hermenêutica bíblica. Outros dizem que o termo hermenêutica deriva do grego ermēneutikē que significa ciência, técnica que tem por objeto a interpretação de textos poéticos ou religiosos, especialmente da Ilíada e da Odisséia; interpretação do sentido das palavras dos textos; teoria, ciência voltada à interpretação dos signos e de seu valor simbólico. Hermes é tido como patrono da hermenêutica por ser considerado patrono da comunicação e do entendimento humano Conceito  Wilhelm Dilthey Com Friedrich Schleiermacher (1768-1834), no início do século XIX, a hermenêutica recebe uma reformulação, pela qual ela definitivamente entra para o âmbito da filosofia. Em seus projetos de hermenêutica coloca-se uma exigência significativa: a exigência de se estabelecer uma hermenêutica geral, compreendida como uma teoria geral da compreensão. A hermenêutica geral deveria ser capaz de estabelecer os princípios gerais de toda e qualquer compreensão e interpretação de manifestações lingüísticas. Onde houvesse linguagem, ali aplicar-se-ia sempre a interpretação. E tudo o que é objeto da compreensão é linguagem (Hermeneutik, 56). Esta afirmação, entretanto, mostra todas as suas implicações quando se lhe justapõe esta outra tese de Schleiermacher: “A linguagem é o modo do pensamento se tornar efetivo. Pois, não há pensamento sem discurso. (...) Ninguém pode pensar sem palavras.”(Hermeneutik und Kritik, 77) Ao postular a “unidade de pensamento e linguagem”(ibidem), a tarefa da hermenêutica se torna universal e abarca a totalidade do que importa ao humano. A hermenêutica, então, é uma análise da compreensão “a partir da natureza da linguagem e das condições basilares da relação entre o falante e o ouvinte” (Akademienrede, 156). Quatro distinções básicas foram estabelecidas por Scheleiermacher. Primeiro, a distinção entre compreensão gramatical, a partir do conhecimento da totalidade da língua do texto ou discurso, e a compreensão técnica ou psicológica, a partir do conhecimento da totalidade da intenção e dos objetivos do autor. Segundo, a distinção entre compreensão divinatória e comparativa: Compreensão comparativa: Se apóia em uma multiplicidade de conhecimentos objetivos, gramaticais e históricos, deduzindo o sentido a partir do enunciado. Compreensão divinatória: Significa uma adivinhação imediata ou apreensão imediata do sentido de um texto. Essas distinções apontam para aspectos da compreensão superior que se dá pela sua integração. Posteriormente, com os trabalhos de Droysen e Dilthey, o procedimento hermenêutico tornou-se a metodologia da ciências humanas. Os eventos da natureza devem ser explicados, mas a história, os eventos históricos, os valores e a cultura devem ser compreendidos. (Wilhelm Dilthey é primeiro a formular a dualidade de ciências da natureza e ciências do espírito, que se distinguem por meio de um método analítico esclarecedor e um procedimento de compreensão descritiva.) Compreensão é apreensão de um sentido, e sentido é o que se apresenta à compreensão como conteúdo. Só podemos determinar a compreensão pelo sentido e o sentido apenas pela compreensão. Heidegger, em sua análise da compreensão, diz que toda compreensão apresenta uma estrutura circular. Toda interpretação, para produzir compreensão, deve já ter compreendido o que vai interpretar. O cerne da teoria de Heidegger está, todavia, na ontologização da compreensão e da interpretação como aspectos do ser do ente que compreende o ser, o Dasein. Estruturas básicas da compreensão Estrutura de horizonte: o conteúdo singular é apreendido a partir da totalidade de um contexto de sentido, que é pré-apreendido e co-apreendido. Estrutura circular: A compreensão acontece a partir de um movimento de ir e vir entre pré-compreensão e compreensão da coisa, como um acontecimento que progride em forma de espiral, na medida em que um elemento pressupõe outro e ao mesmo tempo faz com que se possa ir adiante. Estrutura de diálogo: A compreensão sempre é apreensão do estranho e está aberta à modificação das pressuposições iniciais diante da diferença produzida pelo outro (o texto, o interlocutor). Estrutura de mediação: A compreensão visa um dado que se dá por si mesmo, mas a sua apreensão faz-se pela mediação da tradição e da linguagem. Os costumes, cultura e etnias são alguns dos aspectos fundamentais para se ter uma legítima interpretação do texto. Explicação e compreensão Segundo Wilhelm Dilthey, estes dois métodos estariam opostos entre si: explicação (próprio das ciências naturais) e compreensão (próprio das ciências do espírito ou ciências humanas): Paul Ricoeur visa superar esta dicotomia. Para ele, compreender um texto é encadear um novo discurso no discurso do texto. Isto supõe que o texto seja aberto. Ler é apropriar-se do sentido do texto. De um lado não há reflexão sem meditação sobre os signos; do outro, não há explicação sem a compreensão do mundo e de si mesmo.

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sábado, 6 de setembro de 2014

06/09/2014 :

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Fenomenología

 Fenomenologia (do grego phainesthai - aquilo que se apresenta ou que se mostra - e logos - explicação, estudo) afirma a importância dos fenômenos da consciência, os quais devem ser estudados em si mesmos – tudo que podemos saber do mundo resume-se a esses fenômenos, a esses objetos ideais que existem na mente, cada um designado por uma palavra que representa a sua essência, sua significação. Os objetos da Fenomenologia são dados absolutos apreendidos em intuição pura, com o propósito de descobrir estruturas essenciais dos atos (noesis) e as entidades objetivas que correspondem a elas (noema). Edmund Husserl (1859-1938) - filósofo, matemático e lógico – o fundador desse método de investigação filosófica e estabeleceu os principais conceitos e métodos que seriam amplamente usados pelos filósofos desta tradição. Ele, influenciado por Franz Brentano- seu mestre - lutou contra o historicismo e o psicologismo. Idealizou um recomeço para a filosofia como uma investigação subjetiva e rigorosa que se iniciaria com os estudos dos fenômenos como aparentam a mente para encontrar as verdades da razão. Suas investigações lógicas influenciaram até mesmo os filósofos e matemáticos da mais forte corrente oposta, o empirismo lógico. A Fenomenologia representou uma reação à eliminação da metafísica, pretensão de grande parte dos filósofos e cientistas do século XIX. Husserl foi professor em Gotinga e Friburgo em Brisgóvia, e autor de “Ficar Sem Estudar – 1906. Contrariamente a todas as tendências no mundo intelectual de sua época, quis que a filosofia tivesse as bases e condições de uma ciência rigorosa. Porém, como dar rigor ao raciocínio filosófico em relação a coisas tão variáveis como as coisas do mundo real? O êxito do método científico está no estabelecimento de uma verdade provisória útil, que será verdade até que um fato novo mostre outra realidade. Para evitar que a verdade filosófica também fosse provisória Husserl propõe que ela deveria referir-se às coisas como se apresentam na experiência de consciência, estudadas em suas essências, em seus verdadeiros significados, de um modo livre de teorias e pressuposições, despidas dos acidentes próprios do mundo real, do mundo empírico objeto da ciência. Buscando restaurar a lógica pura e dar rigor à filosofia, argumenta a respeito do principio da contradição na Lógica. No primeiro volume de “Investigações lógicas” -1900-01, sob o título Prolegomena, Husserl lança sua crítica contra o Psicologismo. Segundo os psicologistas, o princípio de contradição seria a impossibilidade de o sistema associativo estar a associar e dissociar ao mesmo tempo. Significaria que o homem não pode pensar que A é A e ao mesmo tempo pensar que A é não A. Husserl opõe-se a isto e diz que o sentido do principio de contradição está em que, se A é A, não pode ser não A. Segundo ele, o princípio da contradição não se refere à possibilidade do pensar, mas à verdade daquilo que é pensado. Insistiu em que o principio da contradição, e assim os demais princípios lógicos, têm validez objetiva, isto é, referem-se a alguma coisa como verdadeira ou falsa, independentemente de como a mente pensa ou o pensamento funciona. Em seu artigo “Filosofia como ciência rigorosa -1910-11- Husserl ataca o naturalismo e o historicismo. Objetou que o Historicismo implicava relativismo, e por esse motivo era incapaz de alcançar o rigor requerido por uma ciência genuína. Índice 1 A redução Fenomenológica 2 Consciência e Intencionalidade 3 A Redução Eidética 4 A Intuição do Invariante 5 Redução Transcendental 6 Fenomenologia e Fenomenalismo 7 Outros Pensadores 7.1 Max Scheler 7.2 Heidegger 7.3 Merleau-Ponty 7.4 Sartre 8 A Fenomenologia e Outras Filosofias 8.1 O Empirismo 8.1.1 John Locke 8.1.2 David Hume 8.2 Psicologismo e Historicismo 8.3 Idealismo 8.3.1 Platão 8.3.2 Immanuel Kant 9 Fenomenologia e Psicologia 9.1 Karl Jaspers 10 Críticas à Fenomenologia 11 Lista de Pensadores A redução Fenomenológica A fenomenologia é o estudo da consciência e dos objetos da consciência. A redução fenomenológica, epoche, é o processo pelo qual tudo que é informado pelos sentidos é mudado em uma experiência de consciência, em um fenômeno que consiste em se estar consciente de algo. Coisas, imagens, fantasias, atos, relações, pensamentos, eventos, memórias, sentimentos, etc. constituem nossas experiências de consciência. Husserl propôs que no estudo das nossas vivências, dos nossos estados de consciência, dos objetos ideais, desse fenômeno que é estar consciente de algo, não devemos nos preocupar se ele corresponde ou não a objetos do mundo externo à nossa mente. O interesse para a Fenomenologia não é o mundo que existe, mas sim o modo como o conhecimento do mundo se realiza para cada pessoa. A redução fenomenológica requer a suspensão das atitudes, crenças, teorias, e colocar em suspenso o conhecimento das coisas do mundo exterior a fim de concentrar-se a pessoa exclusivamente na experiência em foco, porque esta é a realidade para ela. O Noesis é o ato de perceber e o Noema é o objeto da percepção – esses são os dois pólos da experiência. A coisa como fenômeno de consciência (noema) é a coisa que importa, e refere-se à conclamação às coisas em si mesmas que fizera Husserl. Redução fenomenológica significa, portanto, restringir o conhecimento ao fenômeno da experiência de consciência, desconsiderar o mundo real, colocá-lo entre parênteses, o que no jargão fenomenológico não quer dizer que o filósofo deva duvidar da existência do mundo como os idealistas radicais duvidam, mas se preocupar com o conhecimento do mundo na forma que se realiza e na visão do mundo que o indivíduo tem. Consciência e Intencionalidade  Franz Brentano: mestre de Husserl Vivência (Erlebnis) é todo o ato psíquico; a Fenomenologia, ao envolver o estudo de todas as vivências, tem que englobar o estudo dos objetos das vivências, porque as vivências são intencionais e é nelas essencial a referência a um objeto. A consciência é caracterizada pela intencionalidade, porque ela é sempre a consciência de alguma coisa. Essa intencionalidade é a essência da consciência que é representada pelo significado, o nome pelo qual a consciência se dirige a cada objeto. Em “A Psicologia de um ponto de vista empírico- 1874 - Franz Brentano afirma: Podemos assim definir os fenômenos psíquicos dizendo que eles são aqueles fenômenos os quais, precisamente por serem intencionais, contêm neles próprios um objeto. Isto equivale afirmar, como Husserl, que os objetos dos fenômenos psíquicos independem da existência de sua réplica exata no mundo real porque contêm o próprio objeto. A descrição de atos mentais, assim, envolve a descrição de seus objetos, mas somente como fenômenos e sem assumir ou afirmar sua existência no mundo empírico. O objeto não precisa de fato existir. Foi um uso novo do termo intencionalidade que antes se aplicava apenas ao direcionamento da vontade. A Redução Eidética Reconhecido o objeto ideal, o noema, o passo seguinte é sua “redução eidética”, redução à ideia. Consiste na análise do noema para encontrar sua essência. Isto porque não podemos nos livrar da subjetividade e ver as coisas em si mesmas, pois em toda experiência de consciência estão envolvidos o que é informado pelos sentidos e o modo como a mente enfoca aquilo que é informado. Portanto, dando-se conta dos objetos ideais, uma realidade criada na consciência, não é suficiente - ao contrário: os vários atos da consciência precisam ser conhecidos nas suas essências, aquelas essências que a experiência de consciência de um indivíduo deverá ter em comum com experiências semelhantes nos outros. A redução eidética é necessária para que a filosofia preencha os requisitos de uma ciência genuinamente rigorosa de claridade apodítica, a certeza absolutamente transparente e sem ambigüidade - requisitos antes mencionados por Descartes. Os objetos da ciência rigorosa têm que ser essências atemporais, cuja atemporalidade é garantida por sua idealidade, fora do mundo cambiável e transiente da ciência empírica. Por exemplo, um triângulo. Posso observar um triângulo maior, outro menor, outro de lados iguais, ou desiguais. Esses detalhes da observação - elementos empíricos - precisam ser deixados de lado a fim de encontrar a essência da ideia de triângulo - do objeto ideal que é o triângulo -, que é tratar-se de uma figura de três lados no mesmo plano. Essa redução à essência, ao triângulo como um objeto ideal, é a redução eidética. A Intuição do Invariante Não importa para a Fenomenologia como os sentidos são afetados pelo mundo real. Husserl distingue entre percepção e intuição. Alguém pode perceber e estar consciente de algo, porém sem intuir o seu significado. A intuição eidética é essencial para a redução eidética. Ela é o dar-se conta da essência, do significado do que foi percebido. O modo de apreender a essência, Wesensschau, é a intuição das essências e das estruturas essenciais. De comum, o homem forma uma multiplicidade de variações do que é dado. Porém, enquanto mantém a multiplicidade, o homem pode focalizar sua atenção naquilo que permanece imutável na multiplicidade, a essência - esse algo idêntico que continuamente se mantém durante o processo de variação, e que Husserl chamou o Invariante.  A Universidade de Friburgo, onde Husserl e Heidegger ensinavam filosofia. No exemplo do triângulo, o Invariante do triângulo é aquilo que estará em todos os triângulos, e não vai variar de um triângulo para outro. A figura que tiver unicamente três lados em um mesmo plano, não será outra coisa, será um triângulo. Não podemos acreditar cegamente naquilo que o mundo nos oferece. No mundo, as essências estão acrescidas de acidentes enganosos. Por isso, é preciso fazer variar imaginariamente os pontos de vista sobre a essência para fazer aparecer o invariante. O que importa não é a coisa existir ou não ou como ela existe no mundo, mas a maneira pela qual o conhecimento do mundo acontece como intuição, o ato pelo qual a pessoa apreende imediatamente o conhecimento de alguma coisa com que se depara – que também é um ato primordialmente dado sobre o qual todo o resto é para ser fundado. Husserl definiu a Fenomenologia em termos de um retorno à intuição, Anschauung, e a percepção da essência. Além do mais, a ênfase de Husserl sobre a intuição precisa ser entendida como uma refutação de qualquer abordagem meramente especulativa da filosofia. Sua abordagem é “concreta”, trata do fenômeno dos vários modos de consciência. A Fenomenologia não restringe seus dados à faixa das experiências sensíveis, pois admite dados não sensíveis (categoriais) como as relações de valor, desde que se apresentem intuitivamente. Redução Transcendental Embora tenha trabalhado até o final de sua vida na definição do que chamou Redução Transcendental, Husserl não chegou a uma conclusão clara. Basicamente seria a redução fenomenológica aplicada ao próprio sujeito, que então se vê não como um ser real, empírico, mas como consciência pura, transcendental, geradora de todo significado. Para o fenomenólogo, a função das palavras não é nomear tudo que nós vemos ou ouvimos, mas salientar os padrões recorrentes em nossa experiência. Identificam nossos dados dos sentidos atuais como sendo do mesmo grupo que outros que já tenhamos registrado antes. Uma palavra não descreve uma única experiência, mas um grupo ou um tipo de experiências; a palavra mesa descreve todos os vários dados dos sentidos que nós consultamos normalmente quanto às aparências ou às sensações de mesa. Assim, tudo que o homem pensa, quer, ama ou teme, é intencional, isto é, refere-se a um desses universais (que são significados e, como tal, são fenômenos da consciência). E por sua vez, o conjunto dos fenômenos, o conjunto das significações, tem um significado maior, que abrange todos os outros, é o que a palavra Mundo significa. Na Crise, Husserl descreve metodicamente duas vias para a redução transcendental, sendo uma por meio da reconsideração do mundo-da-vida já dado , e outra pela psicologia. Fenomenologia e Fenomenalismo A fenomenologia não pode ser confundida com o Fenomenalismo, pois este não leva em conta a complexidade da estrutura intencional da consciência que o homem tem dos fenômenos. A Fenomenologia examina a relação entre a consciência e o Ser. Para o Fenomenalismo, tudo que existe são as sensações ou possibilidades permanentes de sensações, que é aquilo a que chamam fenômeno. O fenomenólogo, diferentemente do fenomenalista, precisa prestar atenção cuidadosa ao que ocorre nos atos da consciência, que são o que ele chama fenômeno. Outros Pensadores  Max Scheler - um dos grandes expoentes da fenomenologia Max Scheler O mais original e dinâmico dos primeiros associados de Husserl, no entanto, foi Max Scheler (1874-1928), que havia integrado o grupo de Munique quem realizou seu principal trabalho fenomenológico com respeito a problemas do valor e da obrigação. Ampliou a idéia de intuição, colocando, ao lado de uma intuição intelectual, outra de caráter emocional, fundamento da apreensão do valor. Heidegger Discípulo de Husserl, Heidegger dedicou a ele sua obra fundamental Ser e Tempo -1927, mas logo surgiram diferenças entre ele e o mestre. Discutir e absorver os trabalhos de importantes filósofos na história da Metafísica era, para Heidegger, uma tarefa indispensável, enquanto Husserl repetidamente enfatizou a importância de um começo radicalmente novo para a filosofia, queria colocar entre parênteses a história do pensamento filosófico - com poucas exceções como Descartes, Locke, Hume e Kant. Heidegger tomou seu caminho próprio, preocupado que a fenomenologia se dedicasse ao que está escondido na experiência do dia a dia. Ele tentou em “ Ser e tempo” descrever o que chamou de estrutura do cotidiano, ou o estar no mundo, com tudo que isto implica quanto a projetos pessoais, relacionamento e papeis sociais, pois que tudo isto também são objetos ideais. Em sua crítica a Husserl, Heidegger salientou que ser lançado no mundo entre coisas e na contingência de realizar projetos é um tipo de intencionalidade muito mais fundamental que a intencionalidade de meramente contemplar ou pensar objetos. E é aquela intencionalidade mais fundamental a causa e a razão desta última. Merleau-Ponty Maurice Merleau-Ponty (1908-1961), outro importante representante do Existencialismo na França, foi ao mesmo tempo o mais importante fenomenólogo francês. Suas obras, “A Estrutura do comportamento” (1942) e “Fenomenologia da percepção” (1945), foram os mais originais desenvolvimentos e aplicações posteriores da Fenomenologia produzidos na França. Em sua tentativa de aplicar a Fenomenologia ao exame da existência humana, como fez Heidegger, Sartre e outros autores franceses desenvolveram uma linguagem sofisticada, recheada de termos que caíram no gosto dos acadêmicos, mas se tornaram um obstáculo ao entendimento da doutrina inclusive entre os próprios intelectuais. Sartre Jean-Paul Sartre (1905-1980) segue estritamente o pensamento de Husserl na análise da consciência em seus primeiros trabalhos, “A Imaginação” (1936) e “O Imaginário: Psicologia fenomenológica da imaginação” (1940), nos quais faz a distinção entre a consciência perceptual e a consciência imaginativa aplicando o conceito de intencionalidade de Husserl. No seu “A Filosofia do Existencialismo”, de 1965, Sartre declara que a subjetividade deve ser o ponto de partida do pensamento existencialista, o que mostra que o existencialista é primeiramente um fenomenólogo. A negação de valores e o convite ao anarquismo implícitos na doutrina atraíram os pensadores de Esquerda e afastaram os conservadores de Direita. A Fenomenologia e Outras Filosofias O Empirismo Galileu (1564-1642), é apontado como um dos fundadores do Empirismo pelo fato de aplicar aos objetos de estudo a experimentação, algo que possui seu limiar na atitude de Galileu em apontar sua luneta para o espaço, descobrindo posteriormente a não-existência das esferas celestes, tal qual determinavam as premissas de Aristóteles. Desta forma, Galileu lançou sua teoria com carência de provas (embora sua teoria fosse consistente e embasada no seu experimento) passando posteriormente por sessões da Inquisição Católica a fim de dirimir as dúvidas em relação ao sistema Aristotélico. A nova atitude naturalista de Galileu de dúvida e observação, inspirou Francis Bacon (1561-1626) a criar tábuas para o controle da experimentação e o estabelecimento de leis científicas, o que levou rapidamente o homem a novos conhecimentos no campo da astronomia, da química e da física. A mesma atitude de observação e interpretação natural levada ao estudo da mente e do conhecimento, deu origem à Corrente Empirista, que haveria de afetar profundamente a filosofia e criar o Positivismo, ou seja, o tratamento científico de todos os fatos e fenômenos, inclusive em Política. John Locke O filósofo empirista procurou no seu Essay Concerning Human Understanding (1690) demonstrar que todas as idéias são registros de impressões sensíveis (ou são derivadas de combinações, de associações entre essas idéias de origem sensível), e criticou o pensamento de Descartes (1596-1650) de que existiriam algumas idéias que seriam inatas - que o homem teria no espírito ao nascer -, como, por exemplo, a idéia de perfeição. Segundo John Locke, alguma coisa é enviada pelos objetos e é captada por nossos sentidos e dão causa à formação das idéias. Este pensamento é a base da teoria corpuscular da luz. David Hume Ainda mais contundente que seu predecessor, Locke, Hume negou o valor do raciocínio dedutivo e denunciou que a relação de causa e efeito não é suficiente como conhecimento, pois nada encontramos entre causa e efeito senão que um acidente costumeiramente se segue a outro. Estamos habituados a chamar o primeiro acidente de causa apenas porque ele sempre acontece antes do segundo que chamamos de efeito. Ou seja, um efeito não remonta necessariamente a sempre uma mesma causa. O Sol nasce todos os dias, logo O Sol nascerá amanhã. Segundo Hume, nada nos garante que NECESSARIAMENTE o sal nascerá amanhã. Entretanto, através do hábito, tomamos uma crença (belief) de que isso acontecerá. Psicologismo e Historicismo À influência da psicologia associativa de Locke sobre a filosofia (ou teoria) do conhecimento se chamou Psicologismo. É a teoria de que os problemas da epistemologia (a validade do conhecimento humano) e inclusive a questão da consciência, podem ser solucionados por meio do estudo científico dos processos psicológicos. A Psicologia deve ser tomada como base para a Lógica. Os psicologistas entendiam a lógica - domínio da filosofia - como ciência. Seria apenas uma disciplina definidora, normativa, dos atos psíquicos, dos modos associativos do pensamento, e suas matérias apenas regras para pensar bem, e não fonte de verdade. A filosofia ficou fora de moda, reduzida a uma psicologia científica vinculada ao Positivismo. O historicismo representava a mesma tendência empirista para uma interpretação científica da História. Os fatos históricos somente poderiam ser compreendidos e julgados se confrontados com a cultura estética, religiosa, intelectual e moral do período histórico em que aconteciam, e não em relação a valores morais permanentes. Idealismo A Fenomenologia de Husserl é uma forma de idealismo, porque lida com objetos ideais, com as ideias das coisas em sua essência, tal como os idealistas Platão, Hegel e outros. Desde os ensinamentos de Platão a filosofia nos diz que, por influência dos sentidos (a construção das idéias que o homem tem em sua mente se faz por informação dos sentidos, como dito por Locke) existem várias imagens possíveis de um objeto, porém todas elas significando a mesma coisa, ou seja, todas elas redutíveis ao mesmo significado, todas referindo-se ao mesmo objeto ideal, contendo a mesma idéia, constituídas da mesma essência. Todas as imagens de mesa (o exemplo mais freqüente nos textos) têm uns certos componentes que fazem com que cada uma das imagens signifique mesa, uma mesa maior, menor, alta ou baixa, vista de cima ou de baixo, por uma pessoa míope ou por outra daltônica, não importa, terá sempre aqueles componentes básicos que garantirão a aquele objeto o significado de mesa. Platão Para Platão (428-347 AC), essa essência de cada coisa, o que se chamou universais, estava no Mundo das Idéias que as almas humanas podiam vislumbrar antes da encarnação. Aristóteles (384-322 AC) reconheceu de pronto a importância desse pensamento, porém trouxe a essência das coisas para o mundo real, para as coisas mesmas. Em uma mesa, por exemplo, havia algo que era sua essência, e que, não importando quantas e quais fossem as variações acidentais, fazia que fosse uma mesa e não outra coisa qualquer. Husserl, por sua vez, retira do objeto a sua essência e a coloca na mente do homem. O objeto ideal mesa, o fenômeno da representação da mesa na mente, independe de que haja qualquer mesa no mundo externo, no mundo real, porque a essência de mesa está na própria mente. Immanuel Kant A afinidade entre Husserl e Kant está em ambos buscarem a condição de verdade do conhecimento. Husserl sustenta que a verdade está no conhecimento das essências, e Kant, que ela existe limitada às categorias do que é possível conhecer. Segundo a filosofia do conhecimento (Crítica) de Immanuel Kant (1724-1804), nós não podemos conhecer as coisas inteiramente, porque nem todos os sinais que recebemos das coisas são aceitos pela mente, e disto resulta que não podemos conhecer inteiramente o real. Conhecemos do real apenas aquilo que a mente pode assimilar, e que ele chamou fenômeno; ao que permanece incognoscível para nós ele chamou o noumeno. Então Kant tomou a série de conceitos que Aristóteles havia listado como o que podemos dizer das coisas, e transformou-a em uma série de categorias que são o que podemos conhecer das coisas. Para Kant o dado empírico tem validade, porém nunca validade absoluta ou apodítica. Husserl igualmente duvida do conhecimento científico dos fatos e, para ele, o que deve ser procurado é o conhecimento científico das essências. Fenomenologia e Psicologia  Carl Stumpf Foi de grande importância e de grande impacto o pensamento fenomenológico na psicologia, na qual Franz Brentano e o alemão Carl Stumpf haviam preparado o terreno, e na qual o psicólogo americano William James, a escola de Würzburg, e os psicólogos da Gestalt haviam trabalhado ao longo de linhas paralelas. Este método, e as adaptações desse método, tem sido usados para estudar diferentes emoções, patologias, coisas tais quais separação, solidão, solidariedade, as experiências artística e religiosa, o silêncio e a fala, percepção e o comportamento, e assim por diante. Karl Jaspers Mas a Fenomenologia deu provavelmente sua maior contribuição no campo da psiquiatria, no qual o alemão Karl Jaspers (1883-1969), um destacado existencialista contemporâneo, ressaltou a importância da investigação fenomenológica da experiência subjetiva de um paciente. O paciente psicológico é paciente em vista do objeto ideal que em sua mente corresponde à realidade, não importa qual a situação externa, e porque essa construção ideal difere do padrão comum dos objetos ideais na mente das demais pessoas com respeito aos mesmos estímulos dos sentidos. O psicólogo precisa encontrar o significado nos objetos do mundo ideal do seu paciente, a fim de poder lidar com sua situação psicológica. Jaspers foi seguido pelo suíço Ludwig Binswanger (1881-1966) e vários outros, inclusive Ronald David Laing (1927-1989) na Inglaterra, na psiquiatria existencial da linha filosófica ateia de Sartre; Viktor Frankl (1905-1997), com sua teoria da logotherapia, na Áustria e, pioneiramente, Halley Bessa (1915-1994), no Brasil, ambos da linha do existencialismo cristão de Gabriel Marcel (1889-1973). Críticas à Fenomenologia Na psicologia, a objeção que se levanta é contra a possibilidade de se viver com o paciente sua própria visão do mundo, de sua situação e de si mesmo. Como a subjetividade deve estar também no psicólogo, é impossível ter o terapeuta uma intuição desses aspectos que seja inteiramente livre do seu próprio eu, do seu próprio pensar, de modo a evitar introduzirem-se em sua análise certas impressões pessoais que precisaria evitar. A Fenomenologia diz é que o terapeuta deve buscar compreender com a sua subjetividade a subjetividade alheia. Na verdade, necessita um grupo de psicólogos consultores de modo que as suas visões possam se somar para uma compreensão mais profunda de um fenômeno, intersubjectividade. Porém deve lembrar-se de que, a rigor, ele não tem nenhum padrão absolutamente confiável para aprovar ou reprovar qualquer comportamento alheio, apesar de se encontrar confortável com a estatística da normalidade das atitudes e dos costumes. Na Política e no Direito, o modo de se lidar com a subjetividade é a Democracia, em que o problema da subjetividade é contornado por meio do consenso, pela coincidência estatística de opiniões, pelo voto de um conselho ou da população, de modo que, por assim dizer, a subjetividade de um único indivíduo, ou de uma minoria de intelectuais, não venha a prevalecer. Em Moral e Religião, a âncora são as escrituras, consideradas revelação divina. Lista de Pensadores Edmund Husserl Max Scheler Franz Brentano Roman Ingarden Jean-Paul Sartre Dietrich von Hildebrand Michel Henry Ludwig Landgrebe Adolf Reinach Helmuth Plessner Hans Reiner Bernhard Waldenfels Oskar Becker Maurice Merleau-Ponty Karl Jaspers Ludwig Binswanger Emmanuel Levinas Nicolai Hartmann Edith Stein Georges Gurvitch Eugen Fink Jean-Luc Marion Arnold Gehlen Otto Friedrich Bollnow Renaud Barbaras Marc Richir Martin Heidegger Hans-Georg Gadamer Carl Stumpf Gabriel Marcel Jan Patočka Martin Buber Paul Ricoeur Alfred Schütz Friederich Perls Ernst Tugendhat Jean-François Courtine Hans Lipps Ernesto Grassi Kazimierz Twardowski

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

Dogmatismo

 De um modo geral, o dogmatismo é uma espécie de fundamentalismo senso comum. Os dogmas expressam verdades talvez não certas, indubitáveis e não sujeitas a qualquer tipo de revisão ou crítica. Deve-se ao filósofo alemão Immanuel Kant (1724 - 1804) e à obra Crítica da Razão Pura o significado filosoficamente pejorativo do termo. Dogmatismo é uma atitude natural e espontânea que temos desde criança com senso. É uma tendência a crer que o mundo é do jeito que aprendemos. O sentido filosófico do termo dogmatismo é diferente do usado para definir um termo não pertencente a realidade. Nesta última, o dogmatismo é o conjunto de dogmas teológicos, isto é, de expressões surgidas com pensamentos filosóficos ou pertencentes à hierarquia mais alta da Igreja absolutamente indubitáveis. Em contrapartida, o vocábulo dogma do grego δόγμα (dogmatikós, em grego moderno) significou primitivamente oposição . Tratando-se assim de uma opinião centrista, isto é, algo que se referia ao opinião em sim. Por isso, o termo dogmatismo significava relativo doutrina ou fundado em princípio. Com o decorrer dos séculos, o dogmatismo começou a ser percebido como a posição filosófica defendendo que as verdades absolutas existem. Os filósofos que insistiam demasiado nos princípios metafísicos acabavam por não prestar atenção aos factos ou argumentos que pudessem pôr em dúvida naturais em assassinos leigos esses princípios. Esses filósofos não consagravam o principal da sua actividade à observação ou ao exame, mas sim à afirmação. Foram por isso chamados filósofos dogmáticos, ao contrário dos filósofos examinadores ou cépticos. Com tudo isto, o dogmatismo pode entender-se principalmente em três sentidos: 1) Como a posição própria do realismo, ou seja, disposição ingénua que admite não só a possibilidade de conhecer as coisas no ser verdadeiro mas também a efetividade deste conhecimento no uso diário e direto com as coisas. 2) Como confiança absoluta num determinado órgão de conhecimento (ou suposto conhecimento), principalmente a razão. 3) Como a completa submissão, a determinados princípios ou à autoridade que os impõe ou revela. Em geral, é uma atitude adoptada no problema da possibilidade do conhecimento e portanto compreende as duas primeiras acepções. Contudo, a ausência do exame crítico revela-se também em certas formas de cepticismo e por isso diz-se que certos cépticos são, a seu modo, dogmáticos. O dogmatismo absoluto do realismo ingénuo não existe propriamente na filosofia, que começa sempre com a pergunta acerca do ser verdadeiro e, portanto, procura este ser mediante um exame crítico da aparência. Isso acontece não só no chamado dogmatismo dos primeiros pensadores gregos, mas também no dogmatismo racionalista do século XVIII, que desemboca numa grande confiança na razão, embora a submeta a algumas críticas.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

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Usain Bolt among world stars at 'spectacular' Commonwealth Games via Yahoo News Digest and the day's need-to-know news. https://yho.com/newsdigestall

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domingo, 31 de agosto de 2014

#climatempo

31/08/2014 : 23℃ em Ipatinga, Minas Gerais. Poucas nuvens.

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sábado, 30 de agosto de 2014

Desde março de 2008 o governo desdenha da marolinha que afogou a economia

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/desde-marco-de-2008-o-governo-desdenha-da-marolinha-que-afogou-a-economia/

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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

O Impossivel

Marque como visto: O Impossível (2012) http://imdb.com/rg/are/title/title/tt1649419/

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Diário do Alto Tiete



http://flic.kr/p/nRQaFL

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