terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Spotify Guarda Roupa



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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Pendente Suite



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domingo, 29 de dezembro de 2013

Napster



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sábado, 28 de dezembro de 2013

Biodiversidade

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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Humor do Trimestre

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

26 de Dezembro de 1973: Filme O Exorcista assusta público nos cinemas

Considerado um dos filmes mais assustadores da história do cinema, "O Exorcista" fazia sua estreia nos cinemas em um dia como este, no ano de 1973. A trama é sobre uma doce menina de 12 anos possuída por um espírito maligno. O Exorcista foi baseado no romance de 1971 de William Peter Blatty com o mesmo nome, sobre um exorcismo católico realizado em um garoto de 14 anos nos Estados Unidos, no final de 1940. No filme, a menina sofre crises de comportamentos estranhos e sua mãe a leva até um padre, que recomenda a prática do exorcismo. Dois sacerdotes vão a casa da menina para realizar a prática.
Dirigido por William Friedkin, O Exorcista foi um enorme sucesso de bilheteria. O filme aterrorizou o público, com cenas em que a cabeça da menina gira, o corpo levita e ela vomita bílis. O filme foi indicado a 10 Oscars, incluindo Melhor Diretor e Melhor Filme. O Exorcista gerou ainda sequências Exorcista II: O Herege (1977), O Exorcista III (1990), O Exorcista - O Início (2004) e Domínio: Prequela de O Exorcista.

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Reflexão Bimestral

"O problema do mundo de hoje é que as pessoas inteligentes estão cheias de dúvidas, e as pessoas idiotas estão cheias de certeza"

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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Concert Vault



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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Dica do Mês

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domingo, 22 de dezembro de 2013

Dica Doméstica



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sábado, 21 de dezembro de 2013

Av Livramento - Ipatinga MG



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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Reflexão da Quinzena

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Janela



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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Papel de Parede



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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Frigobar Brastemp



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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Repetidor de Sinal



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domingo, 15 de dezembro de 2013

Coifa Tramontina



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sábado, 14 de dezembro de 2013

Humor da Semana

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Controle Remoto Ar Condiconado



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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Filosofia

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Long. Live Rock'n'Roll!



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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Reflecta



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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Humor da Semana

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domingo, 8 de dezembro de 2013

Spots Sala



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sábado, 7 de dezembro de 2013

Frigobar Brastemp



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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Saúde Mental

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Guarda Roupa Suite



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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Torneira Gorumet



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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Parcialmente Montado



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Dica Importante

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domingo, 1 de dezembro de 2013

Roupas de Inverno



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sábado, 30 de novembro de 2013

Quarto Hóspedes



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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Quarto de Hospédes



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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Zen

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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

New Poster Published by Phoster - Reflexão do Dia

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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Som no Teto



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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Porta CDs



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domingo, 24 de novembro de 2013

Mafalda



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sábado, 23 de novembro de 2013

Vargas Llosa


Vargas Llosa, Mario (1936- ), escritor peruano naturalizado espanhol em 1993, considerado um dos maiores romancistas hispano-americanos da segunda metade do século XX. Realistas, e às vezes regionalistas, suas obras refletem a convulsa realidade social peruana e latino-americana. Ganhou os maiores prêmios literários internacionais, entre eles o prêmio Cervantes. Em 1995, foi eleito membro da Real Academia Espanhola.

Depois do seu primeiro livro de relatos, Os chefes (1959), publicou os romances Batismo de fogo (1963), Casa verde (1966), Conversa na Catedral (1969), Pantaleão e as visitadoras (1973), Tia Julia e o escrevinhador (1977), A guerra do fim do mundo (1981) — sobre a insurreição brasileira de Canudos, no fim do século XIX, e dedicado à escritora Nélida Piñon —, Historia de Mayta (1984), Quem matou Palomino Molero? (1986), El hablador (1987), Elogio de la madastra e Lituma nos Andes (1993).
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

#5 Unboxing Aliexpress - Torneira gourmet

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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Paz

Paz
1 INTRODUÇÃO
Paz, do ponto de vista político-social é um conceito próprio aos países e povos que procuram criar e manter um estado de espírito contrário a qualquer luta armada. É portanto a ausência de conflitos, violências ou perturbações sociais. Existe também o conceito de paz armada, ou seja, a paz que se sustenta pelo temor que os inimigos têm um do outro.
Em todas as sociedades, em todas as épocas, a guerra sempre existiu. Na Antigüidade alguns a consideravam necessária, enquanto que para outros a conotação era negativa. Santo Agostinho, um dos doutores da igreja, no século V da era cristã, em um dos seus livros mais famosos, A cidade de Deus (413-426), defendeu que a paz desejável era aquela de acordo com os princípios cristãos: se o indivíduo deve sustentar durante sua vida uma luta permanente entre o impulso do bem e o do mal, a guerra seria, no plano coletivo, a expressão mais ampla do combate entre o desejo de recuperar a própria origem (Deus) e a tentação do pecado, concebido como uma alteração da natureza original. A Psicomaquia, do escritor hispano-latino Aurélio Prudêncio (348-410?), é uma representação alegórica do combate da alma entre as virtudes e os vícios. Essas idéias predominaram durante a Idade Média. A partir do Renascimento, a política passou a ter uma forte influência da ideologia pacifista.
O absolutismo, sistema político vigente nos séculos XVII e XVIII, por causa das conquistas territoriais e expansão do seu poder, foi considerado responsável pelos conflitos bélicos. Acreditava-se, portanto, que o fim das monarquias significaria o advento da paz. Mas a burguesia deu origem às lutas populares que caracterizaram o século XIX e a ideologia da luta de classes suplantou o pacifismo.
Ainda no século XVIII, durante o Iluminismo, quando foram enaltecidas a razão, a ciência e o respeito aos direitos humanos, Voltaire acreditava que a literatura poderia dar uma valiosa contribuição para as mudanças sociais. Data de 1756 seu Ensaio sobre os costumes e o espírito das nações, onde é realizada a primeira abordagem de uma história universal do ponto de vista do liberalismo religioso e político. Celebrou ainda o triunfo da razão no Tratado sobre a tolerância (1763).
2 O MUNDO CONTEMPORÂNEO
O esforço do mundo contemporâneo pela paz é manifestado pela criação de organizações internacionais como Tribunal de Haia (ver Conferência de Haia), a Sociedade das Nações e a Organização das Nações Unidas (ONU) que, entre outros objetivos, procuram a manutenção da paz, defendem os direitos humanos, os direitos fundamentais e liberdades públicas, a promoção do desenvolvimento dos países em escala mundial e o estabelecimento de uma ordem internacional pacífica. Apesar dos esforços, não foi possível impedir as duas grandes guerras mundiais.
A partir da década de 197O, o pacifismo, movimento que defende que em nenhuma circunstância a guerra resolve melhor que as negociações as disputas entre as nações, ganha cada vez mais adeptos.
O afastamento dos chineses de Moscou, o descontentamento dos europeus do Leste contribuíram para o enfraquecimento da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Enquanto isso, os Estados Unidos estavam envolvidos na Guerra do Vietnã. Essas situações levaram as duas grandes potências, desde o início da década de 1970, a procurar um acordo sobre uma política de distensão para deter a corrida armamentista.
O objetivo era o desarmamento, que pode ser definido como a realização de negociações diplomáticas ou acordos entre duas ou mais nações com a finalidade de eliminar, reduzir ou controlar o contigente de tropas e o material bélico.
3 ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS
A atuação das Organizações não-governamentais (ONGs) cresceu significativamente a partir da década de 1960. Entidades de direito civil não possuem fins lucrativos nem vínculos com governos, sindicatos ou partidos políticos. Contribuem para a manutenção da paz nos países em que atuam, trabalhando com projetos sociais e de promoção da cidadania, defendem o meio ambiente e os direitos das minorias étnicas e sociais, lutam contra a extinção das espécies animais e vegetais e fazem campanhas contra discriminação política, religiosa e social. Procuram consolidar a democracia como sistema político, como é o caso da Anistia Internacional, criada em 1961, e que constitui a ONG mais importante na defesa dos direitos humanos.

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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Hoje na História: 20 de Novembro de 1983

Lilian Celiberti e Universindo Díaz, sequestrados no Rio Grande do Sul por militares uruguaios, são libertados depois de quatro anos nos cárceres do Uruguai.

PARA SABER MAIS:


Passaram-se QUARENTA ANOS do momento em que, na rodoviária de Porto Alegre, a polícia brasileira prendeu a uruguaia Lilián Celiberti. Depois daquele dia, a então militante de oposição à ditadura do Uruguai (1973-1985) foi torturada, presenciou a prisão dos filhos e foi separada deles. Levada para Montevidéu, foi condenada a cinco anos de prisão e conseguiu sobreviver. Para quem espera dela um relato carregado de comoção, com voz embargada e revanchista, Lilián se mostra uma mulher serena, obstinada e, sobretudo, consciente de sua tarefa política.

Em entrevista concedida à Carta Maior, ela conta que hoje trabalha na Articulação de Organizações Feministas do Mercosul e se descreve como uma “militante dos direitos das mulheres, dos afrodescendentes, dos direitos humanos”. E é nessa luta pelos direitos humanos que seu passado tem espaço em sua vida: Lilián é uma das únicas provas vivas da existência da Operação Condor, uma manobra clandestina planejada e coordenada pelas ditaduras sul-americanas para capturar aqueles que pudessem representar alguma ameaça aos regimes. Ou, como define ela, é a “expressão planejada de um fundamentalismogenocida que foi parte da doutrina que animou exércitos latino-americanos nas décadas de 60 e 70”. 

Enquanto testemunha, já deu diversos depoimentos relatando seu sequestro e já precisou reconhecer pessoalmente seus torturadores – uma tarefa que realizou “sem nenhum ódio singular”. “Simplesmente pude olhar em sua cara e dizer: 'Sim, é ele'”, contou. 

Para ela, enfrentar passado “é como um dever cidadão”: “Não tenho medo, não tenho ódio. Vejo hoje com uma certa distância pessoal. Claro, tenho minhas dores basicamente em relação ao que meus filhos suportaram nessa experiência tão traumática”. 

***

Quando chegou ao Brasil, em 1976, Lilián não imaginava que se tornaria, junto de seus filhos, a primeira testemunha daquela operação. Ela e seu colega Universindo Rodriguez Díaz trabalhavam em uma campanha para tentar localizar uruguaios desaparecidos. “Pegávamos seus depoimentos, sistematizávamos e apresentávamos para divulgar porque não se tinha tanta consciência do desaparecimento forçado como método de repressão”, disse. 

O que levou à sua prisão, em 1978, foi a captura, em Montevidéu, de uruguaios enviados clandestinamente para o Brasil com objetivo de identificá-la. Depois de presa, com um capuz na cabeça, ficou em um lugar desconhecido, onde foi torturada “com eletricidades no corpo e com água”. Até que, em sua bolsa, os policiais encontraram seu endereço – um prédio da rua Botafogo, número 621, também em Porto Alegre, onde estavam seus filhos e Universindo. “Eu tinha mais medo porque sabia o destino dos desaparecidos. Tínhamos trabalhado desde 76 com militantes de esquerda e sabíamos que o desaparecimento significava a morte. E eu queria evitar que meus filhos desaparecessem”. 

Lilián conta que, para ela, a única salvação era tentar ficar em Porto Alegre e denunciar o sequestro. Isso porque, “no Brasil, havia situação política diferente do Uruguai. No Uruguai, havia um terror absoluto. Nenhuma palavra poderia chegar ao nível público”. A estratégia para enganar os militares era oferecer seu apartamento como isca para atrair companheiros na clandestinidade. Como já estava havia cinco dias longe dos lugares que habitualmente frequentava, ela contou com a possibilidade de seus amigos perceberem que havia algo errado. “Era uma coisa muito perigosa porque meus companheiros poderiam pensar que eu estava colaborando com os miliares”, disse. 

Seu plano finalmente prosperou quando um de seus colegas telefonou para o jornalista Luiz Cláudio Cunha, então chefe da sucursal da revista Veja em Porto Alegre, e denunciou que dois uruguaios estavam detidos no endereço da rua Botafogo. Com isso, Luiz Cláudio e o fotógrafo João Baptista Scalco foram ao apartamento e comprovaram o que se denunciava no telefonema anônimo. 

Para Lilián, é certo que a presença dos jornalistas em seu apartamento salvou sua vida, principalmente porque a visita dos dois rendeu uma série de reportagens publicadas na revista Veja e deu visibilidade para o caso. “Se desaparecêssemos, o Brasil ficaria muito comprometido, porque dois jornalistas já tinham nos visto. Se nos matassem, deixaríamos uma pista”. 

Nos dias em que ficou presa em sua própria casa, Lilián não sofreu tortura física. “Só estava eu. Universindo e meus filhos já estavam no Uruguai. A tortura era não ter meus filhos. Tortura maior não conheço. Não me tocaram. Primeiro, porque pensaram que eu ia entregar gente. Depois, porque tinham a maior carta na manga contra mim: os meus filhos”. 

Na época, Camilo tinha sete anos e Francesca, três. Com a mãe na prisão durante os cinco anos que se sucederam ao sequestro, foram criados pelos avós maternos, Lilia e Homero. 

Ao contrário do que possa se pensar por conta de traduções incautas da palavra “pareja”, ela e Universindo nunca foram casados, mas foram sempre companheiros de militância. Segundo Lilián, ele, historiador e pesquisador da Biblioteca Nacional do Uruguai, esteve doente, mas já está se recuperando. “Nós dois temos sido muito amigos e unidos para sempre por um episódio que nos fez viver as mesmas coisas”. 

***

Em fevereiro de 2012, a Justiça uruguaia aceitou reabrir o caso do sequestro dos uruguaios no Brasil, arquivado pela ditadura daquele país, e Lilián já formalizou sua denúncia, aceita pela juíza Mariana Motta. Essa mesma juíza, em fevereiro de 2011, condenou Bordaberry a 30 anos de prisão por liderar o golpe de 1973 e por sua responsabilidade pelos desaparecidos naquele período. O ex-ditador cumpriu três meses na prisão e foi transferido para casa por razões de saúde. Morreu dois meses depois. 

Quando questionada sobre a possibilidade de seus torturadores serem punidos, Lilián responde otimista. “No Uruguai, há vários casos abertos. Nosso caso também está aberto e a justiça também está investigando esses militares que participaram. Estão descobrindo cadáveres de pessoas desaparecidas. Há um trabalho de investigação e também confio que, no Brasil, também haja esse movimento, que é um direito de todos”, afirmou. 

Ela acredita, porém, que existe um caminho a ser percorrido não apenas por meio das autoridades – que também têm sua responsabilidade –, mas por toda a sociedade. “Os homens e mulheres deste momento têm que reclamar, que querer saber, buscar a verdade, voltar a esses episódios do passado. A cumplicidade é um sistema muito mais amplo, está no poder político, mas também na sociedade”. 

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Wired



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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Poupança



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domingo, 17 de novembro de 2013

Literatura

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sábado, 16 de novembro de 2013

Guarda Roupas - Montagem



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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Literatura

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Quarto de Hóspedes



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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Reflexão semestral

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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Tempo Vivo


20°C, Pancada de chuva moderada ou forte, Ipatinga

Veja como pode ser belo fazer a previsão do tempo!
Dados fornecidos pelo aplicativo Tempo Vivo.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Reflexão Anual

"O Ano Novo é a cada novo dia" - Roger

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domingo, 10 de novembro de 2013

Filmore West



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sábado, 9 de novembro de 2013

Zen

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Entrevista do Dia: Elisio Estanque - Sociologo Português

Causou surpresa, na semana passada, o caso da redatora de uma agência de publicidade da Indonésia que morreu após trabalhar três dias seguidos em frente do computador. O pai dela, diretor executivo de outra agência, disse que a filha passara de seu limite. Como medir esse limite em tempos de infoproletariado?
Ao tomar esse evento apenas como ilustração de muitos milhares de outros que têm acontecido nos últimos tempos, eu diria que essa pressão que faz com que o trabalhador seja levado pra lá do suportável das capacidades humanas depende de um clima geral que está a exaurir a classe. Esse clima tem despojado o trabalhador daquilo que são - ou que foram - alguns direitos de segurança, de inserção social e de recompensas materiais e salariais. Nas últimas duas décadas houve uma inversão na lógica do funcionamento da economia. O mercantilismo se reforçou e está a individualizar mais as relações de trabalho. As pessoas ficam sob um controle ainda maior na medição dos indicadores da produtividade, dependente de serem ou não capazes de alcançar objetivos muitas vezes insuperáveis. Portanto, nesse caso da Indonésia e também em muitos acidentes de trabalho em que questões de segurança são descuradas, tudo representa uma vulnerabilidade muitíssimo grande do trabalhador. E isso acontece tanto em segmentos mais qualificados e de ensino superior como naqueles de menor qualificação e trabalho indiferenciado. Temos na construção civil, por exemplo, vários exemplos de risco que levam os trabalhadores a sofrer acidentes físicos, inclusive.
Nessa semana, aliás, ocorreu a morte de um operário na Arena Amazônia motivada, diz o sindicato da categoria, pela correria dos trabalhadores para entregar o estádio no prazo. Há na história momento semelhante de tamanha vulnerabilidade do trabalhador?
Nos anos 1990, Ulrich Beck, alemão que estuda essas temáticas, falava da brasileirização do mundo. Pensava na enorme precarização da força de trabalho na qual não há praticamente direitos, e sim uma enorme rotatividade e instabilidade. Só que, na Europa, não se esperava que ela fosse tão brusca, tensa e violenta. É um individualismo negativo que faz lembrar aquele que existia antes da Revolução Francesa, antes de a sociedade industrial moderna estar consolidada. Era o trabalhador colocado como força bruta, como mercadoria, totalmente dependente daquilo que fosse do interesse das entidades empregadoras. O que assistimos nas últimas duas décadas é uma espécie de regressão a esse período de autêntica barbárie. E isso é vivido, no caso dos trabalhadores da Europa, depois de eles terem passado por três décadas da chamada época de ouro do Estado previdente, quando a conquista de direitos repunha o trabalho num estatuto de reconhecimento social. Há sete, oito anos, ninguém imaginava que, mesmo nas democracias mais avançadas, surgiriam fenômenos e situações de tamanha degradação humana.
Isso, de alguma forma, tem a ver com a inovação tecnológica?

A inovação tecnológica tem sempre duas faces: a brilhante e a obscura. Há muito se vinha discutindo que, com a tecnologia, o trabalhador ficaria mais liberto do componente mais duro do trabalho, podendo usufruir de mais tempo livre. Mas a inovação tecnológica não tem acarretado consigo mais liberdade, mais autonomia, mais emancipação. Ao contrário: permite uma vigilância mais apertada. Ela cria uma precariedade que não é apenas objetiva e material, mas também psicológica, o que leva o trabalhador a recriar os instrumentos da própria vulnerabilidade.
Como isso acontece?
O trabalhador é colocado numa situação vulnerável não apenas porque sabe que pode ser deslocado de um momento para outro ou ser facilmente demitido, mas também porque incorpora a ideia de que é preferível aceitar qualquer que seja a condição de trabalho a não ter nenhum. Daí que concorda em ser colocado numa posição de maior dependência. E aceita de certo modo ser explorado até a exaustão, como naquela situação à qual nos referimos no início. Isso acontece na relação assimétrica de poder que ele mantém com a entidade patronal, uma entidade que muitas vezes nem conhece pessoalmente.
O acúmulo de funções seria uma faceta dessa exploração?

Isso se insere no paradigma das empresas enxutas, retórica enfocada a partir dos anos 1980 com o chamado Consenso de Washington, que levou a uma globalização maior dos mercados. Isso intensificou imensos fluxos do capitalismo financeiro e colocou o capitalismo produtivo a sua mercê. Na prática, isso se traduziu na tentativa de espremer ao máximo o trabalhador que fica na empresa, fez com que a polivalência deixasse de ser sinônimo de maior autonomia e margem de opção do trabalhador para torná-lo mais dependente de uma competitividade castigante. Dentro das empresas também há uma condição muito estimulada entre os trabalhadores, os prêmios de produtividade, que muitas vezes são ilusão. Se olharmos de um lado a multiplicação do lucro da atividade financeira e de outro os salários, há uma distância que se foi elevando nas últimas décadas em todos os países, a começar pelos EUA. Resumindo, essa multiplicidade de competências aconteceu por imposição de cima para baixo. A margem de negociação foi desaparecendo porque o próprio campo sindical deixou de negociar as condições de trabalho, entre elas também as horas extras.
No caso das horas extras, seria o momento de resgatar o cartão de ponto?

O cartão de ponto nos remete aos setores mais burocráticos, aos setores dos servidores públicos, nos quais, apesar de tudo, ainda existe alguma previsibilidade. A pessoa sabe que, quando deixar o local de trabalho, estará livre. Mas me parece que essas situações sejam cada vez mais excepcionais porque os servidores públicos - pelo menos na Europa, no Brasil ainda é diferente -, estão sendo igualmente descartados, enquanto os recursos públicos seguem muitas vezes a lógica do privatismo. Eu diria que o cartão de ponto, neste momento, está no bolso de todo mundo. Está no celular, no computador, nos imensos meios técnicos que as empresas possuem para controlar o que cada um está a fazer a cada momento.
Como esse trabalhador pode reagir?
Desde que o capitalismo moderno se consolidou surgiram conflitos, como o movimento ludista, em que os trabalhadores destruíram as máquinas por temer que elas viessem a substituí-los no emprego. Mas eles logo aprenderam que, sozinhos e isolados, não conseguiriam resistir de modo nenhum. A resposta tinha de ser coletiva, por força do movimento sindical, que nos países mais avançados foi sendo institucionalizado e trouxe imensas conquistas para as condições de vida. Mas hoje, num salto histórico para este momento de regressão, os sindicatos estão a ser o principal alvo da força do grande capital internacional. Houve uma viragem de paradigma nas últimas duas ou três décadas. Os sindicatos temem ser agressivos, estão muito enfraquecidos. Em parte porque, seja no infoproletariado ou em outros vínculos laborais, as empresas e o trabalho tendem a ser terceirizados. Note-se por exemplo que, aqui no Brasil, cerca de 1/3 da força de trabalho é terceirizada. Em Portugal, mais de 30% dos trabalhadores estão com contrato a termo certo, ou seja, estão em situação de precariedade. As novas gerações de força de trabalho vão entrando no mercado em condição particularmente precária e dependente, individualizada e com medo.
Esse jovem não procura o sindicato?
Apesar de muitas vezes esse jovem ser sobrequalificado, pelo menos na Europa, já que o desemprego atinge mais aqueles que passaram pela universidade, ele não procura os sindicatos. E por duas razões: uma é a pressão que existe dentro das instituições do mercado de trabalho quanto a isso; outra é o déficit de confiança que as novas gerações têm rotineiramente em relação ao sindicalismo. Ou seja, o próprio sindicalismo também não soube renovar-se e adaptar-se para responder de modo mais eficaz a esses problemas.
Portugal anunciou que gastará € 300 milhões para combater o desemprego jovem. Isso é suficiente?

Esse valor é, com certeza, insuficiente para programas de incentivo ao emprego de jovens que, na faixa abaixo dos 30 anos, ultrapassam os 40% de desempregados em Portugal. Na Espanha, são 50%. É insuficiente sobretudo se não for acompanhado de outras políticas de incentivo à recuperação da economia, o que só pode acontecer se houver, de novo, um investimento e uma alavancagem por parte do poder público e da intervenção estatal. Porque, desastrosamente, esse paradigma neoliberal parte do princípio de que tudo que é privado é eficaz e tudo que é público é custoso. Se a economia não crescer, se não houver mais oferta de emprego e trabalho assalariado, é obvio que esses jovens continuarão a sentir-se sem futuro, em busca de qualquer saída. No caso de Portugal, a saída tem sido migrar para a Alemanha, Holanda, Luxemburgo e França, ou mesmo para o Brasil.
O desemprego no Brasil caiu para 4,6% em novembro, mínima histórica antes do fim do ano. O senhor vê esse cenário com otimismo?

O que tem acontecido no Brasil é um crescimento econômico muito significativo e uma melhoria notória nas condições de trabalho, porém justamente porque a base de partida era extremamente degradante e miserável para muitos setores. E, ainda hoje, apesar das melhoras em termos de formalização do emprego em relação há 15 anos, repara-se nos altíssimos porcentuais de rotatividade. Minha leitura vale para todas as sociedades: quando se avança segundo uma orientação progressista e emancipatória de maior coesão social, maior dignidade para as classes trabalhadoras, maior acesso à saúde, à educação, à cultura, ao descanso da mente, aí estaremos a caminhar no bom sentido. Se o paradigma desenvolvimentista do Brasil sair triunfante dessa encruzilhada em que nos encontramos, é possível que a classe trabalhadora, nas próximas décadas, vá se beneficiar disso. Mas neste momento há uma grande incerteza nesse sentido. Os poderes do capitalismo global são realmente esmagadores. 

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Yeah!



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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Ui



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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Revistas do Gantois



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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Zen

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