quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Whitesnake Unlock

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Blagh!

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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Rock Collection

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domingo, 28 de outubro de 2012

Salada

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sábado, 27 de outubro de 2012

Confucio

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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

My Name is Bond...James Bond.

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Há 100 Anos Atrás

Inaugurado o primeiro trecho do caminho aéreo do Pão de Açúcar, entre os morros da Babilônia e daUrca, no Rio de Janeiro.

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

007 GoldenEye

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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dica: Guia Folha

Guia Folha

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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Prostituição



1 INTRODUÇÃO
Prostituição, venda de serviços sexuais específicos, por um preço pré-combinado. A prostituição pode ser feminina ou masculina e os clientes, homens ou mulheres. O padrão mais comum é de prostitutas com freguesia masculina. Muitas vezes, chamada de “profissão mais antiga do mundo”, a prostituição tem dimensões religiosas, econômicas e sociais.

2 A PROSTITUIÇÃO NA MESOPOTÂMIA
A prostituição sagrada — comum nas civilizações da Antigüidade como as do Egito, Babilônia, Assíria e Índia — provavelmente surgiu da adoração da grande deusa pré-histórica da fertilidade e da maternidade. Essa deusa era adorada em ritos de expressão sexual. Sua religião existiu por tempo suficiente para que fosse preservada no poema épico Gilgamesh, escrito em aproximadamente 2000 a.C., onde uma personagem prostituta cuida da grande deusa. Um dos nomes antigos da deusa era Inana, que mais tarde tornou-se identificada com a Ishtar mesopotâmica, protetora das prostitutas, e suas formas posteriores: Astarte, Afrodite e Diana.

O historiador grego Heródoto relatou que, na antiga Babilônia, toda mulher tinha a obrigação de ir ao templo de Ishtar ao menos uma vez na vida e manter relações sexuais com um estranho. Os historiadores modernos discordam sobre a extensão desta obrigatoriedade. Entretanto, reconhecem que a prostituição nos templos existia na Fenícia, Síria, Lídia, Chipre e Egito, assim como na Babilônia. Os primeiros hebreus condenavam a prostituição nos templos e tentaram erradicá-la. Ainda assim, a Bíblia nos conta que os filhos de Eli empregaram seus ofícios sacerdotais nos ritos de prostituição sagrada, deitando-se com “mulheres que prestavam o serviço divino à porta” do tabernáculo (Samuel; 1, 2:22). Roboão, filho de Salomão, introduziu a prática da prostituição no templo de Jerusalém sob a influência de sua mãe amonita (Livro dos Reis; 1, 14:24). A prostituição continuou existindo até o reinado do rei Josias (Livro dos Reis; 1, 23:7). O termo hebraico (ver Língua hebraica) para designar os profissionais da prostituição sagrada era kedeshah (para a mulher) e kadesh (para o homem). Mesmo após a prostituição sagrada ser abolida, as mulheres continuaram a doar aos templos fundos obtidos com a prostituição.

3 GRÉCIA ANTIGA
Sólon, o legislador de Atenas, enchia os prostíbulos de escravas, taxava os lucros e, com parte eles, construiu um oratório para Afrodite, a deusa do amor. Acima das prostitutas dos bordéis, estavam as meretrizes das ruas, as músicas e dançarinas (aulétrides) e as tocadoras de flauta. As que tinham mais status eram as heteras ou hetairas. Diferindo das prostitutas comuns e das donas de casa — as mulheres casadas na Grécia antiga estavam destinadas aos trabalhos de casa e não participavam da vida pública — as heteras eram educadas, treinadas em escolas administradas por outras heteras e, em muitos casos, alcançavam grande destaque e influência. Os gregos tinham tanto interesse na prostituição que desenvolveram um tipo especial de literatura: a pornografia, obras sobre prostitutas. Sabemos mais sobre as meretrizes gregas do que qualquer outra classe de mulheres. Além disto, o homossexualismo era aceito na cultura grega, existindo, portanto, prostitutos com freguesia masculina.

4 PROSTITUIÇÃO NA ROMA IMPERIAL
A prostituição no Império de Roma caracterizou-se por uma legislação férrea. Apesar de a atividade ser legal, era preciso que as prostitutas registrassem seu comércio, vestissem determinadas roupas, usassem somente certos tipos de transporte, além de outras obrigações. Muitas vezes, os escravos eram forçados a se prostituir (ver Escravidão). Afrodite mudou seu nome e transformou-se em Vênus, dando origem, pelo menos sob o ponto de vista etimológico, às chamadas doenças venéreas, ou seja, doenças sexualmente transmissíveis.

5 A PROSTITUIÇÃO E O CRISTIANISMO
Os filósofos ascéticos do início do cristianismo — em particular São Paulo e Santo Agostinho — condenavam a sexualidade e identificavam as mulheres com a tentação. Entretanto, Agostinho descreveu a prostituição como um mal necessário, da mesma forma que os esgotos eram necessários para levar embora excrementos e líquidos. A atitude cristã diante das prostitutas era simbolizada por Maria Madalena, apresentada — embora não haja registros nas Escrituras — como uma prostituta salva pelo exemplo de Cristo. Portanto, a igreja cristã encarou a prostituição como pecado, mas também frisou a possibilidade de redenção das prostitutas. Como os romanos, os governantes medievais (ver Idade Média) freqüentemente taxavam as meretrizes e vários prostíbulos da Roma medieval contribuíram para os cofres papais.

6 RENASCIMENTO E REFORMA
Durante o Renascimento e a Reforma, apesar de bem estabelecida, a prostituição tornou-se marginalizada. A Reforma protestante (ver Protestantismo) exaltou a dedicação à pureza moral, enfatizou o casamento para a procriação e reforçou a importância do celibato. Os bordéis foram fechados e as mulheres que dependiam da prostituição tornaram-se mais pobres. Entretanto, algumas cortesãs das classes mais abastadas continuaram a viver bem e a gozar de prestígio social.

Na tradição ocidental, por mais que as prostitutas bem sucedidas lucrassem com seu trabalho, as que serviam aos níveis mais baixos da escala social, esbarraram, muitas vezes, em condições desesperadas de sobrevivência. Durante o século XV, na Inglaterra, foram criados os bordéis infantis, locais onde os parentes pobres enviavam suas filhas com idades entre 7 a 14 anos. O número de mulheres que recorreram à prostituição como um meio de sobrevivência aumentou depois da revolução urbana e industrial dos séculos XVIII e século XX.

7 ESFORÇOS SOCIAIS
Os esforços para controlar a prostituição tenderam a se concentrar em torno de dois objetivos contraditórios: a tentativa de confinar a prostituta em uma atividade legal mas socialmente condenada, e o esforço de eliminar a prostituição totalmente, baseada na moral ou na saúde. No final do século XVII, a Sociedade para a Reforma dos Costumes tentou reprimir a prostituição na Inglaterra. No código napoleônico posterior à Revolução Francesa, as prostitutas só podiam trabalhar em bordéis licenciados.
As tentativas de regular e taxar a prostituição ligam-se, muitas vezes, às preocupações com a saúde pública. No século XIX, o esforço de controlar a prostituição através de regras governamentais e de inspeções médicas uniu-se às tentativas de controlar a sífilis. O empenho para regular a prostituição em centros navais da Inglaterra levou a reformadora Josephine Butler (1828-1906) a iniciar um movimento que execrava a prostituição tolerada e legalmente inspecionada. Butler liderou a campanha de sua abolição no âmbito da política internacional, identificando movimentos ilícitos que levavam mulheres e meninas à prostituição indesejada e clamando pela eliminação destas práticas. Até a Liga das Nações e a Organização das Nações Unidas (ONU) envolveram-se nestes esforços.

8 ESTADOS UNIDOS
Nos Estados Unidos, foi também intensa a campanha pela erradicação da prostituição que, durante a última parte do século XIX, havia tornado-se uma grande indústria, tanto nas cidades fronteiriças como nas em desenvolvimento. A virada do século foi a era do bordel, quando foram famosas cafetinas como as irmãs Everleigh, de Chicago, e mais tarde Polly Adler, em Nova York. O movimento feminista emergente nos Estados Unidos apoiou sua abolição. Em 1910, o Governo Federal criou a Lei Mann que proíbe o transporte de mulheres para fins de prostituição através das fronteiras dos estados.

9 A PROSTITUIÇÃO EM CULTURAS NÃO OCIDENTAIS
Na cultura hindu, especialmente na Índia do norte, uma forma de prostituição sagrada existia até recentemente. Uma casta conhecida como devadasi ("as criadas do deus") surgiu nos séculos IX e X. Estas mulheres praticavam a prostituição nos templos de uma forma similar às da antiga Mesopotâmia.

1 Mundo islâmico
As prostitutas muçulmanas (ver Islã) são vistas como portadoras de desgraças para suas famílias. Por isso, muitas prostitutas são órfãs, filhas de prostitutas ou mulheres e meninas que foram deserdadas ou fugiram de suas famílias.

2 Japão
O Japão desenvolveu a instituição da gueixa, uma garota de programas treinada de maneira semelhante à hetaira grega, incluindo às vezes serviços sexuais entre suas habilidades. As gueixas ingressam em sua profissão ainda crianças e são educadas nas artes de agradar os homens.

3 China e o sudoeste da Ásia
Na China e no sudoeste asiático a situação está ligada à pobreza entre os camponeses. Isto levou à aceitação tanto da venda de uma filha para a prostituição para sustentar a família, como o costume de jovens engajarem-se na profissão para acumular um dote. Estas normas sociais, combinadas com uma cultura que é menos puritana que a ocidental, aumentaram o ramo da sexualidade comercial. Durante as guerras da Coréia e do Vietnã, a prostituição ao redor das bases militares norte-americanas da Tailândia e das Filipinas cresceu tanto que, hoje, Bangkok e Manila são consideradas a capital da indústria do turismo sexual. Na era da Aids existe um enorme perigo para mulheres e homens que se dedicam à prostituição. Outro aspecto do problema é o número crescente de meninas entre 8 e 13 anos que trabalham como prostitutas em países do terceiro mundo. A virgindade, que as faz teoricamente livres da Aids, atraem clientes que pagam fortunas. Este fenômeno acontece hoje na Ásia, no Oriente Médio, na África e na América Latina.

10 MOVIMENTO PELOS DIREITOS DAS PROSTITUTAS
Em meados do século XX, as atitudes das mulheres e da sociedade em relação às prostitutas começaram a mudar. A disponibilidade crescente de preservativos, o aumento e diversificação das opções de emprego femininos e a revolução sexual dos anos 1960 tiveram um grande impacto na indústria do sexo. Nos países desenvolvidos, um número proporcionalmente menor de homens usava os serviços de prostitutas, em comparação com as eras anteriores, e aqueles que o faziam tinham um menor número de contatos. As tentativas de policiar a prostituição e reforçar os regulamentos tornaram-se esporádicas, criminalizando somente as mulheres e não os seus clientes.

Nos anos 1970, foi iniciado um movimento pelos direitos das prostitutas. Paralelo a este desenvolvimento, houve da parte das prostitutas um reconhecimento da importância social de sua ocupação e da responsabilidade das mesmas em relação à propagação de doenças. Os grupos de prostitutas da França e da Inglaterra e o Coyote (da frase "Call Off Your Old, Tired Ethics", ou seja, “Acabe com sua ética velha e cansada”) nos Estados Unidos, fundado por Margo St. James e pela advogada Florynce Kennedy em 1972, são uniões que buscam assegurar a proteção legal de trabalhadores do sexo. Outro objetivo é inverter a imagem das prostitutas como autodestrutivas, viciadas e moralmente corruptas. Embora a possibilidade de abusos sexuais na família figure entre os fatores de peso na avaliação de muitos psicólogos (ver Psicologia) como um dos importantes motivos da prostituição, os movimentos modernos estão conseguindo reverter esta imagem e enfatizando que a prostituição é, em muitos casos, uma opção consciente.

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domingo, 21 de outubro de 2012

Doença de Alzheimer



Alzheimer, Doença de, doença degenerativa progressiva do cérebro, que hoje se considera a primeira causa de demência senil. A expectativa média de vida de quem sofre desta moléstia é entre cinco e dez anos, embora atualmente muitos pacientes sobrevivam por 15 anos ou mais.

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sábado, 20 de outubro de 2012

Filhos de Gandhi - Clara Nunes e Gilberto Gil

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Dinheiro



Dinheiro, qualquer meio de câmbio aceito para o pagamento de bens e serviços e para amortização de dívidas. Serve também como medida de valor econômico relativo. O número de unidades monetárias necessárias para a compra de um bem é denominada preço.

Suas funções como elemento de câmbio e medida de valor facilitam o intercâmbio dos bens e serviços e a especialização da produção. Sem a utilização do dinheiro o comércio seria reduzido à troca direta de um bem por outro.

As espécies mais importantes são: o dinheiro material, o dinheiro creditício e o dinheiro fiduciário. No primeiro caso o valor é do material de que é feito. Os principais materiais utilizados nesta espécie de dinheiro são o ouro, a prata e o cobre. O creditício consiste no papel avaliado pelo emissor, seja por um governo ou por um banco, para pagamento do valor equivalente em metal. O papel moeda, não conversível em nenhum outro tipo de dinheiro e cujo valor está fixado meramente por um decreto governamental, é o que se conhece como dinheiro fiduciário e que corresponde à maior parte das moedas em circulação.
O dinheiro básico de um país, ao qual se podem converter outra formas de dinheiro e que determina o valor de outros bens, denomina-se padrão monetário. Os padrões modernos têm sido ou um bem, principalmente ouro ou prata (padrão ouro), ou padrões fiduciários. As cédulas bancárias são fabricadas com um papel especial de alta qualidade, com marcas d'água, tiras metálicas e outros mecanismos que dificultam a falsificação.

As moedas fabricadas com uma liga de ouro e prata apareceram pela primeira vez no século VI a.C. Tanto os monarcas como os aristocratas, as cidades e as instituições começaram a cunhar moedas com seu sinete de identificação para garantir a autenticidade do valor metálico da moeda.

Por volta do século IX, o papel moeda foi introduzido pela primeira vez na China. Apareceu no Ocidente no século XVI e tornou-se popular no decorrer do século XVIII, porém continuou sendo dinheiro creditício, emitido sob o respaldo de depósitos de ouro e prata. Nos finais do século XIX, a queda do valor do ouro acarretou a criação de um padrão de ouro internacional, com o qual todas as moedas podiam ser trocadas, e o valor do dinheiro (mais que os preços) eram fixados pela paridade da moeda com o ouro. Quase todos os governos suspenderam a conversibilidade de sua moedas durante a I Guerra Mundial. Na atualidade todas as moedas são dinheiro fiduciário.

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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Feijoada



Feijoada, o mais popular dos pratos da cozinha brasileira. Varia de uma região para outra, mas a feijoada carioca (ver Rio de Janeiro) é a mais popular. É feita com feijão preto e servida com couve picada, laranja e farinha de mandioca, crua ou como farofa. Trata-se de um prato nutritivo e, segundo o historiador e folclorista (ver Folclore) Luis da Camara Cascudo, “não constitui um acepipe, mas um cardápio inteiro”. O feijão é cozido com várias carnes salgadas: costela, lombo, rabo, pé e orelha de porco, carne-seca, vários tipos de lingüiça, paio e toucinho defumado. A feijoada é conhecida desde os tempos da colônia  mas a receita, tal como a conhecemos hoje, é do século XX. No Cozinheiro Nacional, editado em 1887, a feijoada já incluía carnes, mas não há referências aos temperos atuais, nem se citam os legumes e verduras que, no Nordeste, são acrescentados a este prato. Costuma-se afirmar que a feijoada nasceu nas senzalas, a partir dos excessos de carne desprezados pela casa grande. Também se diz que a receita é um desdobramento do cozido português, preparado com carne de vaca, paio, salsicha, presunto, toucinho e lombo de porco, além dos legumes. O filólogo  e gourmet Antônio Houaiss afirma, porém, que nossa iguaria mais típica não é uma criação brasileira, mas, sim, das ilhas de Cabo Verde. Embora sua origem seja obscura, o Brasil adotou a feijoada como prato nacional. A caipirinha é o aperitivo tradicional para acompanhar uma feijoada.

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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MoneyWiz




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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Home Office

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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Congela Cérebro

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domingo, 14 de outubro de 2012

Bater Cartão

Bater Cartão by Rogsil
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sábado, 13 de outubro de 2012

Mountain Lion Wallpaper

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sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Keyboard

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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Arnaldo Jabor - Artigo

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Eu só Quero Chocolate

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

GVT 35MB - Ipatinga MG


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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

KLE621

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domingo, 7 de outubro de 2012

O que o lápis escreveu só a borracha apaga.....

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sábado, 6 de outubro de 2012

Conectado e Socializado

assim são as redes sociais: parecem hotéis cinco estrelas, mas não passam de cadeias em que um preso vigia o outro constantemente.


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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

(Anti)social?

"Entramos em rede porque estamos ocupados, mas acabamos passando mais tempo com a tecnologia e menos uns com os outros".


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

UniPAC Vale do Aço

UniPAC  Vale do Aço by Rogsil
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Humor





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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Deus criou o céu e a terra... o resto é feito na China.

Reflexão

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Draw

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