terça-feira, 31 de maio de 2011

NOVO IPHONE 3GS - New iPhone 3GS

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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Simone - Alma

á almas que têm
as dores secretas
as portas abertas
sempre pra dor
há almas que têm
juízo e vontades
alguma bondade
e algum amor
há almas que têm
espaços vazios
amores vadios
restos de emoção
há almas que têm
a mais louca alegria
que é quase agonia
quase profissão
a minha alma tem
um corpo moreno
nem sempre sereno
nem sempre explosão
feliz esta alma
que vive comigo
que vai onde eu sigo
o meu coração

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domingo, 29 de maio de 2011

Nirvana - Heart Shaped Box

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sábado, 28 de maio de 2011

Jazz


1
INTRODUÇÃO
Jazz, forma musical desenvolvida por volta de 1900. Tem uma história definida e uma evolução estilística específica.

2
AS ORIGENS
O jazz tem suas origens no encontro de duas tradições musicais: a africana e a européia.
Da África assimila os estilos vocais, que se destacam por uma grande liberdade de coloração vocal, a tradição da improvisação, a alternância de pergunta e resposta e a complexidade rítmica.
A música européia contribui com estilos e formas específicos: hinos, marchas, valsas, quadrilhas e outras músicas de dança, de teatro ligeiro e de óperas italianas, bem como elementos teóricos ― em especial a harmonia ―, um vocabulário de acordes e a relação com a forma musical.
Essas duas tradições, ao confluir em terras norte-americanas, deram origem ao jazz.
Outros elementos da música popular que contribuíram para o jazz incluem a música de banjo dos minstrel shows (espetáculos apresentados por brancos maquiados de negros), os ritmos sincopados procedentes da música latino-americana, os estilos de pianola dos músicos das tabernas do Meio Oeste, e as marchas e hinos tocados pelas bandas de metais no fim do século XIX.
Nesses anos surgiu outro gênero que exerceu uma poderosa influência, o ragtime, música que combinava muitos elementos.
A partir de 1910, o diretor de orquestra W. C. Handy tomou outra forma influente, o blues, e a levou para além dos limites de sua tradição estritamente oral. Pelas mãos dos músicos de jazz, seus blues chegaram a quem seria talvez seu maior intérprete: a cantora Bessie Smith.

3
O JAZZ DE NOVA ORLEANS
Com o início do século XX, surgiu o primeiro estilo de jazz documentado, cujo centro estava na cidade de Nova Orleans, no estado de Louisiana. A corneta ou o trompete arcavam com o peso da melodia, o clarinete tocava floridas contramelodias e o trombone interpretava sons rítmicos. Atrás desse trio básico, a tuba e o contrabaixo interpretavam a linha do baixo e a bateria o acompanhamento rítmico. A exuberância e o volume eram mais importantes que a delicadeza: a improvisação se centrava no som do conjunto.
Um músico de nome Buddy Bolden parece ter sido o artífice das primeiras bandas de jazz, mas sua música e seu som se perderam, se bem que podem ser percebidas certas influências do jazz nas poucas gravações primitivas em disco.
A primeira gravação de uma banda de jazz teve de esperar até 1917. Essa banda, um grupo de músicos brancos de Nova Orleans que se chamava The Original Dixieland Jazz Band, teve um enorme sucesso (o termo dixieland seria utilizado para definir mais tarde o estilo Nova Orleans interpretado por músicos brancos). Depois apareceriam outras duas, uma branca e outra negra: em 1922 os New Orleans Rhythm Kings e, em 1923, a Creole Jazz Band, esta última liderada pelo cornetista King Oliver. As gravações realizadas pelo grupo de Oliver constituem os registros mais significativos desse estilo. Outros destacados músicos de Nova Orleans foram os trompetistas Bunk Johnson e Freddie Keppard, o saxofonista soprano Sidney Bechet, o percusionista Warren “Baby” Dodds e o pianista e compositor Jelly Roll Morton. Entretanto, o músico mais influente foi o segundo trompetista de King Oliver, Louis Armstrong.

4
CHICAGO E NOVA YORK
Para o jazz, a década de 1920 foi uma época de grande experimentação e muitas descobertas. Muitos músicos de Nova Orleans migraram para Chicago, onde exerceram influência sobre os intérpretes locais e estimularam a evolução de um estilo identificável, derivado do estilo Nova Orleans, acentuando a atuação dos solistas e acrescentando de forma habitual o saxofone à orquestração. Entre os instrumentistas que trabalhavam em Chicago se incluem o trombonista Jack Teagarden, o baterista Gene Krupa e o clarinetista Benny Goodman. Em Chicago também trabalhava Bix Beiderbecke, cujo lirismo como cornetista era o contraponto do estilo de Armstrong. Muitos dos músicos de Chicago se estabeleceriam depois em Nova York, outro centro importante de jazz na década de 1920.

5
O PIANO DE JAZZ
Outro veículo para a evolução do jazz nos anos vinte foi a música para piano. O bairro do Harlem, na cidade de Nova York, transformou-se no centro de um estilo muito técnico, com improvisações muito extensas, que seria conhecido como stride piano. O mestre dessa escola foi James P. Johnson. Seu discípulo Fats Waller ― vocalista e showman de talento ― se converteu no intérprete mais popular desse estilo. O pianista mais inovador dos anos vinte, de importância comparável à de Armstrong, foi Earl Fatha Hines.

6
A ERA DAS BIG BANDS
Durante a década de 1920, existiram grupos de jazz que começaram a tocar seguindo o modelo das bandas de bailes da sociedade. Formaram aquelas que seriam chamadas as big bands. Foram tão populares nas décadas de 1930 e 1940 que esse período tornou-se conhecido como a era do swing.
O desenvolvimento das big bands deveu-se em grande parte a Duke Ellington e a Fletcher Henderson, com a colaboração de solistas muito dotados, como o saxofonista tenor Coleman Hawkins.
Durante a década de 1930, desenvolveu-se em Kansas City um estilo diferente, cujo máximo expoente foi a banda de Count Basie. Os instrumentos de sopro intercambiavam riffs de conjunto e interagiam com grandes doses de ritmo fazendo pausas para acomodar-se aos longos solos. O saxofonista tenor Lester Young tocava com uma estranha liberdade rítmica durante as improvisações dos solistas.
Outras figuras que fizeram escola no final dos anos trinta foram o trompetista Roy Eldridge, o guitarrista Charlie Christian, o baterista Kenny Clarke e o vibrafonista Lionel Hampton. Cantores de jazz da década de 1930 como Ella Fitzgerald, e, sobretudo, Billie Holiday, utilizaram uma forma de interpretar mais flexível e estilizada.

7
A INTERAÇÃO ENTRE A MÚSICA POPULAR E A CULTA
Os esforços pioneiros de Armstrong, Ellington, Henderson e outros músicos fizeram com que o jazz adquirisse uma influência dominante na música norte-americana das décadas de 1920 e 1930. Chefes de orquestra como Paul Whiteman utilizaram alguns dos recursos rítmicos e melódicos mais óbvios do jazz. Em uma tentativa de fundir o jazz com a música ligeira, a orquestra de Whiteman estreou peças sinfônicas de estilo jazzístico de compositores norte-americanos como George Gershwin.

8
OS ANOS QUARENTA E AS DÉCADAS DO PÓS-GUERRA
O músico mais influente da década de 1940 foi Charlie Parker, que se converteu em líder de um novo estilo conhecido como bebop, rebop ou bop. Assim como Lester Young, Charlie Christian e outros solistas destacados, Parker tocava com big bands. Entretanto, durante a Segunda Guerra Mundial, a economia de guerra e as transformações no gosto do público levaram à dissolução de muitas orquestras. Esse fator, combinado com o estilo radicalmente novo do bebop, produziu uma revolução no mundo do jazz.
O bebop continuava baseando-se na improvisação, mas seus tempos eram mais rápidos, as frases mais longas e complexas, a gama emocional mais ampla. Os músicos de jazz tomaram maior consciência de sua expressão como artistas e tentaram popularizar sua arte incluindo vocalistas e bailarinos, tal como tinham feito seus predecessores.
No centro desse processo de transformação destacava-se Parker, que podia fazer qualquer coisa com o saxofone. Criou melodias belas e muito elaboradas. Sua música possuía uma variedade rítmica infinita. Os colaboradores mais freqüentes de Parker foram o trompetista Dizzy Gillespie, conhecido por sua formidável velocidade, seu inconfundível registro e seu sugestivo sentido harmônico; o pianista Earl Bud Powell e o baterista Max Roach, ambos líderes destacados. Também era bastante considerado o pianista-compositor Thelonius Monk. A cantora Sarah Vaughan esteve relacionada no inicio de sua carreira com os músicos de bop, sobretudo com Gillespie e Parker.
As experiências mais importantes de meados do século, com um jazz influenciado pela música culta clássica, tiveram lugar nas gravações de 1949-1950 realizadas pelo inusual noneto liderado por um discípulo de Parker, o jovem trompetista Miles Davis. Os arranjos, de sonoridade tranqüila mas tímbrica e harmonicamente muito complexos, criados por Davis e por outros deram origem ao cool jazz. Muitos grupos adotaram esse estilo, que teve seu momento culminante na década de 1950.

9
OS ANOS 50, 60 E 70
Durante o terceiro quarto de século surgiram novas tendências. A década de 1960 rivaliza com o final dos anos vinte e fim dos quarenta como um dos períodos mais férteis da história do jazz.
Em 1955, Miles Davis organizou um quinteto que contava com o saxofonista tenor John Coltrane, cujo estilo contrastava vivamente com as linhas melódicas das serenas sonoridades de Davis. Coltrane vertia torrentes de notas com velocidade e paixão, explorando cada célula melódica, sem importar quão exótica fosse. Mas também fazia baladas lentas com equilíbrio e serenidade. Em seus solos revelava um sentido excepcional da forma e do tempo. Junto com o pianista Bill Evans, compôs um grupo de peças que pertencem todas à mesma tonalidade, o que supunha uma grande liberdade para o improvisador. O uso de um acorde e uma modalidade idênticos, mantidos durante 16 compassos, fez com que recebesse o nome de jazz modal. Outro produto da experimentação do fim dos anos cinqüenta foi a tentativa do compositor Gunther Schuller, junto com o pianista John Lewis e seu Modern Jazz Quartet, de fundir o jazz e a música clássica em outra corrente.
Esses foram os anos de maior atividade do compositor, baixista e chefe de orquestra Charlie Mingus, que dotou suas improvisações de acordes com uma veemência mais crua e selvagem. Mais controvertida ainda seria a obra do saxofonista alto Ornette Coleman, cujas improvisações, às vezes quase atonais, suprimiam as progressões de acordes, embora mantivessem o constante swing rítmico característico do jazz.
Enquanto isso, a corrente principal do jazz, o mainstream, mesmo incorporando muitas das idéias melódicas de Coltrane e inclusive algumas peças de jazz modal, continuou construindo suas improvisações sobre as progressões de acordes das canções populares.
O trio do pianista Bill Evans interpretava as canções populares com profundidade e os músicos interagiam de modo constante. Essa interação se aprofundou ainda mais na seção rítmica do quinteto de Davis quando incluiu o baterista Tony Williams, o baixista Ron Carter, o pianista Herbie Hancock e, mais adiante, o singular saxofonista tenor Wayne Shorter.
O jazz atravessou outra crise econômica no final da década de 1960. O público jovem estava atraído pela música soul e pelo rock, enquanto que os amadores adultos se sentiam alheios às abstrações e à falta de emoção de grande parte do jazz moderno. Os músicos de jazz perceberam que para voltar a conquistar o público deviam extrair idéias da música popular. Algumas dessas idéias proviriam do rock, mas a maioria teria sua origem nos ritmos de baile de músicos de soul como James Brown. Houve grupos que acrescentaram também elementos musicais de outras culturas. Os exemplos iniciais desse novo jazz de fusão estão de alguma forma mesclados com outros subestilos. Os epígonos de Davis produziram alguns dos discos de fusion de maior sucesso dos anos setenta: Herbie Hancock, Wayne Shorter e o pianista austríaco Joe Zawinul, Weather Report, o guitarrista inglês John McLaughlin e o brilhante pianista Chick Corea, com seu grupo Return to Forever.
Durante esse mesmo período, outro discípulo de Davis, o pianista Keith Jarrett, alcançou grande sucesso comercial mesclando instrumentos eletrônicos e estilos populares.
Em meados da década de 1980, os artistas de jazz utilizaram novamente uma grande variedade de estilos para públicos distintos e diferentes audiências, e revelaram um renovado interesse pelo jazz sério (em oposição ao de orientação pop). Um dos mais interessantes é o trompetista Wynton Marsalis, também aclamado por suas interpretações de música clássica.

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

LASTFM

LASTFM

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

King Diamond: Omens - Lyrics

Nobody's inside the church but the bell is ringing
For no reason the floweres are dying

Oh, Deadly Omens
Oh, Deadly Omens

Inside the mansion the air is unbearable, a rotten smell
In the dinning room the table is set for 3

Oh, Deadly Omens
Oh, Deadly Omens

[SOLO: Mike -SOLO: Andy]

"Miriam come here and see what I've found, it's moving
An empty cradle swaying in the air
I did not bring it in here, now did You?"

"No, no, no"

Oh, Deadly Omens
Oh, Deadly Omens

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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Frango Assado

INGREDIENTES:
  • 1 frango inteiro
  • Margarina ou manteiga com sal
  • Sal
  • 1 cebola grande descascada inteira
  • Galhos de alecrim e manjericão ou ervas finas desidratadas
MODO DE PREPARO:


  1. Pegue o frango, retire os míudos
  2. Lave-o por dentro e por fora com água e limão, escorra
  3. Secar com um guardanapo de pano dentro e fora, em seguida passar sal por dentro e por fora, fazer o mesmo com a margarina ou manteiga
  4. Colocar em uma assadeira, adicionar a cebola inteira e os galhos de alecrim e manjericão no interior do frango com um cubinho de margarina
  5. Levar para assar em forno médio até começar a dourar mais ou menos 40 minutos, aumentar o forno para o máximo para dourar e ficar crocante
  6. Obs: Se for ervas finas pode misturar na margarina, quanto ao sal passe com a mão para entrar em todas as partes do frango dentro e fora
  7. Fica salgadinho e crocante, a carne temperada e aromatizada pela cebola e as ervas
  8. Não precisa marinar, é temperar e por para assar, sem papel alumínio para não criar líquido na assadeira
  9. É só provar agora, e fazer sempre
  10. Foi a minha primeira receita de salgado assado, tinha uns nove anos

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terça-feira, 24 de maio de 2011

Coca-Cola

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Como fazer panqueca americana

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domingo, 22 de maio de 2011

Feijão


Feijão, nome comum de muitas plantas originárias do continente americano, cujas sementes e vagens são usadas como alimento humano e como forragem. A semente tem elevado conteúdo protéico e as vagens verdes são consumidas por inteiro. Das variedades que se consomem maduras, aproveitam-se somente as sementes, de cores variadas, conforme a espécie. Quase todas as plantas cultivadas são espécies ou variedades do gênero Phaseolus.
Na América Latina, o feijão constitui um dos alimentos básicos, apreciado por todos os grupos sociais, e é usado em numerosos pratos típicos de grande consumo.
A fava, aparentada ao feijão, é cultivada desde a Pré-história e continua sendo o tipo mais comum em muitos lugares da Europa. Nos Estados Unidos, cultivam-se diversas espécies, sob a denominação comum de ervilhaca. Quase todos os feijões daquele país, como acontece com as variedades mexicanas, pertencem a um mesmo gênero. Também são cultivadas, principalmente como forrageiras, leguminosas como o feijão-aspargo e a variedade careta. A soja, de origem oriental, é cultivada sobretudo pelo óleo, industrializado, e na preparação de forragem para o gado.
Cultivam-se centenas de variedades do feijão comum, que são agrupadas em duas linhas básicas: as anãs e as trepadeiras. As primeiras, baixas, sustentam-se sozinhas, mas as outras devem ser conduzidas por tutores.
Embora perenes, essas plantas são cultivadas como anuais. Exigem solo rico, leve e quente. Não toleram as baixas temperaturas. A principal enfermidade que ataca estas espécies é uma forma de antracnose, causada por um fungo que afeta os caules, as folhas e as vagens.
No Brasil, o feijão é alimento básico, ingrediente de um dos pratos típicos nacionais: a feijoada. Neste caso, usa-se o feijão-preto, mas outras variedades são também consumidas. É o caso do feijão-fradinho, utilizado no preparo do acarajé; o feijão-manteiga; o feijão-mulatinho; e o feijão-de-corda. Deu origem até a expressões populares, como “feijão-com-arroz”, expressão de simplicidade.
Classificação científica: Os feijões pertencem à família das Leguminosas. O feijão-comum é Phaseolus vulgaris. A fava corresponde à espécie Vicia faba. A ervilhaca é parte também do gênero Vicia. Quase todas as variedades cultivadas na Europa, nos Estados Unidos e no México integram o gênero Phaseolus. O feijão-aspargo forma parte do gênero Vigna. O feijão-careta corresponde à espécie Dolichos lablab.

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sábado, 21 de maio de 2011

Rei da linguiça

Rei da linguiça

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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Etta James - Blues to The Bone - CD - Download

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Djavan Alumbramento - Cd - Download

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quarta-feira, 18 de maio de 2011

CD Marés - Belô Veloso - Download

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terça-feira, 17 de maio de 2011

Lanche Espiritual do Dia

Um corpo saudável reflete atitudes corretas e perfeitas da mente. Alimente seu cérebro com pensamentos saudáveis, para que seu corpo possa refletir saúde. Equilibre seus pensamentos num clima de bondade e compreensão, para que seus órgãos funcionem com regularidade. Mantenha viva a sensação da presença de Deus dentro de você, para que seu corpo irradie otimismo e amor.

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segunda-feira, 16 de maio de 2011

A arte da Meditação EPub

A Arte da Meditação .zip - http://www.4shared.com/file/x69Ex0l9/A_Arte_da_Meditao_.html

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domingo, 15 de maio de 2011

Blackberry Papel de Parede


Blackberry Papel de Parede, upload feito originalmente por Rogsil.

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sábado, 14 de maio de 2011

IPhone Papel de Parede


IPhone Papel de Parede, upload feito originalmente por Rogsil.

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sexta-feira, 13 de maio de 2011

IPhone 4 Papel de Parede


IPhone 4 Papel de Parede, upload feito originalmente por Rogsil.

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quinta-feira, 12 de maio de 2011

Wallpaper - The Sun is Going Down?


The Sun is Going Down?, upload feito originalmente por Rogsil.

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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Papel de Parede - Ladrilhos


Ladrilhos, upload feito originalmente por Rogsil.

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terça-feira, 10 de maio de 2011

Vence na vida quem diz sim - Chico Buarque, Nara Leão e MPB4

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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Radio Vaticana

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domingo, 8 de maio de 2011

"Paranormal Activity" - Official Trailer [HQ HD]

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sábado, 7 de maio de 2011

Test du Samsung Galaxy 551 - par Test-Mobile.fr

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Pedindo Pizza pelo Google Tradutor

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Wintersun - Winter Madness [HD 720p]

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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Rock

1 INTRODUÇÃO

Rock, termo que agrupa, de um modo geral, o conjunto de correntes musicais que surgiram em meados do século nos Estados Unidos. Considerado sinônimo da “música do século XX”, o rock perdeu com os anos o marcado caráter anglo-saxão que tinha em suas origens para transformar-se em uma linguagem universal submetida a contínuas transformações.

Surgiu de modo espetacular e desenvolveu-se a princípio como um fenômeno de massas que transtornou a vida e os ideais dos Estados Unidos. Não pode ser considerado um movimento musical em sentido estrito. Suas raízes são tão plurais que sintetizam os principais ramos da chamada música popular norte-americana, sobretudo oblues, o rhythm and blues, o gospele o country and western.

2 OS ANOS 50

A sorte sorriu para Elvis Aaron Presley, nascido em Tupelo, Mississippi, em janeiro de 1935. Pertencia a uma família humilde do Sul dos Estados Unidos (white trash, “lixo branco” para os herdeiros dos ideais escravistas da Confederação) que se estabeleceu em Memphis em 1948, mas, em 1954, já cantava e gravava temas de Arthur Crudup e Bill Monroe, oscilando entre o blues, o gospel e o country rural.

Naquela época, o propósito de algumas companhias discográficas, ante a decadência do country — no ano de 1953 falecia Hank Williams —, consistia em descobrir novos cantores que expressassem “sentimentos brancos” com força, voz e coração negros, e Elvis acabou por ser o artista escolhido em uma época em que já gozavam de relativo prestígio solistas como Jerry Lee Lewis, “o Assassino” (1935), Carl Perkins (1932), Johnny Cash (1932), Roy Orbison (1936) e Chuck Berry (1931). Salvo Berry, apoiado por Muddy Waters e uma gravadora independente de Chicago, os demais coincidiriam em seus primeiros trabalhos ao gravar em 1955 com o selo Sun Records. Outro pioneiro fundamental foi Little Richard.

Mas Elvis, graças à sua participação em diversos espetáculos de massa de Nashville nos primeiros meses de 1956, de clara significação country, pôde renunciar à sua condição de herói local que goza do interesse de uma audiência reduzida mas fiel, e, com habilidade, apoiando-se em seu tema Heartbreak hotel, atípico no contexto onde o apresentou, deslumbrou, hipnotizou as massas de adolescentes e se lançou com um triunfo que o catapultou em questão de poucos dias ao primeiro lugar da lista de sucessos nos Estados Unidos. Com Heartbreak hotel explodiu o fenômeno dos teenagers.

Paralelamente, no panorama do rock, sucederam-se fenômenos transcendentais em relação aos quais “o Rei” se mostrou alheio, pela comodidade de seu status de herói popular inquestionável, crooner (cantor melódico-romântico) ocasional e nostálgico das melodias religiosas de sua infância. Embora os músicos surgidos na década de 1960 — como Bob Dylan, The Beatles, Van Morrison, The Who, The Band, The Rolling Stones, The Kinks e Yardbirds — tenham crescido ouvindo Elvis, suas composições não refletem qualquer influência do “Rei”.

3 OS ANOS 60

Desde o começo da década de 1960, o fator mais destacado no panorama do rock consistiu no que veio a ser denominado a “resposta britânica”, expressão que engloba as numerosas formas em que os músicos ingleses assumiram as novidades procedentes dos Estados Unidos.

A aparição do grupo The Beatles em 1962, após diversas tentativas anteriores para formar uma banda estável, estimuladas pelo inquieto John Winston Lennon (teve nomes como The Quarrymen ou Johnny and the Moondogs, 1956-1959; Long John and the Silver Beatles, 1960; Beat Brothers ou The Cavern, 1961, e The Silver Beatles, 1962), a quem acompanhavam de uma forma regular Paul McCartney e George Harrison e, com menor freqüência, o baixista Stu Sutcliffe e o baterista Pete Best, foi o germe da “revolução britânica do rock”. Esses jovens de Liverpool realizaram diversas turnês pela Escócia e a Alemanha, gravações como grupo de apoio de figuras de segunda categoria, até encontrarem em Brian Epstein o produtor idôneo e idílico que levaria sua carreira ao estrelato.

A ânsia de introduzir uma transformação radical nas formas de vida, através do rockandroll, tornou-se manifesta com a aparição em cena dos Rolling Stones, nome tomado de um tema de Muddy Waters. Apresentaram-se em público em 12 de julho de 1962 no Marquee de Londres, quando seus componentes ainda não apresentavam uma formação segura. Representavam, entre os reduzidos círculos em que se apresentavam nessa fase inicial, a esperança do rhythm and blues britânico e branco e, em pouco tempo, alcançaram celebridade como áspera resposta, procedente da marginalidade, à beatlemania.

4 OUTRAS CORRENTES

Desde fins da década de 1960, o rock não deixou de apresentar variantes e novidades em relação às correntes pioneiras, até o ponto de tornar impossível sua enumeração, e perdeu vigência o argumento crítico segundo o qual um estilo se identificava em função de uma influência dominante em um período de tempo concreto. Isso não está em contradição com o fato de que, com freqüência, por caminhos trágicos, o rock tenha gerado uma galeria de mitos cuja influência se deixa sentir como um ponto de referência fundamental, como ocorre ao evocar as figuras do guitarrista Jimi Hendrix; de Keith Moon, do The Who; John Bonham, do Led Zeppelin; Bon Scott, do AC/DC; Jim Morrison, do Doors; Freddie Mercury, do Queen; Ian Curtis, do Joy Division; Phil Lynott, do Thin Lizzy; Steve Clark, do Def Leppard; Johnny Thunders, do Heartbreakers; o ex-beatle John Lennon; e Sid Vicious, do Sex Pistols, entre muitos outros. Mas, à medida em que se prolongou a história do rock, foram se multiplicando suas formas e orientações, constantemente mediante artifícios comerciais: a recuperação de antigas essências, a reelaboração de velhos sons e a ampliação dos âmbitos de ação das bandas.

Se o rock se definia, em especial nos Estados Unidos, como a música das festas, do divertimento de uma geração ou das reuniões sociais da juventude, esta concepção variou de forma radical nos decênios seguintes, quando o gênero alcançou territórios como o do compromisso político, como ocorreu no country, nopunk rock, em certas derivações do folk rock, no rock urbano, no rap e no heavy metal. Outras correntes se dedicaram ao experimentalismo plástico, como é freqüente no glam rock, no rock sinfônico, na música eletrônica, no pop neo-romântico, na música de discoteca ou na new age. Outras passaram a explorar a alta tecnologia, como sucede nas correntes mais radicais do tecno pop, no rock progressivo, o denominado rock artístico. Existem ainda o jazz rock de fusão, as diversas fórmulas sustentadas na música de sintetizadores e o rock de consumo, reforçado pela estética do videoclipe e uma tendência ainda tímida, mas na qual começaram a desenvolver diversas idéias artistas como John Cale, do Velvet Underground, David Bowie e Peter Gabriel, em direção à interatividade.

5 ROCK BRASILEIRO

O Brasil tem uma rica tradição no rock, que remonta ao final da década de 1950, quando esse gênero musical era identificado com a rebeldia sem causa da juventude transviada, que, como dizia a velha canção imortalizada na voz de Raul Seixas, entrava “na rua Augusta a 120 por hora”. Pontificavam nessa geração Roni Cord, Sérgio Murilo, Tony Campelo e, principalmente, Cely Campelo, cuja imagem ficou gravada na memória de várias gerações com canções como Broto legal e, acima de tudo, Estúpido cupido.

Posteriormente veio a Jovem Guarda, que, em seus primórdios, no início da década de 1960, traduziu para o Brasil o espírito iê-iê-iê dos Beatles, na qual reinavam absolutos os parceiros Roberto e Erasmo Carlos, que, com canções como Calhambeque e Splish splash, dominaram a cena pop durante mais de uma década. Pertenciam a essa geração Wanderléa, Trio Ternura, Jerry Adriani e muitos outros. Como aconteceu com as gerações que a antecederam e a sucederam, a Jovem Guarda desembocou também no rico mar da MPB.

Vieram depois os Mutantes de Arnaldo Baptista e Rita Lee, que encarnavam o espírito hippie do flower power. Na década de 1970, o rock progressivo deu origem a grandes bandas, que, apesar da incontestável qualidade do trabalho, não conseguiram chegar ao grande público. Esse foi o caso de grupos como O Terço, A Bolha e Vímana (do qual faziam parte Lobão, Ritchie e Lulu Santos, que mais tarde iriam se lançar em destacadas carreiras solo).

Veio a década de 1980 e, com ela, a explosão do rock nacional. O primeiro grande estouro foi a Blitz, da qual faziam parte Evandro Mesquita e Fernanda Abreu e que ganhou o Brasil com canções leves e dançantes como Você não soube me amar e Quero passar um weekend com você. Mais do que nunca, o Rio de Janeiro ditava a moda para o país, atraindo para a cidade uma série de bandas, todas querendo tocar suas fitas demo na hoje extinta Rádio Fluminense FM (auto-intitulada “A maldita”) e se apresentar no Circo Voador ou em eventos como o Rock in Rio, organizado pela primeira vez em janeiro de 1985 pela agência de propaganda Artplan.

O Barão Vermelho cantava Pro dia nascer feliz e o Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, Fixação. Vieram de Brasília o dançante Paralamas do Sucesso (Vital e sua moto) e o vigoroso Legião Urbana (Será). Em São Paulo, o movimento punk produzia bandas como Plebe Rude e Ratos do Porão, mas foi da despretensiosa new wave que veio a banda mais identificada com a estética paulista: os Titãs.

O RPM de Paulo Ricardo lançou Rádio pirata e vendeu mais de 1 milhão de discos, mas a banda foi consumida pela fogueira das vaidades, sendo desfeita por causa do desentendimento entre seus integrantes. Também foi um fenômeno passageiro o irreverente Camisa de Vênus, liderado pelo cantor e compositor baiano Marcelo Nova, que foi um dos últimos parceiros de Raul Seixas.

Cazuza se desligou do Barão Vermelho e iniciou uma brilhante carreira solo, interrompida precocemente pela Aids em 1990, quando ele se aproximava da MPB (chegou a gravar o mangueirense Cartola). Essa geração chegou à década de 1990 demonstrando um certo cansaço e foi perdendo espaço na mídia. Os Paralamas do Sucesso, apesar de uma sólida carreira no mundo hispano, fizeram uma parada estratégica. O Barão Vermelho interrompeu o trabalho de composição e fez o disco Álbum, no qual visitou velhos sucessos de Rita Lee, Luís Melodia e Ângela Ro Ro, entre outros grandes nomes de um passado recente da MPB. A Aids também levou o cantor e compositor Renato Russo, provocando o fim do Legião Urbana depois do grande sucesso de Via Láctea (“Quando tudo está perdido/ sempre existe um caminho”).

Até os Titãs, cujas guitarras se tornaram cada vez mais pesadas desde Cabeça dinossauro, se renderam à nova realidade e, em meados da década de 1990, lançaram Unplugged, baseado no show que fizeram ao vivo no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro. Mais uma vez, a força de gravidade da MPB conseguiu atrair para dentro do mesmo buraco negro os principais talentos da música brasileira. Assim como fizera com a bossa nova, a tropicália e até mesmo com os questionáveis sertanejos.


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terça-feira, 3 de maio de 2011

I Can't Give You Anything - The Stylistics 1975

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Crossing The line – Stevie Winwood




When you're caught, the other side
Take a look and maybe start
To take up your life again
Crossing the line
Through the gate, what words to say
Demon takes your breath away
Hear your heart, don't be afraid
Passing through time
Spinning around the axis of a dream
Possibilities aren't always what they seem
Reject them and all your choices will be free

Crossing the line
Turn upon the winding stair
Past the door that isn't there
You have come you know not where
Passing through time
Walk along the narrow road
Where the ghost gives up his mind
You can catch the thread of time
Crossing the line
Spinning around the axis of a dream
Possibilities aren't always what they seem
Reject them and all your choices will be free
Crossing the line

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domingo, 1 de maio de 2011

Concert Vault

AC/DC at Towson State College on Oct 16, 1979


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