quarta-feira, 30 de junho de 2010

Jota Quest DVD


Jota Quest, upload feito originalmente por Rogsil.

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terça-feira, 29 de junho de 2010

Como Dessossar um Coelho

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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Gastronomia no mundo


1 INTRODUÇÃO
A alimentação humana é determinada, principalmente, pelas plantas e animais disponíveis em cada local. Os esquimós, que vivem no pólo Norte, alimentam-se, principalmente, da carne de peixes, focas, baleias e animais da terra firme. Os caribenhos vivem de peixes, vegetais e arroz porque as principais atividades econômicas das ilhas são o turismo e a agricultura . O pão, um alimento milenar, básico na maior parte do mundo, é feito de milho no México; de aveia ou cevada na Escócia; de centeio, trigo ou cevada na Alemanha, Rússia e Escandinávia, de trigo nos Estados Unidos e no Canadá e de uma mistura de milho e trigo no Brasil, sendo que, em algumas regiões brasileiras, pode-se encontrar o pão de trigo puro. O pão é quase desconhecido nos países onde o arroz é a base da alimentação porque o grão de arroz não é apropriado para a produção de pães. O leite, um alimento fundamental para a população mundial, é fornecido por vacas na América do Norte, Austrália, Nova Zelândia e a maioria da Europa; por cabras em vários países mediterrâneos; por búfalas na Índia, no Paquistão e no Egito; por camelos-fêmea na península árabe e por iaques no Tibete.

A riqueza de uma sociedade determina seus alimentos. É possível aumentar a variedade quando um país compra alimentos de outras regiões. Os Estados Unidos, por exemplo, importam produtos de, praticamente, o mundo todo: café da Colômbia e Brasil, chá (ver Teáceas) do Sri Lanka, queijo da Dinamarca, França e Holanda; sardinhas da Noruega e bananas do Caribe. A quantidade de produtos consumidos está diretamente relacionada à saúde. No início da década de 1990, um período de prosperidade no Japão, os gastos pessoais familiares com a alimentação aumentaram em 19%, embora a quantidade de carne, leite e ovos tenha aumentado em 68%.

2 HÁBITOS ALIMENTARES

Os hábitos alimentares são determinados por padrões culturais. Os japoneses comem lula, lagosta, atum e sépia crus, embora esta prática seja estranha para a maioria dos ocidentais. Os habitantes de Nova York, Londres, Paris e Dublin alimentam-se de ostras e conchas cruas. Os franceses adoram o sabor de ouriços crus, da mesma forma que os mexicanos apreciam lagartas dos agaves; as tribos do Saara comem os insetos conhecidos pelo nome de louva-a-deus. Nos países mediterrâneos, os escargots e pernas de rãs são consideradas iguarias.

3 RESTRIÇÕES RELIGIOSAS

As restrições religiosas (ver Religião) limitam a dieta de muitas pessoas. A maioria dos hindus não come carne bovina por considerar a vaca um animal sagrado. Alguns não ingerem qualquer produto animal, exceto leite. Os muçulmanos (ver Islã) e judeus (ver Judaísmo) são proibidos de comer porco. Aos islâmicos também é vetado as bebidas alcóolicas (ver Álcool) e muitos judeus, por convicções religiosas, rejeitam certos tipos de peixes, animais que tenham a pata fendida e determinadas misturas, entre elas, ingerir na mesma refeição carne e leite. A Igreja Católica interdita a seus fiéis o consumo de carne vermelha na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira da Paixão.

4 SUPERSTIÇÕES

Existem várias superstições sobre os alimentos. Por exemplo, acredita-se que os frutos do mar fortalecem o cérebro; o espinafre aumenta a força; as cenouras são boas para a vista; as ostras contribuem para virilidade; o leite é um alimento completo. Na Indonésia, peixes secos são raramente ingeridos porque o povo acredita que causam vermes. No Brasil, há quem creia que a mistura de leite com manga pode matar. Outros grupos acreditam que comer peixe causa lepra e que feijões ou bananas pintados provocam sarampo. Entre os bantos, as meninas e mulheres na idade de procriação são proibidas de beber leite pois pode causar esterilidade. Em Portugal corre a crença de que ovos de duas gemas e frutas geminadas fazem as mulheres parir gêmeos siameses.

Por diversos fatores, há uma grande variação nos hábitos alimentares dos diferentes países. Porém, alguns pratos são comuns em sociedades diversas. O bolinhos de carne brasileiro pode ser o ravioli italiano. Os won ton chineses assemelham-se aos kreplach da cozinha judaica. Macarrões e espaguetes são encontrados na cozinha italiana e na chinesa. As panquecas francesas, chamadas crepes, são similares aos blintzes judaicos e aos rolinhos primavera da culinária da China.

5 GASTRONOMIA NO EXTREMO ORIENTE

O arroz é o alimento básico da Ásia, exceto no norte da China e em algumas partes da Índia e do Japão, onde o trigo é a base da alimentação. Mandioca e inhames são consumidos em grandes quantidades nas ilhas do sudeste da Ásia. O consumo de açúcar, frutas, vegetais e laticínios é baixo. Os legumes e frutos secos têm grande importância por serem, muitas vezes, a única fonte de proteína. O grãos mais consumidos são o grão-de-bico no sudoeste da Ásia e os grãos de soja na Ásia Oriental. O coco é importante nas áreas tropicais, e o amendoim é comum na Indonésia.

Na China, as carnes principais são frango, carne bovina e porco. Peixes e frutos do mar são consumidos com freqüência. Os produtos marítimos salgados são populares, especialmente barbatana de tubarão seca, um prato sofisticado e caro. O vegetais mais tradicionais incluem repolho-chinês, raiz de lótus, brotos de bambu, brotos de feijão e ervilhas. Um queijo feito do coalho de grãos de soja, o tofu, faz parte de muitas receitas. As especiarias típicas incluem pimenta selvagem, gengibre, molho de soja e folhas de coentro. Um dos pratos mais incomuns da culinária chinesa são ovos de pata preservados na cal e na soda por um período de 50 a 100 dias.

Arroz e peixe são as comidas tradicionais do Japão, mas carne bovina, frango, porco e ovos estão se tornando mais importantes. A carne bovina japonesa está entre as melhores do mundo, embora este alimento fosse quase desconhecido para os japoneses há um século. Dois dos mais famosos pratos japoneses são o sukiyaki, feito de carne e vegetais cozidos rapidamente sobre um braseiro, e a tempura, que consiste em camarões e verduras cobertos com uma massa e fritos. Os peixes são freqüentemente consumidos crus. Grãos de soja são muito usados, especialmente nas regiões montanhosas, onde o peixe é escasso. Os vegetais incluem a raiz de lótus, cogumelos, nabos, rabanetes, bardana, batatas-doces, pepinos, couve e cebolas. As algas são comidas secas e usadas para produzir o dashi, um caldo utilizado como base de vários pratos. Os temperos típicos incluem molho de soja, vinagre, açúcar, sementes de gergelim e amendoim moídos, raiz de rábano e cebolinha japonesa. Óleos e gorduras são usados raramente.

A Índia é famosa por seus pratos de curry. Os curries, temperados com especiarias e ervas moídas, principalmente coentro e curcuma, são utilizados em qualquer tipo de comida, incluindo verduras, peixes, carnes e aves. Nas regiões costeiras e na Índia do norte são servidos com os chapattis, um tipo de pão plano sem fermento. Os pratos de curry vêm, freqüentemente, acompanhados de chutneys, um condimento picante feito de frutas e vinagre. O ghee, um tipo de manteiga clarificada, é a principal gordura usada para cozinhar.

A Indonésia é conhecida por sua rijstaffel, ou mesa de arroz, uma refeição que combina comidas nativas e européias. A entrada consiste em vários pratos, como camarões, cogumelos, satays (carnes grelhadas muito temperadas) e krupuk, uma massa frita feita de farinha de arroz. Os pratos principais são picantes, feitos de frutos do mar, frango ou vegetais e acompanhados de arroz. Muitos dos pratos são servidos com acompanhamentos, chamados sambals, feitos com óleo apimentado.

6 GASTRONOMIA NA OCEANIA

Os gêneros de primeira necessidade do Havaí são taro (ou inhame branco), inhames, fruta-pão e bananas. Os colonizadores chineses e japoneses influenciaram a dieta nativa, simples e rica em carboidratos. O poi, um produto fermentado feito da raiz de taro, é um prato tradicional. O peixe é abundante e um dos mais procurados é o mahimahi, ou golfinho. No luau, uma festa tradicional, geralmente são servidos leitões cozidos enrolados em folhas, peixe cru ou ensopado, abacaxi e inhame.

Na Austrália e Nova Zelândia, a dieta é similar à inglesa. Costeletas e bifes fazem parte do café da manhã. Também existem muitos frutos do mar. Uma das iguarias da Nova Zelândia são as toheroas, que lembram mariscos. Tortas e pratos de arroz doce são sobremesas típicas.

7 GASTRONOMIA NO ORIENTE MÉDIO

Os países do Oriente Médio são os maiores consumidores de cereais do mundo. O trigo, na forma de pão ou parcialmente cozido como bulghur, é a base da alimentação. O milho é a base em partes da Turquia ao redor do mar Negro e a cevada e o painço são importantes na Península Arábica. O carneiro é a carne mais consumida. É servido ensopado, moído e grelhado em espetos. Um prato comum é a moussaka, uma combinação de carne moída de carneiro e berinjela. Entre a população mais pobre, a carne é substituída por sopas grossas e queijo de cabra. Laticínios, principalmente leite talhado e queijo são muito consumidos. Os legumes e frutos secos — grão-de-bico, feijão, sementes de pinheiro, avelãs, castanhas e pistache  têm muita importância na alimentação desta região. Muitas das sobremesas do Oriente Médio são feitas de massa folhada muito fina e adoçadas com mel e água de rosas. As frutas são abundantes.

8 GASTRONOMIA NA ÁFRICA

O sorgo e o painço são os alimentos básicos nas partes mais áridas da África tropical. Arroz, amendoim, inhame, mandioca e milho também são alimentos importantes. Nas zonas de savana da África Oriental e Meridional, milho e painço são gêneros de primeira necessidade, complementados por sorgo, arroz, ervilhas e feijões. Os tubérculos são a base da alimentação nas áreas mais irrigadas da savana. Bananas e tubérculos são mais degustados na floresta tropical. O arroz é a base da alimentação da ilha de Madagascar. Os pratos são freqüentemente condimentados com alho, hortelã, açafrão, cuminho, canela ou pimentas. No Marrocos, na Argélia e na Tunísia um dos pratos mais típicos é o cuscuz, um ensopado de painço ou sorgo e carne bovina, carneiro, pequenas almôndegas ou frango. Grão-de-bico, nabos, cenouras e abóboras amarelas ou verdes também são cozidos neste ensopado. O cuscuz é temperado com cuminho e coentro.

9 GASTRONOMIA NA AMÉRICA LATINA

Na América espanhola, o milho é a base da alimentação, exceto no sul, onde o trigo o substitui, e nas costas e planaltos tropicais, onde a predominância é do arroz. A mandioca e a batata-doce são importantes nas áreas mais baixas mas, em geral, não são tão consumidas como os cereais. Os legumes secos, especialmente grão-de-bico, feijões e lentilhas, são importantes. O consumo de açúcar é muito grande, aproximadamente duas vezes a média do resto do mundo.

No México, os pratos básicos são feitos de fubá, arroz, feijões e pimentas (ver Piperáceas; Especiarias). As pimentas do tipo chilli podem ser suaves ou muito picantes. O pão tradicional do México é a tortilla, feita de fubá e água, em formato plano e fino. As tortillas são geralmente recheadas de carne, abacate, tomate e pimentas. Outros pratos tradicionais do México são a guacamole, feita de uma pasta de abacate, cebolas e tomates; os tamales, feitos de massa de fubá e carne moída, tomates e pimentas chilli, e óleo; feijões fritos; e molhos do tipo mole, picantes e às vezes condimentados com chocolate amargo. As sopas secas são um prato popular. Uma sopa seca típica é feita cozinhando-se o arroz com tomates e caldo até que o líquido seja absorvido. Os grãos-de-bico e cogumelos também podem ser incluídos na dieta básica. Uma das sobremesas mais populares do México é o flan, ou pudim de leite.

As comidas de outros países da América Central lembram os pratos mexicanos, embora sejam normalmente menos picantes. Peixes, porco assado, tripas, feijão preto e arroz são comidas populares.

Um prato característico da América do Sul é a empanada, uma panqueca recheada com legumes, carne ou frutas, ou uma combinação dos três. Outros pratos típicos são o puchero, um cozido de carne e vegetais; peixe cozido com molho de tomate; e o seviche, um tira-gosto feito de peixe temperado cru. Os tamales são consumidos na maioria dos países sul-americanos, sendo muitas vezes menos picantes que no México e conhecidos por vários nomes diferentes.

No Brasil, a culinária sofreu influência dos colonizadores portugueses, dos escravos africanos e dos indígenas. Um dos pratos mais característicos das refeições brasileiras é a feijoada, elaborado com feijão e carnes salgadas de porco. Pelo tamanho do território há vários tipos de culinárias no Brasil e a alimentação típica da Bahia é completamente diferente da mineira que, por sua vez, não se assemelha em nada com a do Sul e do Norte do país (ver Gastronomia no Brasil e Feijoada).

10 GASTRONOMIA NA AMÉRICA DO NORTE

O gênero básico da alimentação norte-americana é o trigo. Os cereais são consumidos em menor proporção na dieta norte-americana do que em todas as regiões mencionadas. Existe uma abundância de alimentos e grande demanda de carne, legumes, ovos, peixe e leite.

Os Estados Unidos e o Canadá foram povoados por imigrantes de várias partes do mundo. Por este motivo, os dois países têm muitos pratos de origem estrangeira. No Canadá, a influência francesa é mais forte na província de Quebec e a inglesa no resto do país. Vários pratos, porém, são característicos do Canadá, incluindo uma torta de porco e vitela chamada tourtière, sopa de ervilhas, e um cozido de carne e legumes. O peixe é abundante em todas as partes do Canadá. A ilha Prince Edward é famosa por seus pratos de ostra e a Colúmbia Britânica, pelo salmão. O xarope e o açúcar de bordo (ver Aceráceas) são usados com exagero na culinária.

Nos Estados Unidos, hambúrgueres, salsichas, carne, torta de maçãs e o sorvete são pratos típicos de uma costa à outra, mas os hábitos alimentares variam de região para região. A culinária sulista é caracterizada por presuntos curados, frango frito, porco salgado, fervido horas com verduras, e pratos feitos com fubá. A Nova Inglaterra é conhecida por suas sopas de frutos do mar, pelos baked beans (feijões assados) e pães integrais. O Oeste adotou muitos dos pratos de origem mexicana e chinesa.

11 GASTRONOMIA NA EUROPA

Carne, peixe, ovos, leite, frutas, legumes e açúcar são abundantes na maioria dos países europeus.
Na Inglaterra, o carneiro assado, costeletas de carneiro e rosbife acompanhado de Yorkshire pudding (um tipo de bolinho assado) são pratos típicos. Os ingleses são conhecidos por suas tortas de carne, feitas geralmente com vitela, porco e língua; vitela com presunto e carne bovina com rins. As tortas são feitas também de carne e legumes, ou peixe e ovos, ou frango. Muitos tipos de peixe são abundantes. Peixe frito com batatas fritas é um prato tão popular na Inglaterra como os cachorro-quentes nos Estados Unidos.

A comida irlandesa é simples e frugal. O jantar sempre inclui batatas e um ou dois legumes, freqüentemente nabos, repolho ou cebolas. Um prato típico irlandês é o colcannon, um prato de purê de batatas contendo cebolinhas ou repolho. Os pães principais são o pão de soda, feito com bicarbonato de sódio e leite azedo, o pão de batata, e os scones, feitos com leite azedo.

A comida escocesa também é bastante simples. A aveia, cereal principal, é usada em vários pratos. A sopa escocesa leva cevada, carneiro, pombo e aveia. O haggis, prato tradicional escocês, é feito recheando-se o estômago de um carneiro com o fígado, o coração e os pulmões picados, aveia tostada e especiarias. O estômago é, então, costurado e fervido por horas.

Peixes, em especial o arenque, são alimento comum em todos os países escandinavos. São comidos crus, secos, defumados e em conserva. Um prato típico de Escandinávia é o smorgasbord, uma variedade de especialidades. Nele podem ser servidos até 50 pratos, incluindo carnes frias e quentes, vários pratos de peixe, queijos, saladas, ovos e conservas, tudo acompanhado de pão integral e manteiga. O consumo de laticínios é muito grande, especialmente na Dinamarca. A sopa de coalhada é um prato comum para crianças. A Suécia é famosa por seus pães de centeio crocantes, assados em fatias finas (knackerbrood), e pelo limpa, um pesado pão de centeio, com formato longo. A carne de veado é consumida na Finlândia e na Noruega, particularmente nas áreas rurais, e carne bovina e suína, carneiro e frango são populares. Uma sobremesa tradicional da Dinamarca e da Suécia é o arroz doce.

A comida alemã é rica e calórica e a dieta inclui bolinhos fritos, panquecas e pães. Dois pratos tradicionais são o sauerkraut e o sauerbraten. As carnes de aves, de porco e de vitela são a base de muitos pratos. As melhores salsichas do mundo (wursts) são alemãs, podendo ser frescas ou defumadas, com carne em pedaços ou moída, firmes ou macias, e temperadas com alho, sementes de alcaravia ou sálvia. As sobremesas tradicionais são bolinhos fritos doces, bolos e tortas.

A culinária húngara é caracterizada pelo uso de páprica e creme azedo. Os dois ingredientes são usados nos gulyás ou goulashes. Os gulyás são ensopados feitos com carne bovina, aves ou porco aos pedaços. O mais famoso é o Székely gulyás, feito de porco, sauerkraut, páprica e creme azedo. Outros alimentos favoritos são peixe, especialmente carpas, salsichas, pratos de porco com páprica e macarrão. As sobremesas húngaras mais conhecidas são os strudels, feitos com uma massa quase transparente.

Tanto na Polônia, quanto na Rússia são famosas a borscht, uma sopa de beterrabas feita com caldo de carne e servida com creme azedo e, às vezes, batatas cozidas. A sopa de repolho, chamada kapusta na Polônia e shchi na Rússia, também é popular, assim como as saladas de carne, peixe e legumes. Uma salada famosa é feita com pepinos ou beterrabas em fatias temperadas com vinagre, endro e um molho de creme azedo.

Pastéis recheados de carne ou queijo, chamados pirogi, são comidos como acompanhamento de sopas ou como prato principal. Os pratos poloneses mais conhecidos são as salsichas chamadas kielbasa, o repolho recheado chamado golabki e um ensopado, chamado bigos, feito de carnes, cogumelos, repolho e cebolas. Na Rússia come-se muito peixe, caviar, sardinhas e arenques salgados. O salmão e outros peixes são usados para produzir o coulibiac, um bolo de massa recheada com peixe desfiado, cogumelos em pedaços, ovos cozidos, e o tutano da espinha do esturjão. Uma parte importante da dieta russa é o kasha, um tipo de purê feito com trigo ou trigo-sarraceno. No sul, ele é feito normalmente com milho. O arroz é um produto básico e o carneiro, freqüentemente preparado em espetos, é a carne favorita. O chá é a bebida principal da Polônia e da Rússia.

A culinária francesa é conhecida por seus molhos, vinhos e várias ervas e especiarias: pimenta-da-jamaica, anis, manjericão, louro, canela, cravo, alho, macis, manjerona, hortelã, pimenta, açafrão e tomilho. O vinho também é usado no cozimento. A dieta inclui peixes, carne — especialmente vitela e carneiro — pão, vários tipos de legumes, batatas, queijo, frutas e pastelaria fina. A culinária da França oriental é similar à alemã. Nesta região são usadas gordura de ganso e de porco, além de salsichas e outros pratos de porco. Na França meridional, a dieta é similar à espanhola e do sul da Itália. O azeite é muito usado. O prato mais famoso do sul da França é a bouillabaisse, uma sopa feita de vários tipos de peixe, lagosta, siris e outros frutos do mar cozidos na água ou no caldo de peixe, com tomates, cebolas, azeite e várias ervas e especiarias, especialidade de Marselha.

A culinária do norte da Itália lembra a francesa, especialmente na utilização das ervas e dos vinhos na preparação de molhos finos. Na Itália meridional, a alimentação é mais robusta e caracterizada por pratos de tomate, muitas vezes temperados com alho. O trigo, base da alimentação, é consumido em uma variedade de formas de pasta: capeletti, spagetti, fetucinni e ravioli. Algumas alternativas são a polenta, um purê feito de fubá, e o risotto, arroz cozido com caldo. O risotto pode ser enriquecido com cogumelos brancos saborosos ou açafrão e é salpicado de queijo parmesão ou romano ralado. A vitela é a carne preferida. Muitas vezes vem cortada em fatias finas, batidas e fritas na manteiga ou no óleo. Outro prato típico é o vitello tonnato, um assado de vitela servido com pasta de atum fria. Berinjela, pimentão, alcachofra e funcho são verduras comuns. Existem vários molhos de tomate diferentes, como o marinara, que contém manjericão e alho, e o bolognese, feito com prosciutto, um tipo de presunto italiano. O azeite é usado com exagero na culinária italiana. O peixe é consumido nas áreas costeiras e é um dos ingredientes do fritto misto. Qualquer legume ou verdura, carne, peixe ou queijo pode ser envolvido numa massa e frito, fazendo parte do fritto misto.

Espanha e Portugal têm dietas similares, mas em Portugal a comida é mais temperada com alho e outros molhos picantes. O peixe é uma carne importante. O bacalhau é abundante, consumido fresco ou defumado. Um dos pratos espanhóis mais conhecidos é a paella, um arroz feito com frango, frutos do mar, salsichas e legumes. Entre os legumes mais usados estão a batata, o feijão-mulato, o pimentão verde, o grão-de-bico, a azeitona, o tomate vermelho e amarelo, o repolho, o nabo e as folhas de dente-de-leão. O gazpacho é uma sopa fria feita de óleo e vinagre, tomate, pimentão, pepino e outras verduras. Grão-de-bico, batatas, toucinho, raízes e salsicha são combinados no cocido madrileno, um ensopado que funciona como refeição completa. O líquido e as carnes são servidos separadamente; as verduras são saboreadas com molho de tomates. Há uma variedade de frutas, sendo consideradas excelentes as laranjas espanholas.

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domingo, 27 de junho de 2010

Mc Donald's

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sábado, 26 de junho de 2010

Amo Muito Tudo Isso...

Enviado pelo meu aparelho BlackBerry®

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

´Bacalhau ao Zé do Pipo



  • 1 kg de bacalhau (graúdo)
  • 1 1/2 kg de batata
  • 500 g de maionese
  • Azeite (português ou espanhol)
  • 3 cebolas graúdas
  • 6 dentes de alho graúdo
  • 100 g de queijo parmesão (de preferência ralado na hora)
MODO DE PREPARO:


  1. Retire o sal do bacalhau, depois cozinhe - o
  2. Limpar o bacalhau cozido, tirar pele e excesso de espinhas
  3. Separá - lo em postas pequenas
  4. Amassar o alho e dourá - lo no azeite, refogar levemente o bacalhau neste alho
  5. Descasque as cebolas e corte - as em quatro
  6. Cozinhe as batatas na água que ferveu o bacalhau e amasse - as para purê
  7. Misture a batata amassada com a maionese e 1 xícara de chá de azeite
  8. Arrume em uma travessa: uma cama deste purê, recheie com as postas de bacalhau, as cebolas cruas e regue com azeite, cubra com o restante do purê
  9. Regue com azeite e polvilhe com queijo parmesão
  10. Coloque para gratinar até dourar
    Informações Adicionais
  1. Obs.: se quiser fazer com postas de salmão sem a pele, também fica divino.

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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Dicas de Mulher

Website

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Dica Mobile

Mobile Site da Quinzena - Revista Rolling Stone -http://bit.ly/awePpQ #dica

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terça-feira, 22 de junho de 2010

Atualizar Status via e-mail no Facebook

Você pode usar o seu endereço de e-mail de carregamento personalizado para enviar uma foto/vídeo de um computador ou celular. O conteúdo carregado será exibido no álbum Arquivos do celular. 

Para ver qual é o seu e-mail personalizado, execute as etapas a seguir:
  1. Vá até o Editor de publicações, localizado na parte superior do Mural, e clique no botão Fotos próximo a "Anexar".
  2. Selecione "Enviar foto".
  3. Clique no link "enviar por e-mail".
Uma caixa de diálogo será exibida com o e-mail de carregamento personalizado e as informações sobre o uso do recurso. Certifique-se de salvar o endereço de e-mail de carregamento como um contato para acesso fácil.

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Dica Para Blackberry Messenger

Tip - Create a custom icon for BlackBerry Messenger 5.0 contacts - Highlight the Contact, Press Menu & Show On Home Screen. ^SH

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domingo, 20 de junho de 2010

Dica do dia: Exposição "Corpos"

http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2010/05/19/corpos-exposicao-traz-de-volta-ao-brasil-cadaveres-orgaos-humanos-plastificados-916634871.asp

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sábado, 19 de junho de 2010

Rua Augusta


Rua Augusta, upload feito originalmente por Rogsil.

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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Serra dos Cocais em Antonio Dias-MG


Serra dos Cocais em Antonio Dias-MG, upload feito originalmente por tio gegeca.

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Av. Eulina


Av. Eulina, upload feito originalmente por Rogsil.

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

Vista Parque Dom Pedro


Vista Parque Dom Pedro, upload feito originalmente por Rogsil.

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terça-feira, 15 de junho de 2010

Museu Paulista


Museu Paulista, upload feito originalmente por Rogsil.

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Perfect Thing: MacBook Pro + iPhone + Time Capsule + iPod Shuffle

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domingo, 13 de junho de 2010

Família de computadores


Termo utilizado para denominar um grupo de equipamentos estruturados em torno do mesmo microprocessador ou série de microprocessadores que compartilham as mesmas características de desenho.
Com o advento do circuito integrado e o surgimento dos microprocessadores, surgiram na década de 1960 duas famílias importantes de computadores: a série 360, da IBM, e a linha PDP-8, da DEC, os primeiros modelos versáteis e de baixo custo disponíveis para as empresas. 

Os primeiros microcomputadores de oito bits lançados pela Apple começaram a mostrar que o mercado doméstico iria crescer muito e, já na década de 1980, surgiram os primeiros computadores pessoais. Mais baratos, menores e adequados ao uso doméstico, os microcomputadores IBM PC e compatíveis evoluíram e se tornaram muito populares na década de 1990, desde os seus modelos XT até os da linha Pentium.

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sábado, 12 de junho de 2010

What is BlogThis! ? - Blogger Help

What is BlogThis! ? - Blogger Help

Bookmarklet para o Blogger

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sexta-feira, 11 de junho de 2010

BB Flip

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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Facultad de Psicología de la Universidad de Murcia

Psicology Faculty of University of Murcia (Spain)

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Facultad de Psicología . Universidad de Talca

Facultad de Psicología en la Universidad de Talca. Tomadas para trabajos graficos para MPsS "Magister en Psicología Social"

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terça-feira, 8 de junho de 2010

Link Sobre Psicologia

http://www.brasilescola.com/psicologia/

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

Palestra do Psicologo Lino Macedo

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domingo, 6 de junho de 2010

Helmut Grumbet


Grumbet, Helmut (1936- ), psicólogo e professor brasileiro, nascido em Joinville, Santa Catarina. Formado em Filosofia (1965), pela Universidade do Estado da Guanabara, e em Psicologia (1970) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Mestre em Psicologia Aplicada ao Trabalho (1975) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutor em Psicologia (1984) pela mesma fundação. Exerce o cargo de professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (graduação e pós-graduação, desde 1977); da UERJ (graduação e pós-graduação, desde 1971) e da Fundação Getúlio Vargas. A partir de 1993, tornou-se coordenador dos cursos de pós-graduação em Psicologia da UERJ. Publicou vários artigos e o livro Introdução à Psicologia Social (1986).

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sábado, 5 de junho de 2010

Filosofia da Ciência


1 INTRODUÇÃO
Filosofia da ciência, investigação sobre a natureza geral da prática científica. Busca saber como se desenvolvem, se avaliam e se transformam as teorias científicas e se a ciência é capaz de revelar a verdade de entidades ocultas e dos processos da natureza.
2 O PROBLEMA DA INDUÇÃO
Os resultados da observação e da experimentação fornecem a evidência para uma teoria científica, mas não podem demonstrar que a teoria é correta. O vínculo não demonstrativo ou indutivo entre a evidência e a teoria representa um dos problemas fundamentais da teoria do conhecimento: o problema da indução, cuja formulação clássica é dada por David Hume. O problema da indução tem relação direta com a ciência. Os filósofos têm realizado um esforço contínuo no sentido de resistir à cética conclusão de Hume. Alguns tentaram demonstrar que os modelos científicos para avaliar evidências e formular inferências são, de certo modo, racionais por definição; outros, que os êxitos passados de nossos sistemas indutivos podem vir a ser empregados para justificar seu uso futuro sem cair em círculos viciosos. Um terceiro enfoque afirma que, embora não possamos demonstrar que a indução funcionará no futuro, podemos certamente demonstrar que o fará, caso algum método de previsão seja possível, razão pela qual é lícito utilizá-lo.
Através de teorias mais recentes, alguns filósofos têm sustentado que a atual confiabilidade das práticas indutivas, algo que Hume não nega, basta para dar crédito ao conhecimento indutivo, sem que outro requisito, além desta confiabilidade, seja necessário. Karl Popper trouxe uma resposta mais radical a este problema, uma solução que constitui a base de sua influente filosofia da ciência. Segundo ele, é correto o raciocínio de Hume de que as inferências não são justificáveis a partir de uma perspectiva racional. Porém, isto não ameaça a racionalidade da ciência, cujas inferências, embora pareça o contrário, são exclusivamente dedutivas. Esta engenhosa solução para o problema da indução tem enfrentado inúmeras objeções.
3 O PROBLEMA DA DESCRIÇÃO
Embora a discussão de Hume sobre a justificativa da indução represente um marco na história da filosofia, apenas oferece uma simples descrição de como, bem ou mal, os métodos indutivos funcionam na realidade. Afirmava ele que a inferência indutiva é apenas um hábito de formação. Como os cientistas comprovam suas teorias, avaliam as hipóteses e estabelecem inferências? Este é um problema de descrição, que contrasta com o problema de justificação de Hume. Talvez a forma mais habitual seja por meio do modelo hipotético-dedutivo, segundo o qual as teorias se comprovam examinando-se as previsões que implicam. A evidência que mostra que uma previsão é correta confirma a teoria; a evidência incompatível com a previsão rebate a teoria, e qualquer outra evidência é irrelevante. Mas este modelo é demasiado permissivo, pois trata as evidências irrelevantes como se trouxessem certezas materiais.
Um trabalho recente sobre o problema dos métodos de descrição inferencial na ciência tentou evitar a insuficiência do modelo hipotético-dedutivo, indo além das relações lógicas para responder à conexão da evidência com a teoria. Alguns apelam para o conteúdo específico das hipóteses submetidas a comprovação, especialmente as afirmações causais que muitas fazem. O ponto de partida para a maior parte do trabalho filosófico contemporâneo sobre a natureza da explicação científica é o modelo dedutivo-nomológico, segundo o qual uma explicação científica é a dedução de uma descrição do fenômeno, a ser explicada a partir de uma série de premissas que inclui, pelo menos, uma lei da natureza.
4 REALISMO E INSTRUMENTALISMO
Um dos objetivos da ciência é aclarar os fenômenos, construir teorias que suponham uma correta descrição dos aspectos observáveis do mundo. O que se torna mais controvertido é se ela deve aspirar à verdade sobre aquilo que não é observável, visando apenas a compreender o mundo, mesmo sem um propósito prático. Os que julgam que a ciência deveria tratar de revelar a estrutura oculta do mundo, e que o faz, são conhecidos como realistas. Para eles, as teorias tentam descrever esta estrutura. Têm visão oposta os que dizem que seu trabalho consiste apenas em expor os fenômenos observáveis; são conhecidos como instrumentalistas, uma vez que, para eles, as teorias não são descrições do mundo invisível, mas apenas instrumentos para as previsões sobre o mundo observável.
Ambas as correntes estão de acordo quanto ao fato de que as teorias nas ciências físicas têm tido apreciável grau de previsão. Um dos argumentos recentes mais populares entre os instrumentalistas é a ‘indução pessimista’. Do ponto de vista da ciência atual, quase todas as complexas teorias com mais de 50 anos já podem ser vistas como falsas. Foram esboçadas várias respostas a esta indução. A maior parte dos realistas a aceitaram; no entanto, assinalaram que isso é compatível com a afirmação principal, de que as teorias tendem a dar, do mundo, descrições mais completas que as que vieram substituir.
Embora realistas e instrumentalistas tenham divergências quanto à capacidade da ciência de descrever o mundo invisível, quase todos coincidem quanto a ser ciência objetiva, por repousar em evidências objetivas. Porém, esta idéia da objetividade e da autonomia da evidência observacional das teorias científicas vem sendo criticada, sobretudo nos últimos 30 anos. A objetividade da evidência tem sido rejeitada, partindo-se da premissa de que está, inevitavelmente, contaminada pelas teorias científicas; a observação científica só é possível no contexto de pressuposições teóricas concretas, é “teoria comprometida”. Se a natureza da evidência muda conforme mudam as teorias científicas e a evidência é nosso único acesso aos fatos empíricos, então talvez os fatos também mudem. É o relativismo na ciência, cujo representante atual mais influente é Thomas Kuhn. Embora radical no plano metafísico, sob uma perspectiva epistemológica seu conceito de ciência é conservador.
O debate sobre a ciência ser um processo de descoberta ou uma invenção é tão antigo quanto a história da ciência e da filosofia, e não há soluções à vista. Talvez, ao se valorizar o fato de como a prática científica resiste a uma explicação, possa-se igualmente iluminar a natureza da ciência.

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Site: Mundo dos Filósofos

http://www.mundodosfilosofos.com.br/

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Escolástica


Escolástica é o movimento filosófico e teológico que pretendeu usar a razão natural humana e, particularmente, a filosofia e a ciência de Aristóteles para compreender o conteúdo sobrenatural da revelação do cristianismo. Foi o principal movimento nas escolas e universidades medievais da Europa, de meados do século XI a meados do século XV.
Uma de suas atitudes comuns foi a convicção na harmonia fundamental entre razão e revelação. No entanto, nos possíveis conflitos entre ambas, a fé era sempre o árbitro supremo: a filosofia se via submetida à teologia. Esta atitude entrou em choque com a chamada teoria da dupla verdade de Averroés, que afirmava que a verdade era acessível a ambas. Mais tarde, São Tomás de Aquino estabeleceria o equilíbrio entre a razão e a revelação. Porém, os escolásticos posteriores, a começar por Johannes Duns Scotus, limitaram cada vez mais o campo das verdades passíveis de serem provadas através do entendimento. Esta tendência levou à perda de confiança na razão natural humana e na filosofia, como ficou evidente na primeira fase do Renascimento. Outra tendência comum entre os escolásticos foi sua submissão às chamadas autoridades: os grandes mestres do pensamento da Grécia e de Roma, especialmente Aristóteles e os primeiros padres da Igreja. Santo Agostinho foi sua principal autoridade em teologia.
Um dos mais importantes métodos da escolástica foi o uso da lógica e do vocabulário filosófico de Aristóteles no ensino, na demonstração e na discussão. A instrução se realizava, igualmente, comentando textos de alguma autoridade inconteste, como era o caso das obras de Aristóteles, da Bíblia e dos Quatro livros de sentenças de Pedro Lombardo. Também se recorria à técnica da discussão por meio de debate público.
Entre os escolásticos mais notáveis dos séculos XI e XII, encontram-se Santo Anselmo, Pedro Abelardo e Roscelino, tendo este fundado a escola conhecida como nominalismo. No século XIII, destacam-se São Tomás de Aquino, Santo Alberto Magno, Roger Bacon, São Boaventura e Duns Scotus. O nominalismo adquiriu relevância no século XIV com William of Occam. A escolástica renasceu na Espanha no século XVI, com Francisco de Vitoria e Francisco Suárez. O neo-escolasticismo, revitalizado pelo papa Leão XIII em 1879, teve em Jacques Maritain um de seus principais expoentes da atualidade.
Em 1998, o papa João Paulo II reafirmou a importância da filosofia escolástica para a Igreja Católica.

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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Filosofia nos Concursos

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Filosofia do Proletariado

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