segunda-feira, 31 de maio de 2010

Entrevista de Seleção


Manual Prático do Entrevistador
Para executivos não-psicólogos e
psicólogos não-executivos

Exemplos de Perguntas Para a Entrevista
As 10 perguntas abaixo são destinadas a identificar o perfil de candidatos a cargos da "linha de frente" na área de Vendas, comoGerente de Vendas ou Supervisor de Vendas. A análise do conjunto das respostas dará uma pista sobre o perfil do candidato, evidenciando se ele tem vocação para trabalhar na área.
1. O que é mais importante, em sua opinião?

a). Fazer as coisas da forma correta, procurando cumprir os prazos estabelecidos.

b). Fazer as coisas dentro do prazo estabelecido, procurando fazer tudo da forma correta.

2. Que tipo de atividade você faz com mais facilidade?

a) As atividades de planejamento do trabalho das equipes de vendas.

b) As atividades de acompanhamento do trabalho das equipes de vendas.

3. Qual é a melhor opção, numa situação imprevista, fora da rotina?

a) Tomar a decisão que você julga mais apropriada e comunicar depois o fato a seus superiores.

b) Manter a calma e consultar outras pessoas antes de tomar uma decisão.

4. O que você acha mais fácil?

a) Ter na equipe de vendas pessoas organizadas, mesmo que elas tenham pouco conhecimento suas tarefas.

b) Ter na equipe de vendas pessoas que dominam suas tarefas, mesmo que sejam pouco organizadas.

5. Você se considera:

a) Uma pessoa ousada que toma decisões rápidas.

b) Uma pessoa decidida, mas que reflete bem antes de tomar uma decisão.
 
6. Quando você está com um problema difícil, o que você faz?

a) Pensa um pouco sobre o problema e conversa com outras pessoas para obter mais idéias para a solução do problema.

b) Pensa bem sobre o problema antes de conversar com outras pessoas para obter mais idéias para a solução do problema.

7. Quando você tem uma idéia nova:

a) Você fica impaciente e quer logo por a idéia em prática.

b) Você avalia e testa a idéia, para ter certeza de que vai funcionar.

8. Num grupo de pessoas, você se sente mais à vontade quando:

a) Responde a perguntas de outras pessoas sobre um assunto do seu interesse e que você domina bem.

b) Faz perguntas a outras pessoas que conhecem bem um assunto interessante que você ainda não domina.

9. Durante a elaboração e acompanhamento dos planos de vendas, em que fase você se sente mais à vontade?

a) Na fase de elaboração das previsões para o ano seguinte.
b) Na fase de elaboração dos planos de ação para o ano seguinte.
c) Na fase de execução dos planos de ação.
d) Na fase de acompanhamento e correção dos planos de ação.

10. Como Gerente ou Supervisor de Vendas, o que você prefere?

a) Sentir a vibração por estar bem próximo de atingir uma meta mensal difícil.

b) Sentir o desafio de estar iniciando um novo mês com uma meta difícil.

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domingo, 30 de maio de 2010

Entre Páginas Amarelas da Veja: LESTER BROWN

O americano Lester Brown começou a trabalhar na plantação de tomate da família aos 10 anos. Nas horas vagas, lia biografias de Benjamin Franklin e Abraham Lincoln. Dessas leituras nasceu, ele diz, a determinação de se dedicar a causas humanitárias. Em 1974, depois de trabalhar dez anos para o governo dos Estados Unidos, fundou o Instituto Worldwatch, uma das maiores e mais respeitadas organizações internacionais voltadas para a pesquisa do ecossistema. Sob sua direção, o instituto produz o relatório anual Estado do Mundo, que se tornou a bíblia do movimento ambientalista, publicado em mais de trinta línguas. Na semana passada, Brown fundou outra organização, o Instituto Earth Police. Ele tem 22 livros publicados, ganhou dezenas de prêmios, trabalha sete dias por semana e, aos 67 anos, não pensa em parar. "Adoro o desafio de procurar soluções para nossos problemas. Espero viver para ver esses resultados." Da sede do Instituto Worldwatch , em Washington, Lester Brown concedeu a seguinte entrevista a VEJA.

Veja – Estamos passando por um fenômeno de aquecimento global. Mas se discute se isso decorre de um ciclo natural do planeta ou da ação humana. Quem é o responsável?
Brown – Não há mais dúvida de que as mudanças ambientais são causadas pelo homem. Não sou só eu que penso assim. Mais de 1.500 pesquisadores ligados à ONU provaram cientificamente que as mudanças climáticas são resultado da emissão de combustíveis fósseis na atmosfera. Isso, com certeza, é responsabilidade do homem.

Veja – Há maneiras de reverter o estrago causado ao planeta ou já é tarde para isso?
Brown – Não tenho dúvida de que estamos perdendo essa guerra. Eu trabalho com esses assuntos há quase três décadas e todos os anos as florestas ficam menores, os desertos tornam-se maiores, o número de espécies no planeta diminui, o nível do mar continua a subir, a Terra está ficando mais quente, o gelo está derretendo. A tendência é para o lado errado. É preciso parar. No final, isso vai destruir nossa economia.

Veja – O que é preciso fazer?
Brown – A chave é reestruturar nossa economia para torná-la ambientalmente sustentável. Temos de mudar o sistema tributário reduzindo o imposto de renda e aumentando a taxação de atividades que destroem o meio ambiente. O problema é que o mercado não reflete o custo real das coisas. Por exemplo, quando você compra 1 litro de gasolina, paga para ter o petróleo extraído e refinado e pelo transporte do combustível até o posto. Mas não paga pelo custo da poluição do ar e da emissão dos combustíveis fósseis na atmosfera. Nesse caso, precisamos de um imposto de carbono, que reflita o custo para a sociedade de queimar 1 litro de gasolina. Se começarmos a dizer a verdade, os problemas podem ser resolvidos facilmente.

Veja – Nesse caso, qual deve ser a prioridade de um país em desenvolvimento, como o Brasil? O crescimento industrial e a melhoria das condições de vida de seu povo ou a preservação do meio ambiente?
Brown – Temos de pensar nas duas coisas caminhando lado a lado. Se você se preocupar somente com o crescimento industrial e esquecer os recursos naturais, as gerações futuras vão pagar um preço alto, independentemente de se tratar de um país desenvolvido ou em desenvolvimento. Sei que é difícil, que não vai acontecer do dia para a noite. O processo pode levar anos, talvez décadas. Mas a transição precisa ser gradual se quisermos manter o crescimento da economia.

Veja – O presidente americano George Bush diz que o momento é de crescer, não de proteger o meio ambiente. Até que ponto podemos estabelecer um controle ambiental na economia sem inibir o crescimento econômico?
Brown – A questão é outra. Se nada for feito, a longo prazo não haverá nenhum crescimento. A pergunta mais relevante é quanto isso vai custar se não tomarmos uma atitude imediatamente. A resposta é: esse custo levará ao declínio a economia que conhecemos hoje. Foi o que aconteceu com antigas civilizações que se deixaram guiar apenas pela economia. As mudanças que promoveram foram ambientalmente insustentáveis; elas não foram capazes de fazer os ajustes necessários e por isso acabaram.

Veja – Como a preocupação ecológica pode salvar a civilização?
Brown – Tivemos duas grandes revoluções em termos de mudanças nas atividades econômicas. A primeira foi a revolução agrícola, há 10.000 anos. A segunda foi a industrial, que começou há dois séculos. Estamos agora diante de outra grande reestruturação, que chamamos de revolução ambiental. A diferença é que uma durou muitos milênios e a outra, dois séculos. A revolução ambiental precisará acontecer em poucas décadas se quiser resultados.

Veja – A revolução ambiental que o senhor propõe não terá um custo pesado em termos de quantidade de empregos?
Brown – Na verdade, vamos criar mais indústrias. A principal será a da reciclagem. Quando abandonarmos a "economia do joga fora", teremos uma enorme quantidade de novos empregos. Teremos também um crescimento na área da energia. Se construirmos usinas eólicas, haverá demanda para construtoras locais instalarem as turbinas movidas a vento e demanda para sua manutenção, que criará outros empregos locais. A energia eólica requer muito mais mão-de-obra do que a gerada pela queima dos combustíveis fósseis. Passarão a existir profissões novas no que chamamos de ecocultura. Veja o caso da pesca oceânica, que está esgotada e precisa ser substituída por criatórios. Precisaremos, nesse caso, de novos tipos de veterinários, especializados em peixes.

Veja – Banir o combustível fóssil não colocaria em risco o sistema energético?
Brown – De modo algum. Nos Estados Unidos, o Departamento de Energia está fazendo um inventário de recursos eólicos e concluiu que três Estados americanos (Dakota do Norte, Kansas e Texas), localizados em grandes planícies, podem gerar energia elétrica suficiente para manter todo o país. É um potencial a ser explorado, comparável ao gerado hoje pelas termelétricas. Quando essas usinas estiverem funcionando, teremos energia de sobra e poderemos usá-la de outras formas.

Veja – Que formas?
Brown – Por exemplo, para produzir hidrogênio por meio de uma reação eletroquímica. O hidrogênio é um dos combustíveis do futuro. As grandes empresas automobilísticas já estão trabalhando nos motores à base de célula de combustível. William Ford, presidente da Ford, já disse que espera presenciar a morte dos motores de combustão interna. Se seu bisavô ouvisse isso, provavelmente levantaria do túmulo. Mas essa é a nova realidade. No futuro, o vento não será usado apenas para gerar energia elétrica, mas na produção do combustível necessário para mover os automóveis. É um mundo muito diferente daquele em que vivemos hoje, mas esse mundo está muito perto de se tornar real.

Veja – Qual o papel do Brasil nessa conjuntura?
Brown – Uma das vantagens de países como o Brasil é poder tomar atalhos para o futuro. Se sabem que em pouco tempo não usaremos combustíveis fósseis em grande escala, podem começar a procurar por fontes alternativas de energia. O Brasil não precisa fazer investimentos em usinas elétricas que funcionam à base de carvão ou petróleo. Ele pode pegar um atalho agora e apostar na energia eólica.

Veja – O que o senhor acha da idéia de uma indústria poluidora compensar a emissão de gases tóxicos na atmosfera com o patrocínio do reflorestamento de uma área?
Brown – Nós temos de fazer mais do que compensar, porque no geral estamos perdendo. Numa escala menor, isso pode até ser possível, mas, basicamente, temos mesmo é de reduzir a emissão de combustíveis fósseis se quisermos estabilizar o clima do planeta.

Veja – Além do esforço global, ações locais não são importantes para conseguirmos alcançar esse resultado mais rápido?
Brown – Sim, e alguns países já estão começando a tomar atitudes por conta própria. Não estão esperando pela aprovação do Protocolo de Kioto, que prevê para 2012 uma redução de 5% na emissão de combustíveis fósseis pelos países industrializados, para fazer algumas coisas. A Dinamarca baniu a construção de usinas termelétricas e agora está concentrando esforços no desenvolvimento da energia eólica. Há pouco tempo, a Alemanha decidiu mudar seu sistema tributário e pretende, em quatro anos, reduzir em 16 bilhões de dólares a arrecadação com o imposto de renda e aumentar, exatamente no mesmo valor, as tarifas para o uso de energia. Isso desencorajará a utilização irresponsável da energia e incentivará a busca por eficiência.

Veja – E o Brasil está fazendo um bom trabalho?
Brown – Há algumas coisas positivas acontecendo no Brasil. Uma delas é um avanço no sistema de transportes e de reciclagem que está ocorrendo em cidades como Curitiba, no Paraná. O que eles estão fazendo é um modelo para todo o mundo. Com criatividade e um excelente sistema de transporte público, aumentaram a mobilidade da população ao mesmo tempo que reduziram o uso de automóveis. É dessa criatividade que precisamos em nível nacional e em mais e mais países. Por outro lado, o Brasil não tem feito muito em relação à energia limpa e à energia solar. Quanto a isso, está muito atrás de outros países.

Veja – Qual sua opinião sobre a decisão do governo americano de não ratificar o Protocolo de Kioto?
Brown – Foi vergonhosa. O problema gerado vai além da questão do clima. Ao declarar morto o Protocolo de Kioto, Bush sugeriu que os Estados Unidos não são capazes de assumir seus compromissos, colocando em dúvida seu papel de liderança na comunidade internacional. Acredito que não esperava tanta reação mundial. Ele já sabe que cometeu um erro e está-se esforçando para consertá-lo.

Veja – A poluição é a pior ameaça ao planeta?
Brown – Para mim, os dois grandes perigos, que eu coloco juntos no topo da lista, são a mudança climática e o crescimento da população. Se não estabilizarmos o clima e a população, provavelmente não poderemos salvar nenhum outro sistema ecológico da Terra. Em 1900 havia 1,5 bilhão de pessoas no mundo. Hoje existem 6 bilhões. A atividade econômica atual é dezesseis vezes maior do que era naquela época. E é isso que está criando tantos problemas.

Veja – Que tipo de mundo podemos esperar se não conseguirmos resolver esses problemas?
Brown – Ninguém tem certeza do que pode acontecer. Já sabemos que a mudança climática pode tornar-se altamente destrutiva, com tempestades arrasadoras, degelo dos pólos, aumento do nível do mar. Se você combinar tudo isso, terá um estrago indescritível nas regiões costeiras, onde vive a maior parte da população do mundo. O colapso do ecossistema vai levar ao colapso da economia. Mas prefiro olhar o outro lado da moeda. Se conseguirmos estabilizar o clima e o crescimento da população, muitos dos problemas serão administráveis. E eu sou bastante otimista; do contrário, já teria ido embora para casa há muito tempo. O problema é que ainda não estamos fazendo nada.

Veja – E por que não?
Brown – Acho que nem todos estão convencidos de que essa mudança é necessária e há muita gente interessada em manter a economia existente. O mundo da alta tecnologia, das sociedades urbanizadas, parece ter-se esquecido completamente de que nós dependemos de nossos sistemas naturais. O mundo da globalização econômica não é muito sensível aos assuntos ambientais. Tivemos uma clara demonstração disso na última reunião da Organização Mundial do Comércio, em Seattle, Estados Unidos, em novembro do ano passado. Aquelas manifestações refletiram a opinião pública e mostraram que não podemos olhar para os assuntos econômicos isoladamente. Temos de pensar em termos sociais e ambientais ao mesmo tempo.

Veja – Na questão do meio ambiente, a globalização ajuda ou atrapalha?
Brown – Pela primeira vez, estamos tratando de assuntos ambientais globais junto com todo o mundo. Até recentemente não tínhamos isso, fosse para estudar a camada de ozônio, para estabilizar o clima ou para proteger a pesca oceânica. De repente temos uma situação maravilhosa, em que compartilhamos esses recursos. Isso só foi possível com a globalização.

Veja – Na semana passada o senhor inaugurou um instituto que pretende justamente divulgar uma grande quantidade de informações para a mídia através da internet. Por que esse cuidado especial com a mídia?
Brown – Se não conseguirmos reverter essa tendência e continuarmos a destruir gradualmente o futuro de nosso ambiente, teremos sérios problemas. E para mostrar as mudanças necessárias e os caminhos disponíveis há a necessidade de muita informação, as pessoas precisam entender por que precisamos fazer essas mudanças. A única instituição capaz de disseminar informações na escala necessária e no tempo disponível são jornais e revistas como a VEJA. A mídia é essencial nesse caso. Não foram os editores e repórteres que pediram essa responsabilidade, mas não há alternativa.

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sábado, 29 de maio de 2010

Significado de Entrevista


entrevista | s. f.
fem. sing. part. pass. de entrever
3ª pess. sing. pres. ind. de entrevistar
2ª pess. sing. imp. de entrevistar


entrevista
s. f.
Conversa com uma pessoa para a interrogar sobre os seus actos!, ideias e projectos!, a fim de publicar ou difundir o seu conteúdo ou de a utilizar para fins de análise (inquérito de opinião).

entrever (ê) - Conjugar
v. tr.
1. Ver indistintamente.
2. Pressentir, prever.
v. pron.
3. Ter entrevista com alguém.
4. Ver reciprocamente.

entrevistar - Conjugar
v. tr.
Submeter a uma entrevista.

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sexta-feira, 28 de maio de 2010

THE INTERVIEW


THE INTERVIEW, upload feito originalmente por Akbar Simonse.

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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Entrevista Clarice Lispector - Parte 1

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Cronologia


Cronologia é a ciência que trata da divisão do tempo em períodos regulares, da classificação dos acontecimentos na ordem em que ocorreram e da atribuição de datas corretas a fatos conhecidos. A cronologia astronômica se baseia em fenômenos e leis celestes. As datas dos fenômenos celestes podem ser determinadas com bastante precisão através de cálculos matemáticos.

A cronologia geológica cobre toda a história da Terra, que começou há cerca de 4 bilhões e 600 milhões de anos. Usa a correlação estratigráfica, a partir de fósseis e de outras informações (ver Geologia), para construir uma escala de tempo “relativa”. O descobrimento da radioatividade tornou possível estabelecer a idade “absoluta” de um mineral ou rocha, com a qual é possível calcular, com precisão sem precedentes, a idade da Terra ou a antiguidade de acontecimentos geológicos remotos.

O método de datação arqueológica é semelhante ao empregado em geologia.

A cronologia política é determinada pelas datas e pela seqüência dos acontecimentos da história humana. À medida que a cronologia política se desenvolveu, os historiadores estabeleceram o uso das chamadas eras.

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terça-feira, 25 de maio de 2010

10 Anos Passados....

25 de maio de 2000

O prefeito de São Paulo, Celso Pitta, é afastado do cargo.

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Aniversariante do Dia


Kristin Scott Thomas
24 de maio de 1960

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domingo, 23 de maio de 2010

1 século Atrás

http://blogs.estadao.com.br/cem-anos-atras/segunda-feira-23-de-maio-de-1910/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

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sábado, 22 de maio de 2010

Meio Século Atrás

22 de Maio de 1960

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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Biblioteca de Enfermagem

 

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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pacientes do SUS fazem tratamento de Acupuntura gratuitamente em Alfenas

Todos sabem que a acupuntura é um excelente tratamento para vários tipos de doença, e a população de Alfenas, que é atendida pelo SUS pode se beneficiar deste método. É que a Prefeitura oferece este tratamento gratuitamente. Em cinco anos de existência, cerca de 26 mil pessoas já foram beneficiadas pelo programa. Segundo a Coordenadora Municipal de Saúde, Giselly Gianini Pelegrini, uma pesquisa foi feita na Cidade e para a realização deste estudo, foi utilizada uma pesquisa por amostragem de 93 pessoas atendidas pelo Programa Acupuntura Comunitária e foi empregado o método de coleta de dados através de um questionário, onde “as pessoas foram informadas e consentiram sua participação através do Agente Comunitário de Saúde de sua área de abrangência”, explica. Os pacientes foram encaminhados por fisioterapeutas e médicos das nove unidades dos PSFs - Programa de Saúde da Família, conta a coordenadora.

Dos 93 pacientes atendidos pelo Programa Acupuntura Comunitária, 80, ou seja, 86% são mulheres e 13 (14%) homens. As mulheres são as que mais procuram o tratamento que é solicitado por profissionais de saúde da rede pública. A faixa etária dos usuários que mais procuram o tratamento está entre 41 a 50 anos, representando 31,18% dos pacientes pesquisados. O tempo gasto para realizar uma sessão de acupuntura é de 45 minutos. A maioria dos pacientes, 91%, obteve melhoria na saúde após tratamento com acupuntura. A redução do uso de medicamentos após o tratamento é de 61% dos usuários. A melhora na saúde após o tratamento com acupuntura atingiu o percentual de 75,27% dos entrevistados. A eficácia da acupuntura na melhora das dores foi da ordem de 75,27%, porém é relevante ressaltar a redução dos transtornos emocionais em 48, 38%, sendo relatado pelos usuários a melhoria do quadro de ansiedade, stress, depressão, angústia e tristeza.

93,5% dos usuários consideram o serviço de acupuntura um tratamento importante para saúde. A satisfação com o atendimento alcançou 95% de todos os pacientes com o atendimento do serviço de acupuntura comunitária. 88% dos pacientes opinaram que o serviço oferecido apresenta ótimo conceito entre os usuários, porém somente 12% deles solicitam aumento do número de sessões semanais.

O tratamento é feito através de uma parceria entre o município e o Instituto Brasileiro de Acupuntura e Massoterapia Ltda aos pacientes atendidos pelo SUS de Alfenas. O paciente é encaminhado por médicos, psicólogos ou fisioterapeutas da rede pública e tem direito a dez sessões, que vão sendo renovadas de acordo com a necessidade. Fonte: www.alfenasagora.com.br.

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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sarah Networks Hospital


Sarah Networks Hospital, upload feito originalmente por weyerdk.

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terça-feira, 18 de maio de 2010

Rita lee - Saúde

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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Toxicomania


1 INTRODUÇÃO

Toxicomania, estado psicológico e, às vezes, físico, caracterizado pela necessidade compulsiva de consumir um fármaco para experimentar seus efeitos psicológicos. A toxicomania é uma forma grave de dependência, na qual costuma registrar-se ainda uma dependência física comprovada. Isso significa que o tóxico provocou certas alterações fisiológicas no organismo, como demonstra o surgimento do fenômeno da tolerância (quando são necessárias doses cada vez mais elevadas para conseguir o mesmo efeito), ou da síndrome de abstinência, ao desaparecer os efeitos. A dependência psicológica, ou hábito, consiste em uma forte compulsão para o consumo da substância, embora não se desenvolva síndrome de abstinência.

2 OPIÁCEOS

Incluem os derivados do ópio, como a morfina, a heroína e os substitutos sintéticos, como a metadona. Têm intensa capacidade de provocar toxicomania. Os sintomas de abstinência incluem tremor nas pernas, ansiedade, insônia, náuseas, sudorese, câimbras, vômitos, diarréia e febre.

3 SEDATIVOS HIPNÓTICOS

Os barbitúricos são os fármacos dessa categoria com maior capacidade de induzir a toxicomania. Têm efeitos semelhantes aos do álcool e provocam, como este, intensa dependência física.

4 ESTIMULANTES

Os estimulantes cujo uso abusivo é mais difundido são a cocaína e a família das anfetaminas. O uso excessivo dessas substâncias é responsável por um grande número de alterações fisiológicas e psicológicas. O crack é um tipo de cocaína sintética, com capacidade intensa de produzir toxicomania. Tanto a cocaína como as anfetaminas, consumidas durante períodos prolongados, podem provocar uma psicose similar à esquizofrenia aguda.

Uma droga sintética, o 3,4-metilenodioxianfetamina, também conhecido como êxtase, provoca no consumidor uma intensa sensação de bem-estar e de aumento de energia. Seus efeitos adversos incluem sensação de mal-estar geral, perda de controle sobre si mesmo e perda de memória.

5 ALUCINÓGENOS

Entre os mais utilizados, destacam-se o ácido lisérgico de dietilamida, ou LSD, e a mescalina, um derivado do cacto do peiote.

A fenciclidina ou PCP, cujo nome vulgar é pó-de-anjo, provoca distanciamento e diminuição da sensibilidade à dor.

6 CANNABIS

Da planta Cannabis sativa, derivam tanto a maconha quanto o haxixe, que têm efeitos semelhantes: provocam relaxamento, aceleração do ritmo cardíaco, alteração da percepção do tempo e intensificação dos sentidos.

7 INALANTES

Nessa categoria estão certas substâncias que não são consideradas drogas, como a cola, os solventes e os aerossóis. A maioria das substâncias inaladas com intenção de conseguir um efeito psicológico tem uma ação depressora sobre o sistema nervoso central.

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domingo, 16 de maio de 2010

X-Tudo - TV Ra-tin-Bum

http://www.tvcultura.com.br/x-tudo/index.htm

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sábado, 15 de maio de 2010

Beejive IM - Dolwnload

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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Mercyfull Fate - Don´t Break The Oath - CD

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quinta-feira, 13 de maio de 2010

CD Perfect Strangers - Deep Purple

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Iron Maiden - Piece of Mind - CD

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terça-feira, 11 de maio de 2010

iPhone Wallpaper


Photoshop CS3 iPhone Wallpaper, upload feito originalmente por iamaaronmartin.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tulips


Tulips, upload feito originalmente por Rogsil.

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domingo, 9 de maio de 2010

BlackBerry Wallpaper


BlackBerry Wallpaper, upload feito originalmente por Rogsil.

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sábado, 8 de maio de 2010

Wallpaper for WM5 VGA


Wallpaper for WM5 VGA 'circle_brown', upload feito originalmente por purprin.

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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Offical Windows 7 Wallpaper

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Strange Brew - Cream

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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Música caipira


Música caipira, música produzida geralmente no interior do Brasil e que tem na viola o seu instrumento por excelência. Suas origens remontam a Portugal, cujos colonizadores trouxeram consigo a viola de Braga, que aqui se tornou viola braguesa. O seu processo de urbanização se deve ao folclorista paulista Cornélio Pires, que organizou diversos festivais com esse tipo de música na cidade de São Paulo a partir da década de 1910.

Com o projeto de integração cultural levado a cabo durante o Estado Novo, as rádios de alcance nacional abriram um grande espaço para artistas como Alvarenga e Ranchinho, Jararaca e Ratinho, Pena Branca e Xavantinho, que são algumas das mais famosas duplas que ajudaram a divulgar e a perpetuar o gênero.

Suas músicas falam sempre do universo rural, como bem o demonstram alguns dos seus maiores sucessos, como Lampião de gás, de Zica Bergami, Luar do sertão, de Catulo da Paixão Cearense, Moda da pinga, de Ochelsis Laureano, e Menino da porteira, de Teddy Vieira e Luizinho. O surto da música sertaneja, ocorrido no final da década de 1980, despertou algum interesse pela música caipira — na verdade, ambas são freqüentemente confundidas. Coincidiu com ele a redescoberta de compositores como Renato Teixeira e Almir Sater, que, revelados na década de 1970, até aquele momento não tinham conseguido se firmar no mercado fonográfico.

Algumas duplas sertanejas foram buscar inspiração no repertório da música caipira, como foi o caso de Xitãozinho e Chororó, que regravaram Rancho fundo, de Ari Barroso e Lamartine Babo, na década de 1990. Inezita Barroso, cujo trabalho sempre esteve ligado ao que se convencionou chamar de música de raiz, tornou-se uma grande divulgadora do gênero com o programa Viola, minha viola, apresentado aos domingos na TV Cultura, de São Paulo.

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terça-feira, 4 de maio de 2010

Return to the Eve - Celtic Frost

Dreaming eyes
Hope to return
As shadows fall onto
Distorted paths

Delivered from the fetters of light
Drifting back into my reality
The subconscious deprecates the day
In the twilight of my own intellect

Dull is my mind
Captive of illusion
Remaining awake
Is just dust

Take my soul away into the dark
Dreaming a thousand morbid dreams
No tomorrow when the wind caress my mind
Could I ever return, it would be my doom

Obsessed by the nightmare's sound
Drifting back into realms of chaos
Reality has become my dream
I'll be covered by the abyss' ground

An endless fall
Memories in the light
Frontiers of chaos
Return to the eve

More lyrics: http://www.lyricsmode.com/lyrics/c/celtic_frost/#share

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segunda-feira, 3 de maio de 2010

Benito Di Paula


Benito Di Paula, upload feito originalmente por Yahoo! Música.

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domingo, 2 de maio de 2010

Andrea True Connection - More, More, More

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sábado, 1 de maio de 2010

Guloseima Comemorativa: Torta de Maçã

Após mais de 1.800 postagens hoje se festeja 05 anos desse Blog.
Em Homenagem, posto uma de minhas receitas favoritas que tão bem minha tia Nazaré (in memorian) fazia.

Torta de Maçã

Massa

125 gr de manteiga
3 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
2 unidade(s) de ovo
1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó
1 xícara(s) (chá) de açúcar

Recheio

3 copo(s) de leite
3 colher(es) (sopa) de amido de milho
2 unidade(s) de gema de ovo
4 colher(es) (sopa) de açúcar

Cobertura

6 unidade(s) de maçã em fatias
quanto baste de açúcar
1 unidade(s) de gema de ovo para pincelar
quanto baste de canela-da-china em pó para polvilhar

Modo de preparo

Massa
Misture todos ingredientes até obter uma massa bem homogênea e reserve.
Recheio
Leve tudo ao fogo baixo e mexa até engrossar. Reserve.
Cobertura
Leve as maçãs ao fogo baixo junto com 1 colher(sopa) açúcar por uns cinco minutos.
Montagem
Para montar, dividida a massa em duas partes iguais. Estique uma das partes em uma fôrma número 3 untada com margarina. Espalhe o recheio por cima. Cubra o recheio com as fatias de maçã e polvilhe com açúcar e canela.
A outra parte da massa, vá enrolando como se fosse nhoque e vá arrumando nas diagonais, alternando a direção a cada tira, em distâncias iguais, de forma a obter um quadriculado sobre as maçãs.
Pincele os filetes de massa que ficaram por cima com uma e deixe assar em forno alto por 30 minutos ou até dourar.

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