sábado, 31 de outubro de 2009

21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

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21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A Cura de Schopenhauer - Irvin D. Yalon

A Essência da Mente - Steve Connirae

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O Livro da Vida

O Livro da Vida

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Humor Negro

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Vídeo: Humor

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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Risada contida


Risada contida, upload feito originalmente por Camomilas.

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domingo, 25 de outubro de 2009

Chico Anysio

Anysio, Chicoator e escritor cearense nascido em Maranguape e cujo nome completo é Francisco de Paula Oliveira Anysio Júnior. Um incêndio na garagem da empresa de ônibus de seu pai levou a família a migrar para o Rio de Janeiro quando o futuro humorista tinha oito anos de idade. Grande imitador, Chico Anysio ganhou uma série de programas de calouros até 1947, ano em que estreou seu próprio programa, Parece, mas não é, na Rádio Guanabara. O fracasso levou-o a pensar na carreira de advogado criminalista. Um ano depois, porém, foi um dos 25 aprovados no teste para narrador e rádio-ator promovido pela mesma Rádio Guanabara, para a qual escreveu 13 programas semanais ao longo de dois anos. O tempo exíguo impediu-o de tirar a carteira de trabalho exigida pelo diretor da empresa, que terminou demitindo-o. Passou nove meses trabalhando em Pernambuco, onde não conseguiu corresponder à fama de fera do rádio que o precedera.

De volta ao Rio de Janeiro, teve a oportunidade de trabalhar na Rádio Mayrink Veiga, onde conheceu os maiores nomes do humorismo da época, como Antônio Maria e Haroldo Barbosa. Surgiu nessa época o personagem Professor Raymundo, criado por Haroldo para o programa A cidade se diverte e que iria acompanhar toda a sua carreira como ator, inclusive na televisão. Em 1957, o mesmo Haroldo Barbosa levou-o para a TV Rio, onde interpretou o tio da personagem da atriz Ema D’Ávila, protagonista do programa Aí vem dona Isaura. Em 1960, juntamente com o diretor Carlos Manga, criou o programa Chico Anysio show, no qual interpretou tipos inesquecíveis como o Coronel Limoeiro e começou a se tornar uma celebridade nacional.

Teve bem-sucedidas passagens pelas TVs Excelsior e Record antes de chegar à Rede Globo, no fim da década de 1960. Em mais de 20 anos de emissora, criou uma série infindável de personagens, entre os quais podem ser destacados Pantaleão, Bozó e Roberval Taylor. Teve problemas com a nova geração de humoristas e, amargurado, se afastou da televisão em meados da década de 1990, mudando-se em seguida para Hollywood, a fim de tentar firmar-se como roteirista na indústria cinematográfica. Ao longo de sua carreira, fez incursões pela pintura, pela música e pela literatura. Embora tenha feito sucesso comercial em todas essas tentativas, não conseguiu se destacar em nenhuma delas.

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sábado, 24 de outubro de 2009

A Piada Que dá Sorte

A Piada Que dá Sorte

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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Arnaldo Jabour

A Política Está Tão Repulsiva Que Vou Falar de Sexo

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

MEI

Grandes bancos brasileiros já estão preparados para oferecer produtos e serviços diferenciados para o Empreendedor Individual, nova figura jurídica criada dentro da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e que entra em vigor a partir de 1º de julho. Esta é a chance que muitos profissionais esperavam para se formalizar e conseguir o acesso a serviços bancários e financeiros, hoje ainda muito voltados para as grandes empresas.

O Banco do Brasil vai disponibilizar, entre as soluções de crédito criadas para esse público, limite de crédito para capital de giro de, no mínimo, R$ 1 mil para quem fatura até R$ 25 mil ao ano e de R$ 2 mil para quem fatura acima de R$ 25 mil até R$ 36 mil ao ano.

“No Banco do Brasil, as costureiras, pipoqueiros, chaveiros, manicures e outros profissionais poderão abrir a conta-corrente da sua empresa pagando apenas R$ 5 de taxa de serviços mensal”, explica o gerente-executivo do banco, Sérgio Rau. Outra vantagem é o acesso ao Cartão Ourocard Empresarial com isenção da taxa de anuidade por 12 meses.

Das soluções de crédito do Banco do Brasil, destaca-se a linha de capital de giro compartilhada com cartão de crédito, que permitirá ao empreendedor realizar suas compras e financiar a fatura em 18 vezes, com taxa de juros a partir de 2,11% ao mês. Ele contará ainda com carência de até 94 dias para pagar a primeira parcela do empréstimo. Por exemplo, o empreendedor compra matéria-prima para sua produção e paga à vista com o cartão Ourocard Empresarial. Após 35 dias, na data de pagamento da fatura, ele escolhe financiar o valor em 18 prestações, pagando a primeira parcela até 59 dias depois, a depender da data escolhida para vencimento da operação.
Sérgio Rau informa que o Banco do Brasil realizará, em agosto, a terceira etapa do Mutirão da Cidadania Empresarial. “A ação ocorrerá em cerca de 300 municípios, com foco no apoio à formalização do Empreendedor Individual”, disse. Para saber onde e como utilizar os principais produtos e serviços, basta procurar os canais de auto-atendimento do banco ou acessar o endereço eletrônico.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O Senado e a ética



Alguns leitores me cobram um comentário sobre a crise no Senado. Começo-o por uma inconfidência: estou com aquilo que os antigos romanos chamariam de "saccus scrotalis repletissimus".

No primeiro grande escândalo político durante minha carreira jornalística as denúncias que culminaram no "impeachment" de Fernando Collor de Mello--, eu sabia de cor e salteado cada uma das lacunas nas explicações oficiais. Era capaz de dar os nomes dos agentes financeiros envolvidos na Operação Uruguai, o alegado empréstimo de US$ 5 milhões que o ex-presidente providenciou para justificar seus gastos na Casa da Dinda, e estava a par de todos os fatos e boatos acerca das disputas intestinas da família Collor de Mello.

Quando e então mandatário foi finalmente afastado da Presidência, eu e outros milhões de brasileiros estávamos convencidos de que o país abraçara um novo --e melhor-- paradigma no que diz respeito à tolerância para com os desmandos da classe política.

É claro que novos escândalos se sucederam, e meu ímpeto em acompanhá-los (que é um indicativo da disposição para cobrar resultados) foi aos poucos arrefecendo.

Hoje, é só por dever de ofício que eu ainda sigo o noticiário atinente ao clã Sarney. E inicio a leitura dos textos já ansioso para chegar ao final. É um assunto ao qual dedico porção mínima de minhas memória e "vis mentalis". Essa desatenção não é algo de que eu me orgulhe, mas confesso o lapso por considerá-lo importante para tentar entender o que está acontecendo.

Minha hipótese para a inércia na qual caímos, na qual escândalos se sucedem sem que nada aconteça, passa pelo que os epidemiologistas chamam de saturação dos suscetíveis. A classe média urbana politizada, um segmento que já não é tão grande assim, representaria o universo dos suscetíveis, isto é das pessoas que ligam para a política, ficam indignadas com as tramoias dos governantes e, em condições normais, exigem providências cada vez que algum mandatário é apanhado com a boca na botija. Ocorre que a repetição de toda sorte de esquemas de corrupção e compadrio sem que nada de mais palpável acontecesse levou à saturação dessa força de mudança social.

É verdade que os jornais seguem noticiando as traquinagens da família Sarney, as redes de nepotismo, os desvios de verbas e superfaturamentos. O Ministério Público, com toda probabilidade, continuará propondo ações contra tudo o que lhe pareça suspeito, mas, de algum modo, o tema deixou de comover. Ele já não mobiliza a sociedade. Não se veem mais caras-pintadas a cobrar o "impeachment" ou a renúncia de autoridades que os decepcionaram.

Acredito que muito desse processo de saturação tenha a ver com a chegada do PT ao poder. Durante duas décadas, representantes do partido constituíram a linha de frente dos que denunciavam a corrupção. Eram uma voz a ser ouvida, em especial porque os políticos da sigla estavam invariavelmente de fora dos esquemas que se desbaratavam. Hoje, sabemos que era mais por falta de oportunidade para locupletar-se do que por excesso de fibra moral, mas essa é uma outra história.

O fato é que Lula venceu as eleições, assumiu a Presidência em 2003 e, dois anos depois, veio o mensalão. O escândalo de compra de deputados teve um duplo efeito. Do lado das "positividades", serviu para mostrar que a política não se divide entre a turma do bem e a súcia do mal. Esse tipo de maniqueísmo funciona bem em Hollywood, mas é um pouco simplista demais para dar conta do mundo real. Se a política partidária ficou mais difícil de compreender e pouco propícia para entusiasmos, ela agora ao menos não se presta mais a esse tipo de ilusionismo. E isso é bom.

Do lado negativo, entretanto, os desvios petistas contribuíram para esticar ainda mais os limites de nossa tolerância para com as falcatruas de políticos. Depois de Lula e o PT, praticamente tudo passou a ser permitido. O "eu não sabia" do presidente da República evoluiu para as explicações escarnecedoramente absurdas dadas por Renan Calheiros e José Sarney. Incrivelmente eles não apenas continuam vivos na política como são forças das quais os prováveis candidatos à sucessão de Lula buscam aproximar-se ainda que de forma envergonhada.

Tenho um palpite para explicar o fato de termos nos conformado com os desmandos, em vez de nos tornarmos cada vez mais intransigentes nessa matéria, como seria de esperar depois de Collor.

Numa simplificação grosseira da história da filosofia, existem duas matrizes de sistemas éticos. A primeira, que podemos chamar de deontológica, têm como expoentes Platão e Immanuel Kant. Para esses autores, são os princípios que importam. Uma regra como "não matarás" ou "não mentirás" valem incondicionalmente, seja porque estão amparadas pela ideia de Justiça, por Deus, pelo imperativo categórico ou por alguma outra entidade metafísica.

Na outra ponta está o consequencialismo, cujos grandes defensores incluem Jeremy Bentham e John Stuart Mill. Basicamente, eles dizem que não existem princípios externos abstratos como a ideia de Justiça que possam validar ou invalidar nossos atos. A única forma de julgá-los é através das consequências que acarretam. Vale dizer que são boas as ações que engendram bons resultados. No caso específico de Bentham (conhecido como pai do utilitarismo), o que importa é o princípio de utilidade, que pode ser traduzido na fórmula: "o maior bem para o maior número de pessoas".

Embora essas duas matrizes sejam em princípio mutuamente excludentes no plano intelectual, nós, seres humanos, estamos sempre divididos entre elas. E por boas razões. Levados até o fim, tanto a ética deontológica quanto o consequencialismo produzirão paradoxos que não estamos dispostos a aceitar. A impossibilidade de mentir em qualquer caso preconizada por Kant me levaria, por exemplo, a admitir a agentes da Gestapo que eu escondo judeus em meu sótão, delito que me custaria a vida bem como a dos fugitivos. Já o consequencialismo me obrigaria a aceitar como válido o ato do médico que mata o sujeito saudável que entra em seu consultório para, com seus órgãos, salvar a vida de cinco pacientes que necessitavam de transplantes.

De algum modo, a rápida sucessão de escândalos nos afastou da ética de contornos claramente deontológicos e nos empurrou para uma matriz mais consequencialista-pragmática. É como se disséssemos a nós mesmos que, uma vez que todos os políticos roubam, só o que nos resta é escolher aqueles que, sem negar sua natureza, se mostrem mais eficientes ao promover o bem-estar geral. Foi assim que os sucessos econômicos ajudaram Lula a superar a crise do mensalão e o levaram a desenvolver anticorpos contra todas as denúncias. Pior, seus anticorpos acabaram imunizando também aliados do quilate de Renan Calheiros e José Sarney, para ficar apenas na categoria de presidentes do Senado.

Não tenho nada contra as éticas consequencialistas, que, em várias esferas, como a da bioética, funciona melhor do que os códigos puramente deontológicos, mas receio que nós estejamos exagerando. Não podemos, apenas porque a economia vai bem e não vemos alternativas viáveis aos atuais políticos, simplesmente esquecer todo e qualquer compromisso com o decoro republicano. Se o cinismo se impregnar definitivamente na vida pública, estaremos rifando nossas chances de erigir uma sociedade democrática com padrões de decência política compatíveis com os de nações do Primeiro Mundo. Já não sonho com isso para mim ou meus filhos, mas quem sabe para os netos que ainda não tenho.

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terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ouvir a música certa aumenta a resistência física e estimula a malhar por mais tempo

Escutar uma música animada durante a atividade física aumenta a resistência física e estimula o praticante a treinar até 15% mais tempo do que o habitual e, melhor, sem que ele perceba. A conclusão é do pesquisador Costas Karageorghis, da Universidade de Brunel, na Inglaterra. Na prática, quem gasta cerca de 550 calorias em uma hora de corrida passaria a correr 69 minutos e queimar 82,5 calorias a mais se embalasse as passadas ao som de Black Eyed Peas ou Madonna. Com esse acréscimo, daria para comer, sem peso na consciência, um pacote de 25 gramas de batata frita ou reduzir um quilo na balança em menos de três meses sem fazer dieta.

"As ondas elétricas do som da música chegam ao cérebro, onde estimulam a produção de adrenalina e de sensores ligados ao prazer e às emoções, como a endorfina, afastando a fadiga e tirando a atenção do relógio, do desconforto e da monotonia que alguns sentem com a prática esportiva regular", explica o diretor técnico da rede de academias Bio Ritmo, Saturno de Souza.

O estado de relaxamento alcançado com a música também melhora a concentração. O nadador norte-americano Michael Phelps, por exemplo, só tira o iPod do ouvido quando o juiz dá o sinal para subir na plataforma. Situação semelhante acontece com a saltadora russa Yelena Isinbayeva: no último campeonato mundial de atletismo, em Berlim, na Alemanha, ela foi flagrada várias vezes ouvindo música até instantes antes de ir para a pista - tudo bem que isso não a ajudou a subir no pódio nem acertar nas três chances iniciais de salto, mas pelo menos serviu de estímulo para ela fazer as três tentativas. "Como os atletas não podem usar qualquer tipo aparelho de som durante a competição, eles mentalizam a canção que estavam ouvindo há pouco para ajudar a melhorar a performance", conta o treinador da assessoria esportiva Run For Life Wanderlei de Oliveira, diretor da Federação Paulista de Atletismo, de São Paulo.

No compasso certo

"Sabemos que as vibrações musicais provocam vibrações corporais, embalando e sincronizando os movimentos durante os exercícios. Mas tudo depende do ritmo da canção, que pode deixar a pessoa acelerada ou relaxada", diz a mestre em educação física Maria Luiza de Jesus Miranda, professora da Universidade São Judas Tadeu, em São Paulo.

Daí a explicação para que na musculação o som entre como pano de fundo enquanto no treino aeróbico, como spinning, dança ou hidroginástica, ela seja essencial para marcar a coreografia e a velocidade da execução da aula. "Por ser pulsante, a música eletrônica é mais usada quando a intenção é motivar e fazer com que o aluno não pare de se mexer; e os estilos mais lentos, para manter a frequência cardíaca baixa, algo importante no caso da ioga e do pilates", afirma Alexandre Casanova, presidente da ListenX - Music & Emotion for Business, de São Paulo, empresa especializada em fazer programação musical para academias.

Toque de alerta

Ouvir música ao praticar atividade ao ar livre, no entanto, requer atenção. Tanto que em algumas provas de corrida de rua, o uso do iPod está proibido. "O problema é que há o risco da pessoa não ouvir a buzina do carro que vem atrás e ser atropelada. Por isso, a recomendação é utilizar o acessório apenas em parques e locais específicos para a prática esportiva", avisa o treinador Wanderlei de Oliveira.

Outra dica para os fãs do fone de ouvido é controlar o volume. "Se ele estiver muito alto pode causar a perda da audição. Para se certificar, basta observar se você consegue ouvir barulhos externos, ter noção do que está acontecendo à sua volta e se a pessoa ao lado não está escutando a sua música. Caso contrário, está mais do que na hora de reduzir a altura", alerta Saturno de Souza, da Bio Ritmo.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Você sabe o que é tautologia?


É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.

O exemplo clássico é o famoso ’subir para cima’ ou o ‘descer para baixo’. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:

- elo de ligação

- acabamento final

- certeza absoluta

- quantia exata

- nos dias 8, 9 e 10, inclusive

- juntamente com

- expressamente proibido

- em duas metades iguais

- sintomas indicativos

- há anos atrás

- vereador da cidade

- outra alternativa

- detalhes minuciosos

- a razão é porque

- anexo junto à carta

- de sua livre escolha

- superávit positivo

- todos foram unânimes

- conviver junto

- fato real

- encarar de frente

- multidão de pessoas

- amanhecer o dia

- criação nova

- retornar de novo

- empréstimo temporário

- surpresa inesperada

- escolha opcional

- planejar antecipadamente

- abertura inaugural

- continua a permanecer

- a última versão definitiva

- possivelmente poderá ocorrer

- comparecer em pessoa

- gritar bem alto

- propriedade característica

- demasiadamente excessivo

- a seu critério pessoal

- exceder em muito

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domingo, 18 de outubro de 2009

Black Sabbath - Seventh Star


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sábado, 17 de outubro de 2009

Plano de Negócios

Plano de Negócio height="500" width="450" > value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=20646192&access_key=key-dm8ktocmedqnq7oqs5v&page=1&version=1&viewMode=list">

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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Papel de Parede Para Seu Computador

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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Wallpaper Para Seu Desktop

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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

1024 x 768

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Papel de Parede

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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Wallpaper

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domingo, 11 de outubro de 2009

Vídeo: Artistas

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sábado, 10 de outubro de 2009

Ariston - Vídeo

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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Vídeo

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Disco de vídeo digital

Disco de vídeo digital é um dispositivo de armazenamento de grande quantidade de dados, de aspecto idêntico ao de um CD, mas que contém muito mais informação e pode transmiti-la a um computador 20 vezes mais rapidamente que um CD-ROM.


Microsoft ® Encarta ® Encyclopedia 2002. © 1993-2001 Microsoft Corporation. Todos os direitos reservados.

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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

TV LCD LG

LCD TV Modelo 26LG30R

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Echo & The Bunnymen - Killing Moon








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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Itamar Assunpção


Itamar Assunpção, upload feito originalmente por Rogsil.

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domingo, 4 de outubro de 2009

Iron Maiden - Quest For Fire

In a time when dinosaurs walked the earth
When the land was swamp and caves were home
In an age when prize possession was fire
To search for landscapes men would roam.

Then the tribes, they came to steal their fire
And the wolves, they howled into the night
As they fought a vicious angry battle
to save the power of warmth and light.

Drawn by quest for fire
They searched all through the land
Drawn by quest for fire
Discovery of man.

And they thought that when the embers died away
That the flame of life had burnt and died
Didn't know the sparks that made the fire
Were made by rubbing stick and stone.

So they ploughed through forest and swamps of danger
And they fought the cannibal tribes and beasts
In the search to find another fire
To regain the power of light and heat.

Drawn by quest for fire
They searched across the land
Drawn by quest for fire
Discovery of man.

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sábado, 3 de outubro de 2009

Música

Música
Música
1 INTRODUÇÃO

Música, movimento organizado de sons através do tempo. A música desempenha um papel importante em todas as sociedades e existe numa grande quantidade de estilos, característicos das diferentes regiões geográficas ou das épocas históricas.

2 DEFINIÇÕES CULTURAIS

Todas as culturas conhecidas desenvolveram sua própria música, mas somente algumas línguas têm uma palavra específica para ela. Na cultura ocidental, costuma definir-se a música como uma arte que trata da combinação de sons com o fim de produzir um artifício que possua beleza ou atrativo, que siga algum tipo de lógica interna e mostre uma estrutura inteligível. Fica claro assim que a música não é fácil de definir, ainda que historicamente a maioria das pessoas tenha reconhecido o conceito de música e concordado sobre se um som determinado é ou não musical.

O contexto social dos sons pode determinar se estes serão definidos como música ou não. Por exemplo, os ruídos industriais não costumam ser considerados música, exceto quando se apresentam como parte de uma composição controlada por um indivíduo criativo. No entanto, durante os últimos 50 anos, as novas estéticas da música ocidental têm desafiado esta concepção. Compositores, como John Cage, produziram obras nas quais o ouvinte é convidado a escutar música a partir de sons ambientais à volta.

3 A MÚSICA COMO SISTEMA CULTURAL

Dentro de cada música podem coexistir diferentes estratos, que se distinguem pelo grau de aprendizagem (músicos profissionais versus amadores), o nível social (a música de uma elite versus à das massas), o mecenato (a corte, a Igreja ou estabelecimentos públicos comerciais) e a maneira de difundi-la (oralmente, por notações ou através dos meios de comunicação). No Ocidente e em certas culturas da Ásia, é possível distinguir três níveis básicos. O primeiro é formado pela música artística ou clássica, composta e interpretada por profissionais e que em suas origens estava sob os auspícios do mecenato das cortes e estabelecimentos religiosos; o segundo, a música folclórica que os povos compartilham —especialmente em seu componente rural— e que se transmite de forma oral; e o terceiro, a música popular, interpretada por profissionais, difundida por rádio, televisão, discos, filmes e imprensa e consumida em massa pelo público urbano.

4 A FUNÇÃO DA MÚSICA

A música tem diferentes funções e, em algumas sociedades, certos eventos seriam inconcebíveis sem ela. É um dos componentes principais dos serviços religiosos, dos rituais profanos, do teatro e de todo tipo de entretenimentos. Em muitas culturas é uma atividade que também pode desenvolver-se por si própria, como na audição de concertos, nas emissões de rádio ou nas gravações. Por outro lado, também existe música como parte de um fundo adaptável para atividades não musicais.

Ela pode representar idéias ou eventos extramusicais, ou pode ilustrar idéias que se apresentam verbalmente nas óperas, no cinema e nos dramas televisivos e, amiúde, nas canções. Também simboliza os sentimentos militares, patrióticos ou fúnebres. Num sentido mais amplo, a música pode expressar os valores sociais centrais de uma sociedade.

5 REGIÕES MUSICAIS

Cada cultura tem sua própria música. As tradições clássicas, folclóricas e populares de uma região costumam estar muito relacionadas entre si e são facilmente reconhecíveis como parte de um mesmo sistema. Os povos do mundo podem agrupar-se musicalmente em várias grandes áreas, cada qual com seu dialeto musical característico. Estas áreas são: Europa e Ocidente; o Oriente Médio e o norte da África; Ásia Central e o subcontinente da Índia; o Sudeste Asiático e Indonésia; Oceania; China, Coréia e Japão; e as culturas indígenas da América. Todas coincidem vagamente com as relações culturais e históricas.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Musical

Musical

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Salada de Verão


Ingredientes:

  • 1 molho de aipo cortado
  • 2 maçãs cortadas em cubinhos
  • 1/2 xícara de chá de passas
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 2 colheres de sopa de suco de limão
  • 1/2 lata de creme de leite light
  • 1/2 xícara de salsa picada

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