quinta-feira, 30 de junho de 2005

Balanço dos Elementos


A astrologia é baseada nos quatro elementos do universo: a água, a terra, o fogo e o ar. Sendo que o zodíaco possui três signos de cada um destes quatro elementos.
O balanço dos elementos permite identificar se essas quatro forças do universo estão equilibradas ou desbalanceadas na psique das pessoas.

- O elemento água traz a sensibilidade, a emotividade e a empatia.
- O elemento terra traz a estabilidade, a praticidade e o contato com a realidade.
- O elemento fogo traz a iniciativa, o entusiasmo e a expressividade.
- O elemento ar traz o pensamento racional, a intelectualidade e a sociabilidade.

Para exemplificar um balanço de elementos vamos entender o que acontece com uma pessoa que possui muitos planetas em signos de fogo. Isso implica que essa pessoa possui um desequilíbrio dos elementos devido ao excesso de fogo. E isso traz conseqüências para a formação psíquica dessa pessoa, fazendo com que ela tenha um excesso de energia vital que traz exageros na auto-confiança, no entusiasmo e na individualidade, podendo ser uma pessoa egoísta, vaidosa, egocêntrica, sem tato, extravagante e auto-indulgente.
Antes de fazer a leitura das doze casas astrais, irei fazer uma leitura do balanço dos elementos onde o desequilíbrio de um ou mais elementos será devidamente analisado.

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quarta-feira, 29 de junho de 2005

Os Signos



Cada signo guarda um doze avos do zodíaco tropical, sendo assim nenhum signo é maior ou melhor que o outro. Os signos são o conjunto de todas as faculdades universais que regem as leis do universo, da natureza e da vida humana. É como se neles estivesse contida toda a inteligência divina e universal. Desse modo, se tomarmos como exemplo o signo de Sagitário, veremos que nele se inserem uma série de qualidades e faculdades próprias desse signo para lidar com alguns aspectos da vida. Portanto, se você tem o Sol no signo de Sagitário, então sua consciência é sagitariana. Mesmo assim não significa que você possua todas as qualidades e faculdades sinalizadas pela porção sagitariana do universo, como otimismo, expansividade, idealismo, entusiasmo, dogmatismo, o dom da filosofia, da busca do estrangeiro e do espaço distante, da aventura e da liberdade, dos esportes e das expedições, das ciências políticas, das teses, dos princípios éticos, morais e religiosos, além de outros. Um bom sagitariano vai desenvolver apenas algumas dessas qualidades e faculdades ao longo da vida. Mas a essência primordial do signo de Sagitário é comum a qualquer um que tenha o Sol nesse signo, ou seja: todo sagitariano tem uma aspiração constante por um sentido e um ideal mais elevado de vida. E dessa forma ocorre com os demais signos do zodíaco.

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terça-feira, 28 de junho de 2005

Astrologia kármica


Os Kármicos acreditam que a vida é uma etapa do processo de transmutação do espírito, que evolui através de sucessivas reencarnações até sua união o infinito. Do ponto de vista da astrologia kármica o Nodo Lunar Sul representa a porta de entrada na vida atual, onde estão as experiências vividas em excesso na vida passada; e o Nodo Lunar Norte representa as experiências que deve-se aprender a viver na vida atual.
A minha leitura astrológica não é kármica, no entanto estou apresentando nessa composição uma leitura kármica tradicional dos Nodos Norte e Sul ao final da leitura clássica dos Nodos Lunares.

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segunda-feira, 27 de junho de 2005

A leitura do mapa natal


No mapa natal estão desenhados os nossos dons e talentos, bem como o nosso projeto de vida. Nele podemos obter o caminho da nossa evolução consciente, aquilo que alguns chamam de destino, muitas vezes com uma conotação errada de que destino é um lugar para se chegar, mas que, no caso do projeto de vida desenhado em nosso mapa natal, destino é uma direção, é um sentido de evolução para o qual devemos caminhar enquanto estivermos vivendo.
O mapa astral contém os doze setores de experiência da vida humana, que chamamos de Casas. Além das doze Casas temos os pontos de energia, que chamamos de planetas. Aqui vamos chamar de planeta tanto Marte, quanto o asteróide Juno, o satélite Lua, e o Sol, que na verdade é uma estrela. É praxe na astrologia chamar os corpos celestes de planeta. Também temos no mapa alguns pontos que não possuem energia, mas se relacionam de alguma forma com as energias da vida. A Lua Negra é um ponto de magnetismo, sedução e perda de energia psíquica; a Roda da Fortuna é um ponto de grande satisfação e integração da nossa identidade, da nossa consciência e do nosso inconsciente; e os Nodos Norte e Sul são pontos de ganho e liberação de energia que definem um sentido de evolução para nossa vida.
O caminho da evolução consciente
Antes mesmo de falar sobre o Sol, a Lua e Ascendente, irei falar sobre o caminho da evolução consciente, que é o eixo do Nodo Sul e Nodo Norte. Este é o caminho da sua transcendência. No Nodo Sul estão as qualidades e as experiências que quando vivenciado, não alcança nenhuma evolução. São experiências habituais, que você tende a fazer quase que inconscientemente, e por isso mesmo, sem estar com a consciência ligada e com o espírito presente; são padrões de comportamento do passado que você tende a repetir sem qualidade e sem o brilho pessoal do espírito humano. Já no Nodo Norte, que é o ponto oposto ao Nodo Sul, estão as experiências que não temos o hábito de viver, temos até mesmo um certo receio de vivenciá-las, porque elas não nos são familiares. Mas, é quando vivemos as experiências da Casa em que está o Nodo Norte, com as qualidades do signo em que ele se posiciona, que somos obrigados a estar conscientes e espiritualmente presentes. É aí que temos nossa energia vital ascendendo, possibilitando que alcancemos o nosso crescimento, tanto pessoal quanto espiritual. Quando percorremos o caminho da transcendência, sentimos que a vida está mais proveitosa, pois estamos executando nosso verdadeiro projeto de vida.
Após falar dos Nodos Sul e Norte, irei falar dos pontos de energia que atuam de alguma forma sobre o caminho da transcendência, facilitando ou colocando alguns desafios diante do percurso rumo ao Norte.

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domingo, 26 de junho de 2005

Que tipo de influência nossa vida recebe dos céus?


Bom, primeiramente vamos tentar definir de uma maneira bem simples o que é este mais profundo e fascinante mistério do universo, que é a vida Humana. De maneira resumida podemos definir a vida humana como a conformação dos quatro elementos básicos do universo: a Terra (a matéria do corpo físico), o Fogo (a chama do espírito), a Água (as emoções da alma) e o Ar (a razão e o pensamento lógico da inteligência humana), todos estes quatro elementos se uniram de uma forma cósmica para compor a natureza e a vida humana. Se observarmos que a vida é uma sucessão cíclica de acontecimentos, e que tudo que podemos obter da vida, enquanto vivos, são somente experiências de vida, então podemos resumir que a vida nada mais é do que uma coleção de experiências com objetivo de atingir a evolução máxima até nos fundirmos com o todo novamente e retornarmos à nossa essência cósmica e divina.
Portanto, se estamos aqui para viver experiências, então os astros estão lá em cima nos sinalizando quais as experiências que estamos inclinados à viver de acordo com nossos dons e com o nosso projeto de vida.

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sábado, 25 de junho de 2005

TEM COISA MELHOR?

Se apaixonar pela pessoa certa e ser correspondido. Rir a ponto de não agüentar mais. Um banho quente num dia de muito frio. Sem limites em um supermercado. Aquela encarada de fazer tremer. Receber e-mail de alguém que você gosta e que não manda nunca. Dirigir por um lindo caminho. Escutar sua música favorita tocar no rádio. Deitar na cama e escutar a chuva cair. Cheiro de terra molhada. Pegar aquela chuva de verão e dar um beijo na chuva. Tomar aquele banho e dormir na sua própria cama depois de acampar durante 4 dias. Toalhas ainda quentes, recém passadas. Descobrir que a blusa que você quer esta em promoção pela metade do preço. Um milkshake de chocolate. Uma ligação de alguém que está distante. Um banho de espuma. Uma boa conversa. Achar uma nota de R$ 50 no casaco do inverno passado. Rir de você mesmo(a). Ligações depois da meia-noite que duram horas. Rir sem motivo nenhum. Ter alguém pra dizer o quanto você e linda(o). Rir de algo que acabou de lembrar. Amigos. Acidentalmente ouvir alguém falando bem de você. Acordar e descobrir que ainda pode dormir por mais algumas horas. Gastar tempo com os velhos amigos ou fazer novos. Brincar com o novo bichinho de estimação. Ter alguém mexendo no seu cabelo. Sonhar com coisas boas. Realizar um sonho antigo. Chocolate quente. Viajar com os amigos. Empacotar presentes debaixo da arvore de Natal enquanto come biscoito de Chocolate. Letras de musica no encarte do seu novo CD pra poder cantar junto sem se sentir idiota. Ir a um ótimo show. Encarar um(a) lindo(a) desconhecido (a) Ganhar um jogo super disputado. Fazer bolo de chocolate e raspar a panela da calda. Ganhar dos amigos biscoitos feitos em casa. Segurar na mão de alguém que você realmente gosta. Encontrar um velho amigo e perceber que algumas coisas (boas ou ruins) nunca mudam. Ver a expressão no rosto de alguém quando abre o seu tão esperado presente. Olhar o nascer do sol. Conseguir enxergar essas pequenas coisas boas da vida e saber dar muito valor a isso. Ter sorte. Acordar toda manhã e agradecer a Deus por mais um lindo dia. Mande para seus amigos se achar que deve. Dizem que, se passar para sete pessoas em meia hora, em algumas horas, algo ótimo, maravilhoso, acontecera com você! Quem duvida? "Muitas pessoas pensam que a felicidade somente será possível depois de alcançar algo, mas a verdade é que deixar para ser feliz amanhã é uma forma de ser infeliz."
(Roberto Shinyashiki)

sexta-feira, 24 de junho de 2005

CÉREBRO

Apenas por um momento, feche os olhos. Agora pense no seu quarto. Veja sua cama, as paredes.
Agora abra os olhos. Você viu seu quarto, claro. E assim que você viu essa imagem, um feixe de fótons, luz, acendeu em seu cérebro.
Mas antes de pedir que você visse essa imagem, onde ela estava? Onde está a memória até o momento que decidimos lembrar?
A memória não está no cérebro como tanta gente diz. As pessoas dizem isso porque se alguém tem um derrame pode perder a memória. Mas hoje os mais brilhantes cientistas do mundo estão afirmando que a memória não está no cérebro.
O cérebro é apenas um hardware, como um rádio. Não há prova cientifica de que o cérebro produza pensamentos. Ele os decodifica. O que ensinam as grandes escolas espirituais é que o pensamento vem da alma, do verdadeiro eu.
Para além dos olhos da carne e dos olhos da mente estão os olhos da alma. .
É aí que temos memória, insights, imaginação, entendimento, intenção, curiosidade, sabedoria, criatividade.
Hoje alguns cientistas começam a descrever esse domínio, que chamaremos de realidade virtual.
É aí que estava o pensamento, antes de você tê-lo tido.

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quinta-feira, 23 de junho de 2005

O UNIVERSO NUM PONTO

No nível da realidade quântica, a informação está embebida em energia. Ao nível quântico tudo é indivisível.
Não há separação entre mim e você porque somos todos parte do vasto universo de informação e energia.
Neste exato momento, se pegássemos um pedacinho do espaço quântico aqui entre meus dedos, teríamos o universo inteiro.
Toda a energia e informação estão bem aqui, nesse ponto entre meus dedos. Notícias da televisão estão passando aqui agora, por exemplo. Você não pode ver apenas porque não tem os instrumentos certos. Mas está tudo aqui, só que em diversas freqüências.

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quarta-feira, 22 de junho de 2005

CONSCIÊNCIA

Uma grande história zen diz que havia dois estudantes observando uma bandeira. O primeiro dizia: - olha, a bandeira está se movimentando. O segundo diz: - não, o que está em movimento é o vento. Chega o professor e eles perguntam: - o que está se movendo é o vento ou a bandeira? E o professor diz: - nem o vento, nem a bandeira. O que se move é a consciência

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terça-feira, 21 de junho de 2005

Preparo do Arroz

Em uma panela, aqueça duas colheres de óleo.

Adicione duas xícaras de ARROZ e frite, sempre mexendo.

Junte quatro xícaras de água fervendo e sal a gosto.

Ao levantar a fervura, tampe a panela e deixe cozinhar em fogo baixo por 15 minutos.

Após, desligue o fogo e deixe tampado por mais 15 minutos, para o ARROZ terminar o seu

cozimento.




Rendimento: 4 porções

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segunda-feira, 20 de junho de 2005

25 Coisas

As 25 coisas mais grotescas que você pode dizer para um homem pelado:

1- Eu já fumei charuto mais grosso que isso

2- Aaaiiii! Que bonitinho seu pipi

3- Sabia que você pode concertar isso com uma operação?

4- Faz ele dançar pra mim!

5- Posso desenhar uma carinha nele?

6- E pensar que você tem os pés grandes...

7- E se eu apertar ele faz barulho como um patinho de brinquedo?

8- Apague a luz antes de tirar a roupa pra evitar constrangimentos!

9- Ué, você está com frio?

10- Você trouxe incenso? Que bonzinho!

11- Talvez se a gente jogar água ele cresce mais!

12- Levanta a barriga pra ver se ele aparece

13- Mas...! Pelo menos funciona né?

14- É a primeira vez que você o usa??

15- Vê se não demora muito!

16- As camisinhas que você trouxe não vão ficar grandes?

17- Eu acho que com isso não vai valer a pena! Melhor a gente fumar um cigarro e dormir!

18- Acho que seria melhor eu me embebedar primeiro

19- Não importa! Pelo menos você é inteligente!

20- Me empresta a lupa por favor

21- O que é isso? Um bichinho de goiaba?

22- Sabia que a falta de uso faz encolher?

23- "Não importa o tamanho e sim o prazer que ele proporciona" Espero que isso seja verdade!

24- Precisa encher antes de usar?

25- Pra sentir cócegas com isso, é melhor escutar uma piada!

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domingo, 19 de junho de 2005

Sofrimento

Situações que causam sofrimento jamais faltarão nem para a mais contente das criaturas. E se o sofrimento é um fato, é preciso aprender a lidar com ele. Não apenas lamentar a sua existência e se acomodar com a dor. Para o Dalai, é sempre possível minimizar o sofrimento ou extrair dele algo de positivo. Para tanto, é preciso tratar as causas do sofrimento e não, apenas, os sintomas. Ao identificar as causas, diz o Dalai, a imparcialidade e a serenidade são fundamentais para que não haja erro no julgamento. É que, segundo ele, é sempre possível que parte do sofrimento seja criado pelo próprio ser que sofre, independente dos fatores externos. Ele diz que há duas reações ao sofrimento: entregar-se à dor ou descobrir a si mesmo na tragédia.

É que os momentos difíceis, por piores que sejam, desenhariam uma grande oportunidade para o sujeito avançar no último e talvez mais essencial dos pontos do pensamento do Dalai Lama, combustível para a efetivação de todos os outros: o autoconhecimento. É isso, por fim. Conhecer-se melhor, mais fundo, com mais detalhes, sem máscaras nem retoques é a primeira e a última coisa que um ser humano em busca de ser mais feliz e de fazer mais gente feliz deve realizar. Não é tarefa fácil nem rápida. Melhor começar já.

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sábado, 18 de junho de 2005

Serenus

A serenidade caminha ao lado da imparcialidade e não da apatia, diz o Dalai. Ter serenidade é pensar antes de agir. Algo que, num estágio mais avançado, nada mais é do que a meditação. A sabedoria, segundo o Dalai, está em não colocar a imaginação no meio do processo de análise e em saber esperar sem ansiedade. Na prática, um sujeito sereno criaria sempre um espaço de tempo entre a ação e a reação. Tempo para analisar a situação com parcimônia, pensar nas conseqüências da sua reação e encontrar formas de resolver o problema e não de piorá-lo.

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sexta-feira, 17 de junho de 2005

Que Raiva !

Talvez o ponto mais difícil de aprender na doutrina do Dalai seja lidar com a raiva. Ele a divide em dois tipos: a raiva proveniente do apego e aquela proveniente da compaixão. O primeiro tipo distorce a visão dos fatos e prejudica a capacidade de julgamento. Se o sujeito se sente ofendido por alguém, tem a vontade de prejudicar quem ele julga lhe ter feito mal. Só que, pelas regras do carma e da interdependência, a vingança só vai aumentar o seu saldo negativo. Em outras palavras: prejudicar quem teoricamente lhe fez mal vai trazer uma satisfação imediata e ilusória e nenhum lucro futuro. Afinal, o julgamento ocorreu sob a intensidade da raiva. O perigo aí, segundo o Dalai, é criar uma bola de neve de ações e reações ruins. O correto seria o sujeito sublimar a sua raiva por meio da dedicação a coisas que façam bem a ele e aos outros. Para o Dalai, não vale a pena trocar horas de sono ou de prazer brincando com os filhos para arquitetar uma vingança que só adicionará mais sofrimento àquela situação.

Isso não quer dizer que se deva ficar passivo diante das injustiças. A raiva motivada pela compaixão, pela solidariedade ao ser vilipendiado, segundo o Dalai, deve ser usada para gerar uma ação que busque justiça de uma forma imparcial, serena e que ande sempre pelo caminho do meio.

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quinta-feira, 16 de junho de 2005

Haja Paciencia!

A paciência é a maior defesa que um sujeito pode desenvolver, diz o Dalai. Ela serve para que tudo seja colocado no seu devido lugar antes de se tirar conclusões ou fazer julgamentos. Às vezes é preciso ficar em silêncio, recuar antes de voltar à cena e dar um passo adiante. Paciência, no entanto, para o Dalai, não é omissão. É a determinação do tempo ideal para cada coisa. É o sujeito saber tratar do seu inimigo interior antes de lidar com as adversidades externas. Trata-se de um conceito difícil de entender pois a cultura ocidental cultua a pressa. É fato que as pessoas vivem cada vez em maior velocidade, comem cada vez mais rápido. É como se estivéssemos todos, você e eu inclusive, em busca de algo que nunca vem. Fazer o maior número de coisas no menor espaço de tempo virou sinônimo de eficiência. Sujeitos entre nós que se mostrem tranqüilos e pacientes são considerados omissos e passivos.

Para o Dalai, no entanto, paciência é compreender que as melhorias gradativas são as verdadeiras e que as mudanças rápidas não passam de fachada.

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quarta-feira, 15 de junho de 2005

Interdependência ou morte!

As Pssoas morrem de fome no Nordeste. Você sente pena, se lamenta pelo povo castigado mas vê aquela realidade como algo distante do seu dia-a-dia. A coisa não funciona bem assim, segundo o Dalai. Afinal, tudo no mundo estaria relacionado. Uma atitude banal que se toma aqui pode iniciar uma cadeia que vai refletir do outro lado do Atlântico daqui a anos. (Se você lembrou aquela metáfora clássica da teoria do caos que dizia que o bater de asas de uma borboleta em Hong Kong pode causar um tornado no Texas, bingo.)

Para o Dalai, o conceito da interdependência está bastante ligado ao da relatividade. Para ele, as circunstâncias podem mudar a aplicação de um conceito. Por isso não seria possível ter conceitos isolados ou eternamente válidos. Para quase todas as religiões, por exemplo, a reprodução é uma das principais funções do ser humano. Mas hoje, em um mundo com mais de seis bilhões de pessoas, onde há problemas globais de alimentação e espaço, o óbvio para famílias de qualquer classe social é realizar essa função numa escala menor do que acontecia há algumas gerações. O dogma religioso, portanto, para o Dalai, precisa ser relativizado. Provavelmente daqui a algum tempo, se boa parte da população mundial tiver envelhecido e morrido, a reprodução voltará a ter sua importância original. (Isso, aliás, já acontece em alguns países europeus, que estimulam financeiramente os casais a terem filhos.)

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terça-feira, 14 de junho de 2005

Impermanência

A única certeza que um ser humano pode ter, segundo o Dalai, é a de que vive o momento presente e de que pode morrer a qualquer momento. Por mais catastrófica que essa idéia possa parecer, para o Dalai ela é uma verdade incontestável e um motivo de alegria. Significa que, se as coisas boas podem ficar ruins de um momento para o outro, as coisas ruins também podem ficar boas de repente. Para ele, essa certeza também serve para que preparemos o que ele chama de "boa morte" - a tentativa de manter um saldo positivo na própria existência. Ou de, pelo menos, zerar a contabilidade entre as atitudes boas e más de que inevitavelmente se compõe uma vida.

Para o Dalai, a incerteza do que pode acontecer no próximo momento - o sujeito pode perder a vida ou o emprego, a mulher ou a fortuna a qualquer momento - ajuda-o a sofrer menos com os revezes da vida. E a se apegar menos às coisas e às pessoas que ama, dependendo menos delas para ser feliz. Por outro lado, a noção da própria impermanência faria com que o workaholic que passa 16 horas por dia no escritório revisse suas prioridades ao perceber que o seu cargo não vai durar para sempre. E que o marido que há mais de ano não reserva tempo para namorar a esposa percebesse que ela não vai ficar do seu lado para sempre. E que o sujeito que há décadas tem um pedido de desculpas entalado na garganta finalmente verbalizasse o seu arrependimento, porque nem ele e nem o seu antigo desafeto vão durar para sempre.

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segunda-feira, 13 de junho de 2005

(Im)parcialidade?!

Para o Dalai, a verdade é relativa. Perceber que não há axiomas inquestionáveis e tentar enxergar as situações sob todos os ângulos antes de tomar uma atitude é fundamental. Mas isso, segundo o Dalai, leva tempo e requer alguns exercícios. A mente humana teria a tendência de elevar as próprias idéias à condição de verdades inexoráveis. Diante de uma situação de discórdia, diz o Dalai, o sujeito se enche de argumentos que o levam a tomar determinadas atitudes a partir do seu ponto de vista unilateral, desconsiderando a trajetória dos outros envolvidos.

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domingo, 12 de junho de 2005

Gente Humilde

Associados com freqüência no Brasil, humildade e pobreza não têm nenhuma relação entre si na visão do Dalai Lama. Descrever como humildes aqueles que passam fome ou vivem debaixo da ponte, para ele, não faz sentido. Humildade nada tem a ver com a presença ou a ausência de posses materiais. Trata-se, segundo o Dalai, de uma forma de comportamento das mais veneráveis. Ser humilde seria enxergar todos os circundantes como seres iguais - o garoto que pede um trocado no semáforo ou o presidente da República. É difícil pensar dessa forma quando a sociedade relaciona humildade com inferioridade, submissão e pobreza. Mas é fácil ser humilde em uma sociedade que associa essa condição à simplicidade, à clareza, à elegância. A humildade, segundo o Dalai, deixa o homem mais confiante. Só quem tem plena consciência do seu valor não precisa demonstrar, às vezes de forma grosseira, o seu poder ou a sua erudição.

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sábado, 11 de junho de 2005

A Felicidade é como uma gota de orvalho

O objetivo da vida humana, segundo o Dalai, é a felicidade, a preservação da alegria. Para ele, ser feliz não é um estado grandioso e eterno. Ao contrário, é uma soma de pequenos momentos luminosos que o sujeito vai colecionando ao longo da vida.

Um dos caminhos mais curtos para a infelicidade, na opinião do Dalai, é colocar a própria satisfação nas mãos de algo ou de alguém. Ou então empurrá-la para o futuro. O sujeito que diz que só será feliz quando se formar em medicina ou quando se casar com uma determinada pessoa está, segundo o Dalai, jogando fora uma série de oportunidades presentes de felicidade. A satisfação estaria dentro de cada um. Não estaria fora, em elementos externos que seriam meros instrumentos ou partes coadjuvantes.

Segundo o Dalai, os principais ingredientes da felicidade são o sorriso e o bom humor. Tentar olhar todos os aspectos de uma situação e destacar os bons - e não os maus, como costumamos fazer - é a grande receita da satisfação pessoal. Para ele, é preciso saborear cada mordida no pão quentinho de manhã. E se o chefe estiver nervoso, é preciso que o sujeito se sinta feliz por não estar.

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sexta-feira, 10 de junho de 2005

Acima das Religiões

Segundo o Dalai, não é preciso ter religião para ter ética. Ou seja, a retidão do comportamento humano não dependeria de leis divinas. Para ele, espiritualidade e religião não são sinônimos. O Dalai é um grande defensor de ações sociais ecumênicas. Ele acredita que a ética transita em qualquer fé e é a viga central na construção de um mundo mais feliz. Ter fé é importante, ele reconhece. Mas a ética seria mais do que suficiente. Isso inclui ateus e agnósticos nesse projeto de mundo mais solidário e integrado de que fala o Dalai.

Mas, para ele, o que é a ética? Aqui, ele concorda com o dicionário. Trata-se de um conjunto de valores morais e princípios de conduta que devem ajustar as relações entre os diversos membros da sociedade. Nada mais é, no fim das contas, do que a velha premissa de não fazer a ninguém o que não se deseja para si mesmo. A sutileza trazida pelo Dalai é a consciência de que o não prejudicar os outros começa nos pequenos atos. Algo que pode não soar como prejudicial a você, como marcar um encontro e simplesmente não aparecer, pode atrapalhar a vida da outra pessoa que desmarcou um outro compromisso por sua causa.

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quinta-feira, 9 de junho de 2005

Ecologia & Meio Ambiente

Nada é mais precioso que a vida. Não só a humana, mas a de todos os seres que habitam o planeta. O Dalai recomenda dieta vegetariana para evitar que se tire o direito à vida dos animais, já que para o budismo eles também têm alma e as pessoas podem reencarnar como animais, até mesmo como ostras e camarões.

Segundo ele, no entanto, é possível se preocupar com a natureza sem precisar adotar atitudes que a maioria das pessoas considera indigestas, como se alimentar exclusivamente de vegetais ou colocar o peito na frente do arpão de um baleeiro no meio do oceano. Bastaria ter sempre a preocupação de se relacionar eticamente com os demais seres do planeta.

A preservação do ambiente, além de demonstração de respeito à vida, inclusive a das futuras gerações de humanos, seria uma forma de o sujeito melhorar a sua própria existência. O budismo tibetano, tanto quanto várias outras doutrinas, é antropocêntrico e vê o homem como um ser superior. A diferença da doutrina do Dalai em relação às outras está no significado do conceito de superioridade. Para ele, isso não quer dizer que a natureza esteja a serviço do homem e nem que possa ser subjugada. Como os únicos seres inteligentes, nós teríamos a responsabilidade de agir como guardiães da vida na Terra.

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quarta-feira, 8 de junho de 2005

Compaixão em Dalai Lama

O dicionário apresenta a pena e a dó como sinônimos do termo compaixão. Para o Dalai, esses conceitos têm uma sutil e ao mesmo tempo profunda diferença. A representação da compaixão seria horizontal. A da pena e da dó seria vertical.

Eis o que essa metáfora geométrica quer dizer: ter pena, segundo o Dalai, é olhar alguém como um ser inferior, que precisa de caridade. É, em resumo, o sujeito se sentir melhor e mais digno do que o seu interlocutor. Já a compaixão enxergaria o sofrimento de forma solidária. A postura aí seria encarar aquele que sofre como um ser em igualdade de condições que precisa de ajuda naquele determinado momento.

Ter compaixão, para o Dalai, é lembrar que a dor do outro poderia ser sua. E é mostrar a capacidade de reconhecer o sofrimento do próximo e ajudá-lo a superar o momento difícil. A compaixão estaria intimamente ligada à ação. Na visão do Dalai, somente condoer-se está muito longe de ser uma atitude suficiente.

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terça-feira, 7 de junho de 2005

Carma ou Karma?

Carma!

No senso comum, a palavra carma está sempre associada a um castigo imutável, a uma situação ruim e invencível. Para o Dalai, o carma nada mais é do que uma lei eterna de causa e efeito que cada um de nós pode modificar todo dia. Na sua visão, não somos seres impotentes diante da vida. Nem há sinas inelutáveis. Portanto, aceitar esse ou aquele revés como um carma e se conformar com ele seria apenas um ato de preguiça.

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segunda-feira, 6 de junho de 2005

Caminho do Meio

Para o Dalai, não existem verdades absolutas. Um dos princípios do budismo é o Caminho do Meio. A imagem que se faz é a de uma corda de violão. Se ela ficar muito solta, não produzirá som algum. Mas se você esticá-la demais, ela arrebentará ao primeiro toque. Pela óptica desse conceito, antagonismos aparentemente insuperáveis poderiam ser resolvidos se ambas as partes cedessem um pouco. O segredo do equilíbrio seria nunca se deixar seduzir pelos extremos.

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domingo, 5 de junho de 2005

"Dalainianas.."

Desapego

Para o Dalai, amor requer desapego. Isso soa torto para mentes ocidentais, acostumadas a pensar o contrário: amor e apego como sinônimos. A intensidade do apego, segundo ele, é a mesma da raiva quando se perde a pessoa. Portanto, o apego está relacionado à posse e ao desamor. No limite, apegar-se é hipotecar o amor que se sente. Afinal, que diabo de amor é esse que se transforma em ódio quando não se pode mais ter o ser amado ao lado?

Você certamente já ouviu falar de algum casal que, depois que se separou, se dedicou a infernizar um a vida do outro. Ou buscando uma reconciliação ou um tentando impingir ao outro o sofrimento que a perda lhe causou. Ou, ainda, os dois trancafiando a sua própria felicidade naquele falecido projeto de vida em comum. Isso, para o Dalai, é apego e não amor. Afinal, impedir que o ser amado seja feliz, em nome da sua própria infelicidade, é um ato de rancor e ódio e não de amor.

O apego estreitaria a visão de felicidade, descartando novas possibilidades de viver momentos de alegria, influenciaria negativamente a compaixão e seria prejudicial à própria auto-estima. Para o Dalai, a baixa auto-estima nada mais é que o apego excessivo a si mesmo. Portanto, uma conseqüência do excesso de amor-próprio, de vaidade. Isso faria com que nos exigíssemos a perfeição em todos os momentos e que jamais estivéssemos satisfeitos com as nossas conquistas.

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sábado, 4 de junho de 2005

Dalai em pensamentos....

Ação e Engajamento

Quem vê o Dalai falando em meditação não pressupõe que ele considera a ação e o engajamento fundamentais. E que ambos, para ele, devem andar de mãos dadas com a espiritualidade. Para o Dalai, rezar é importante, mas não basta. É preciso arregaçar as mangas, deixar de lado a preguiça e o eterno álibi da falta de tempo e agir sobre as situações. Não há necessidade de atos heróicos nem de uma grande alteração de rotina. Afinal, segundo o Dalai, o mundo depende mais dos pequenos do que dos grandes atos para ser transformado. Para ele, colocar a mão na massa faz toda a diferença. É como cruzar uma ponte numa noite gelada e ver uma criança passando frio. Você pode se encher de pena e rezar para que a Providência faça chegar a ela um agasalho. Pode também seguir seu caminho indignado porque o Estado não faz nada. Mas você pode, por outro lado, fazer alguma coisa a respeito. Um gesto, uma ação. Que opção tem mais chances de diminuir o sofrimento imediato daquela criança?

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sexta-feira, 3 de junho de 2005

Ausência

Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços.
Que rio e danço e invento exclamações alegres,
Porque a ausência, essa ausência assimilada,
Ninguém a rouba mais de mim.

Carlos Drummond de Andrade
do livro CORPO
Novos Poemas

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quinta-feira, 2 de junho de 2005

Mapa Astrológico

Signo - Câncer (21 de junho a 22 de julho).
Aqueles nascidos sob este signo são os mais sensíveis do zodíaco. Conscientes de
sua vulnerabilidade, os cancerianos estão basicamente preocupados em construir
ao redor de si mesmos a concha segura da família e da vida doméstica. Proteger os
outros é a razão de ser deste signo. A vida doméstica é sagrada, e o indivíduo de
Câncer será dedicado, simpático e absolutamente leal a seu amado. Como eles
investem tanto em outras pessoas, correm o risco de serem muito agarrados e
possessivos. Estas pessoas exigem muito dos outros e recorrerão à manipulação
para conseguir o que querem.
Regido pela lua, Câncer é o mais temperamental e inconstante dos signos. Os
cancerianos acham difícil enfrentar a dura realidade da vida, preferindo viver no
seu mundo imaginário. Gostam também de se fixar no passado. Têm lembranças
maravilhosas e são muito sentimentais acerca delas. Suas raízes - família,
comunidade e país - são extremamente importantes. O estudo da história os atrai
muito, e os cancerianos serão freqüentemente ávidos colecionadores de
antigüidades. Eles precisam evitar viver no passado e ficar se afligindo com velhas
recordações desagradáveis. A preocupação perturba muito o canceriano, já que
seus descontroles emocionais levam quase automaticamente a problemas
estomacais.
Se, por qualquer razão, um canceriano não puder estabelecer uma vida familiar,
todas as suas qualidades protetoras serão usadas com grande sucesso no mundo,
em atividades como medicina, terapia, hotelaria ou culinária. Sua considerável
energia criadora pode ser empregada em música, arte ou literatura.
Cancerianos fariam bem em desenvolver algumas das qualidades do signo oposto,
Capricórnio, como autoconfiança e determinação prática.

Lua em Virgem
Esses indivíduos são muito críticos de si e dos outros. Exigem muito e esperam
afeto em todas as situações. São tremendamente trabalhadores e gostam de servir as
outras pessoas. São muito interessados em saúde e nutrição. De fato, são capazes de
ir a extremos nessas áreas.
Têm também grande integridade e são muito confiáveis. Gostam do estudo e
da pesquisa. Demonstram pouco interesse por assuntos românticos e sexuais,
entretanto a influência do elemento Terra lhes confere um sensualidade muito íntima.

Mercúrio em Leão
Esta configuração gera na pessoa uma grande autoconfiança e a sensação de
que qualquer problema pode ser enfrentado e resolvido. Estas pessoas estão mais
interessadas no esquema global de coisas do que nos detalhes, que consideram
triviais. Têm grande força de concentração e sabem discernir as questões
importantes. Existe imensa força de vontade por trás dos processos de pensamento,
conferindo grande poder intelectual.
Estas pessoas desejam ser consideradas como muito boas em tudo que fazem.
E freqüentemente o são, pois têm grande habilidade executiva e sabem planejar as
coisas até à perfeição. Devem evitar uma atitude muito dogmática com suas próprias
opiniões pois isto será visto como arrogância. Estes indivíduos não gostam de mudar
suas opiniões, que são formadas lenta e cuidadosamente.
Esta posição gera uma grande aptidão para o ensino ou algum outro tipo de
trabalho intelectual com crianças. Investimento, a compra e venda de ações,
educação, arte e drama fascinam estas pessoas. Estes indivíduos freqüentemente
combinam viagens, trabalho e lazer.

Vênus em Câncer
A influência de Câncer torna estas pessoas muito românticas e sensíveis.
Podem se machucar facilmente no amor, mas não revelam isto abertamente. Precisam
de um parceiro afetuoso que as faça sentir seguras e amadas sempre. Têm
necessidade de alguém que deseje criar um lar seguro e uma vida familiar.
Estas pessoas valorizam muito seus filhos e são muito afetuosas com elas.
Gostam de cozinhar e de receber os amigos em sua casa.
Se Vênus tem algum aspecto negativo, a pessoa será taciturna e imprevisível,
muito apegada aos entes queridos.

Marte em Câncer
Esta configuração confere intensidade às emoções. O desejo de construir um
lar é muito forte e as pessoas com esta configuração tendem a ser muito ativas em
suas tentativas de tornar o lar mais confortável, como na culinária ou tapeçaria.
Esta posição pode ser difícil, produzindo grande melancolia e também a uma
falta de paz e harmonia no lar. Pode haver um pouco de dificuldade no relacionamento
com os pais durante a inf. Alternativamente, se a raiva não é expressada, problemas
estomacais podem se desenvolver.

Júpiter em Câncer
Júpiter está muito forte aqui, e provavelmente proporciona um ambiente
protetor na infância dentro do qual são aprendidos os princípios de bondade e
generosidade. Vida em família será muito calorosa e receptiva e a figura dos
progenitores é muito forte. Essa pessoas são normalmente excelentes cozinheiros e
poderão se envolver em áreas de trabalho tais como agricultura, produção de
alimentos ou venda de propriedades. Poderá haver uma significativa ajuda financeira
por parte da família.
Se houver algum aspecto negativo com Júpiter neste signo, as pessoas devem
evitar uma atitude excessivamente sentimental ou um desejo de ser paparicada
através de sua vida adulta.

Saturno em Peixes
Essas pessoas têm um impulso muito forte para o auto sacrifício,
provavelmente como resultado de sentimentos inconscientes de culpa. Medos vagos
podem levá-las a se isolarem ou se retirarem da vida. Encarceramento ou um longo
período dentro de uma grande instituição é possível com essa posição. Estas pessoas
são altamente imaginativas e portanto possuidoras de uma profunda capacidade de
compreender as dificuldades e problemas dos outros. Esta colocação de Saturno
demonstra que um trabalho importante pode ser feito por estes indivíduos em grandes
instituições tais como hospitais. Têm grande necessidade de solidão para meditar em
sua vida interior. Devem, porém, evitar da ênfase ao passado, ou a seus medos
neuróticos e ansiedades que não têm nenhuma base na realidade.

Urano em Virgem
Com Urano em Virgem, a humanidade volta-se para o desenvolvimento de
nova tecnologia, como computadores, que podem revolucionar seu local de trabalho.
Essas pessoas têm uma nova atitude para trabalhar na área de saúde. São
interessadas em nutrição e nos efeitos da mente sobre a saúde.
Inquietude e freqüentes mudanças de trabalho são possíveis se Urano estiver aflito
neste signo.

Netuno em Escorpião
Netuno estava em Escorpião entre 1955 e 1970. Esta geração é altamente
idealista a respeito do sexo. Existem muitas pessoas que buscam compreensão
espiritual envolvendo-se com práticas de ocultismo. Esta geração tem uma capacidade
considerável de clarividência.

Plutão em Virgem
Plutão transitou no signo de Virgem entre 1957 e 1972. Durante este período, o
desenvolvimento da nova tecnologia da informática revolucionou o modo como
trabalhamos e vivemos. Houve um incrível progresso da ciência médica.

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quarta-feira, 1 de junho de 2005

Frase de início de mês

"Quando penso em todos os livros que ainda me falta ler, tenho certeza de ser feliz."

Jules Renard (1864 - 1910), escritor francês

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